BRASIL: MISCIGENAÇÃO E DIVERSIDADE

Exposição Diversidade - homenagem ao Da Da Consciência Negra

BRASIL: MISCIGENAÇÃO E DIVERSIDADE

Em 2016, fui convidado a integrar, com meus trabalhos fotográficos, o livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com lançamento em Paris..

Livro "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho

O tema que escolhi é o título deste Artigo, sendo que todos os fotógrafos participantes deverão pautar no ser humano e apresentar a edição em preto e branco.

Em meu projeto, o biotipo étnico de cada indivíduo, ainda que possa predominar em uma direção, jamais nega a miscigenação de nosso povo e nunca limitará sua visão de mundo.

A orientação de vida de cada um transcende a própria tradição étnica ancestral. No Brasil, é comum caucasianos reverenciando o Candomblé, afrodescendentes praticantes de tai-chi-chuan, orientais atuando com xamanismo…

Selecionei um grupo padrão de nossa diversidade, composto por mulheres de representações étnicas distintas, para retratar a pluralidade de origens que compõem o povo brasileiro, especialmente, nas grandes metrópoles.

De profissões diversas, são modelos fotográficas, publicitárias, assistentes sociais e cantoras, suas imagens não as identificam como tais, pois vestem apenas o contraste entre a luz e sombra.

Desenvolvi os padrões gráficos baseados em tribais indígenas brasileiros (especialmente, artesanatos marajoaras…), africanos, orientais, célticos e, até mesmo, modernos grafites urbanos, os quais foram projetados (literalmente, via projetor…) tendo a pele como tela. Eventualmente, incluí pintura corporal, como reforço à proposta étnica.

Os grafismos tribais aplicados nem sempre coincidem com a origem étnica ancestral de cada modelo…

O propósito é ressaltar que a orientação filosófica de cada um segue os ditames do coração e que este não se prende a estereótipos, transcendendo toda e qualquer expectativa corporalmente presumida.

Destaque do Livro  "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Destaque do Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Uma das artes fotográficas selecionadas por Henrique Vieira Filho para o Livro  "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)
Uma das artes fotográficas selecionadas por Henrique Vieira Filho para o Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)
Destaque do Livro  "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Destaque do Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Cerimônia de Premiação ao Artista Henrique Vieira Filho pelo Livro  "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)
Cerimônia de Premiação ao Artista Henrique Vieira Filho pelo Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e terapeuta holístico. Nas artes, é autodidata e seu estilo poderia ser classificado como surrealismo figurativo.

Por mais de 25 anos, esteve à frente da organização da Terapia Holística no Brasil, sendo presença constante nos meios de comunicação. Elaborou as normas técnicas e éticas da profissão, além de ser autor de dezenas de livros e centenas de artigos, que são adotados como referência em vários países.

Dados técnicos:

Arte e Fotografia – Henrique Vieira Filho

Grafismos desenvolvidos via Corel Draw e Photoshop, tendo como base fotos reais, obtidas pelo mesmo autor.
A imagem corporal de fotografada não passou por nenhuma intervenção quanto à forma, sendo respeitadas as medidas reais e peculiaridades.

Eventualmente, os grafismos projetados passaram por edição em Photoshop para melhor adaptar-se aos contornos da pele e realçar olhos e boca.

Fotografia: Henrique Vieira Filho

Câmera: Canon EOS 70D

Lente: EF-S18-135mm f/3.5-5.6 IS STM

Sem flash – Iluminação ambiente via LEDs de intensidade regulável

Distância focal: variando de 18 a 59 mm

Exposição: variando de 1/15 a 1/60 seg

Abertura: variando entre f/3.5 a f/5.0

Projetor multimídia: Epson Powerlite

Racismo E Terapia

livro "Les Brésiliens vus par les Brésiliens" (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)

Racismo e Terapia

Making of - Pintura Corporal para base fotográfica da obra "The Goddess Of The Seas"
Making of – Pintura Corporal para base fotográfica da obra “The Goddess Of The Seas” Modelo: Tayná – Artista: Henrique Vieira Filho

Em pesquisa, me surpreendi com os relatos, em inúmeras reportagens nas quais afrodescendentes reclamam (justificadamente…) que seus terapeutas se mostraram incapacitados para lidar com a questão do racismo, chegando até mesmo a negar sua existência neste século, verbalizando que seus Clientes deveriam cessar com esse comportamento de “vitimização”.

Constata-se um enorme lapso nos estudos profissionalizantes em Terapia, que nem sequer incluem a pauta do racismo em suas aulas.

Até mesmo a literatura sobre o tema é escassa. O livro “Black Families In Therapy” (1993), da ativista Nancy Boyd-Franklin, foi um dos primeiros a abordar a terapia familiar de minorías étnicas.

Ainda que os profissionais alvos destas críticas aleguem, em sua defesa, que não tiveram acesso a estudos especializados, nada justifica as atitudes questionadas.

Afinal, é conhecimento básico a qualquer pessoa que atende em consultório, que JAMAIS se JULGA (nem positiva, nem negativamente…) os relatos de nossos Clientes.

Por sinal, faltou um requisito essencial a quem exerce a Profissão: a EMPATIA, ou seja, colocar-se no lugar do Cliente e compreender o ponto de vista DELE, bem como os sentimentos DELE.

Pintura "African Gioconda" do Artista Henrique Vieira Filho
Pintura “African Gioconda” do Artista Henrique Vieira Filho

É inaceitável que um Terapeuta dê “palpite” e/ou induza seu ponto de vista pessoal, filosofia ou crença em seus Clientes !

Trata-se de regras básicas de atendimento em consultórios!

Pintura "African Aphodite" do Artista Henrique Vieira Filho - Modelo: Amanda Mota
Pintura “African Aphodite” do Artista Henrique Vieira Filho – Modelo: Amanda Mota

O multiculturalismo, o pluralismo, são entendimentos fundamentais para o exercício da Terapia Holística.

Não que o Terapeuta necessite ser, previamente, um “especialista”, nem sequer que seja integrante desta ou daquela cultura com a qual se venha a trabalhar, eventualmente.

Outrossim, devemos desenvolver a sensibilidade étnica e aprendermos, com os relatos de nossos Clientes. Não precisamos ser, por exemplos, nipônicos para compreender uma eventual pessoa que o seja, quando nos conta sobre sua preocupação com a filha namorar um brasileiro… Não temos que ser afrodescendentes para conseguirmos ter empatia com um Cliente que nos conta seus sofrimentos por racismo.

Além do Aconselhamento (atenção: aconselhamento em NADA se assemelha com “dar conselhos”…), que é técnica obrigatória em toda atividade terapêutica, podemos aplicar vivências, exercícios de imaginação ativa, possibilitando ao Cliente re-vivenciar os momentos traumáticos, no “ambiente seguro” de consultório, que comumente resulta em catarses emocionais (com choro, raiva, por exemplos…), aliviando a “carga energética” que “pesa” sobre a questão, facilitando novas oportunidades de entendimento e superação.

Outra técnica interessante a se somar, é a Terapia Floral, pois disponibiliza auxílio em gotas para melhor aFLORar as emoções reprimidas, catalisando a aceitação e “digestão” de todos os sentimentos antes negados, além de incrementar a auto-estima.

A essência deste texto pode ser transposta para o atendimento terapêutico perante a diversidade de orientações sexuais, de filosofias de vida e de religiosidades (ou a ausência destas…)…

Livro de Arte "Diversidade" do Artista Henrique Vieira Filho
Livro de Arte “Diversidade” do Artista Henrique Vieira Filho

Quem deve se adaptar aos Clientes somos nós, que os atendemos e, ao fazermos isso, além de nos aperfeiçoarmos como Profissionais, igualmente teremos a grande oportunidade de nos tornarmos PESSOAS melhores !

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e terapeuta holístico. Nas artes, é autodidata e seu estilo poderia ser classificado como surrealismo figurativo.

Por mais de 25 anos, esteve à frente da organização da Terapia Holística no Brasil, sendo presença constante nos meios de comunicação. Elaborou as normas técnicas e éticas da profissão, além de ser autor de dezenas de livros e centenas de artigos, que são adotados como referência em vários países.

Exposição Diversidade – Dia Da Consciência Negra

Exposição Diversidade - homenagem ao Da Da Consciência Negra

A Sociedade Das Artes e o
Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho homenageiam o
Dia Da Consciência Negra,
com a
Exposição “Diversidade”

Pinturas a óleo, gravuras, fotografias fineart e livros de Arte, destacando a Cultura Afro como tema.

Dia 20 de novembro, em versões online (redes sociais) e presenciais, sendo estas mediante agendamento prévio e regras sanitárias, reservando pelo seguinte formulário: https://forms.gle/RsYCrkCG2Ejax38q6

Obras selecionadas pelo próprio Artista, expostas em seu Estúdio, situado a 2km do Centro de Serra Negra – SP, apresentadas no formato Slow Art, para grupos de no máximo 04 pessoas.

Isolamento físico, SIM… Isolamento CULTURAL, JAMAIS!

RSVP: Whatsapp: +55 11 98294-6468

67a Edição Da Revista TH

Com grande prazer, apresentamos esta que é a 67a Edição Online da Revista TH, a Revista Oficial da Terapia Holística, em versão digital.

Em “Reiki: Um Conceito, Muitas Vertentes” veremos os pontos em comum e as distinções entre cada vez mais conhecidas variantes da técnica.

No Artigo “Erro Na Terapia”, compreendermos o porque de tantas reportagens sobre abusos cometidos por “profissionais” da área.

Complementando, em Qualidade de Vida e Indicador Profissional, tanto o público pode requisitar indicações de Terapeutas com CRT, quanto os Profissionais podem soliictar Cursos de confiança e qualidade!

Desta forma, com certeza, se evita os “erros” abordados no outro tópico!

Na pauta Jovem Donzela, vamos conhecer e aprender com a sabedoria deste Arquétipo, essencial em nossas vidas pessoal e profissional.

E damos as boas-vindas à mais recentes articulista, a Ana Cespedes, que nos brinda com a técnica: Ventosaterapia”.

Nossos votos de excelentes leituras a todos!

Henrique Vieira Filho
Henrique Vieira Filho
Jornalista Responsável – MTB 0080467/SP

Serra Negra E A Cosmologia Kayapó

Title: Kayapó Cosmology Artist: Henrique Vieira Filho Mixed media on canvas Size: 60 x 90 cm - 23,6 x 35,4 inches Year: 2020

Obra “Kayapó Cosmology”

        “Quando a lenda é mais interessante que a realidade, imprima-se a lenda!”, já dizia o jornalista, no filme:  “O Homem Que Matou o Facínora”, nos anos 60.

Aqui no Brasil, nos anos 40, tivemos “O importante não é o fato, mas a versão”, atribuído ao mineiro Benedito Valadares, que teria plagiado outro político, José Maria Alkmin.

Outrossim, o pioneiro no tema, parece ter sido o romancista francês Georges Duhamel, que escreveu, em 1918: “Como toda pessoa séria, não acredito na verdade histórica, mas na verdade da lenda”.

Minha sucinta pesquisa quanto a ser Serra Negra chamada de “hérã-n-yeré” (“algumas voltas”, pelo tanto que teriam que rodear as nossas montanhas…) por seus habitantes originais, os Kayapós, não encontrou respaldo, nem quanto à ocupação da tribo, nem quanto ao termo linguístico.

Sério que sou, adoto e imprimo… a lendaMais do que isso, eu a amplio: foi em Serra Negra/SP que os primeiros Mebêngokrês vieram dos céus e se estabeleceram na terra!

Chamados pelos demais indígenas de Kayapós (“caras de macaco”, devido a alguns de seus trajes ritualísticos… ou será que já era bullying?…), suas aldeias eram no céu, até que, ao perseguirem um tatu em sua toca, descobriram que havia um buraco para o nosso mundo. Prepararam uma longa corda e por ela migraram, até que, discordando dos rumos, um dos seus a cortou, dividindo o povo entre céu e terra.

Tudo isso aconteceu, bem aqui, no Circuito das Águas Paulista! Por isso, chamam a si mesmos de Mebêngokrês (“os homens do buraco / lugar d’água”).

Mesmo depois da corda ter sido cortada, ainda teve ao menos uma migrante de destaque: a índia Nhokpôktí, que desceu junto com as chuvas (de quem era filha…) e, depois de um certo tempo, cansada de comer as mesmas coisas aqui na terra, fez com que seu marido a catapultasse de volta aos céus, de onde voltou com inúmeras frutas e legumes, ensinando a todas as índias a cultivar.

Tudo isso aconteceu bem aqui, em Serra Negra! E eu tenho a prova: esta fotografia que tirei, de Nhokpôktí, em uma de suas idas e vindas entre céu e terra, aqui com as montanhas serranas ao fundo!


Title: Kayapó Cosmology
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 60 x 90 cm – 23,6 x 35,4 inches
Year: 2020

Release – Re-Arte – Releituras Coletivas – Circuito das Águas

Desejando baixar este release em formato DOC, clique aqui!

A Sociedade Das Artes e o Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho convidam ao Projeto Re Arte – Circuito Das Águas – Serra Negra – SP, para provar que todas as Artes se complementam:
Artes Visuais, Teatro, Música, Moda, Holismo e Literatura

Isolamento físico, SIM… Isolamento CULTURAL, JAMAIS!

De 09 a 17 de setembro – Leilão Virtual – obras de arte a valores simbólicos para investir no traslado, hospedagem e receptivo, sem jamais recorrer a dinheiro público. 
Acesse: https://sociedadedasartes.com.br/leiloes-projeto-re-arte/

A partir de 21 de setembro, Dia Internacional da Paz, transmissões virtuais, via redes sociais, mesclarão os momentos mais emocionantes e significativos das edições 2018 e 2019, com diálogos ao vivo entre os Artistas, sobre o processo criativo para este ano, bem como making off da elaboração das Artes.

Para receber alertas de nossas transmissões ao vivo, “curta” nossa página no Facebook e/ou siga nosso canal no Youtube e/ou siga nosso Instagram

Paralelamente, já iniciamos as tratativas junto ao setor público e privado da região, bem como diretamente aos admiradores das Artes, para viabilizar locais para total segurança de exposição ao vivo, prevista para iniciar no Dia Mundial do Habitat (05 de outubro) e encerramento no Dia Mundial das Cidades (31 de outubro).

Inscrições (sem gratuitas) e acompanhamento e participação do Projeto Re Arte em https://sociedadedasartes.com.br/rearte2020/
Whatsapp: +55 11 98294-6468

Para saber mais:

MUITO MAIS QUE UMA EXPOSIÇÃO:
Música ao vivo, dança circular, vivências de imaginação dirigida, performances teatrais, moda, artes visuais e muitas outras interações artísticas!

Releituras de todos os tipos de Artes!

Versões online e presencial, com segurança!

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho é o elo de interação entre expoentes da nova geração da Arte, que apresentam suas releituras e crossover de expressões artísticas.

O Projeto Re Arte está na sua 3a edição, desta vez, migrando de São Paulo para Serra Negra/SP, abrindo oportunidade para as Artes de todas as cidades do Circuito Das Águas.

Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP

RSVP: Whatsapp: +55 11 98294-6468

O Projeto Re-Arte nasceu da “provocação” da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:


Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propôs o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

Na sequência, imagens e legendas de algumas da inúmeras atrações da Edição de 2019:

Twisted Mermaid Tails, de Henrique Vieira Filho, em releitura da obra As Nereidas… e os outros, de Thiago Sguoti

Title: Twisted Mermaid Tails
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm - 31,5 x 47,25 inches
Year: 2019
Original Limited Edition Engraving: 08 
Hand signed by the Artist
USD 1.250,00 - BRL 4670,00  O poder feminino multiplicado pela sororidade.

Title: Twisted Mermaid Tails

Artist: Henrique Vieira Filho

Title: As Nereidas… e os outros

Artist: Thiago Sguoti

“Aquela Que Compadeceu Ao Mercador”, de Thiago Sguoti, em releitura da obra Kianda, de Henrique Vieira Filho

Title: Aquela Que Compadeceu Ao Mercador

Artist: Thiago Sguoti

Title: Mermaid Kianda

Artist: Henrique Vieira Filho

Brazilian Mermaid, de Henrique Vieira Filho e as obras literárias de Mirella Ferraz, em releitura mútua.

Title: Brazilian Mermaid

Artist: Henrique Vieira Filho

Título: Sereias – O Segredo das Águas
Autora: Mirella Ferraz
Título: Quando As Sereias Choram
Autora: Mirella Ferraz

Mermages Folk Band, com cantos e encantos da Sereia Luthien, interpretando com música ao vivo as pinturas de Henrique Vieira Filho e Thiago Sguoti, além das obras literárias de Mirella Ferraz.

Medusa, de Henrique Vieira Filho, em releitura das obras A Dualidade Geminiana e Bons Sonhos, de Samanta Fachinelli

Title: Medusa
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 120 x 80 cm - 47,25 x 31,5 inches
Year: 2019

Title: Medusa
Artist: Henrique Vieira Filho

Title: A Dualidade Geminiana
Artist: Samanta Fachinelli
Title: Bons Sonhos
Artist: Samanta Fachinelli

Proteção, A Índia e Rainha Do Mar, de Samanta Fachinelli, em releitura da obra  Thousand Tsurus, Aphrodite Indigenous e The Goddess Of The Seas, de Henrique Vieira Filho

Title: Proteção
Artist: Samanta Fachinelli
Title:Thousand Tsurus
Artist: Henrique Vieira Filho
Title: A Índia
Artist: Samanta Fachinelli
Title:Aphrodite Indigenous
Artist: Henrique Vieira Filho
Title: Rainha Do Mar
Artist: Samanta Fachinelli
Title: The Goddess Of The Seas
Artist: Henrique Vieira Filho

Sakura, de Henrique Vieira Filho, e Cerejeiras, de Juliane Mai em releitura mútua.

Title: Sakura
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 100 x 60 cm - 39,3 x 23,6 inches
Year: 2019
Original Limited Edition Engraving: 08
Hand signed by the Artist
USD 1.250,00 - BRL 4670,00  As flores de cerejeira são o símbolo da Deusa japonesa Kono-Hana-Sakuya-Hime (Princesa Florida Brilhantemente como as Flores das Árvores), que representa o feminino, o amor e a renovação, associando a vida à efemeridade das floração.

Title: Sakura
Artist: Henrique Vieira Filho

Title: Cerejeiras
Artist: Juliane Mai

Virgo, de Henrique Vieira Filho, em releitura da obra Ilha Estelar, de Melissa ZimoskyTitle: Virgo
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 120 x 80 cm - 47,25 x 31,5 inches
Year: 2019
Original Limited Edition Engraving: 08
Hand signed by the Artist
Title: Virgo
Artist: Henrique Vieira Filho


Title: Ilha Estelar
Artist: Melissa Zimosky

Tsuru Celestial, de Melissa Zimosky, em releitura da obra Tsuru Constellation, de Henrique Vieira Filho

Title: Tsuru Celestial
Artist: Melissa Zimosky

Title: Tsuru Constellation
Artist: Henrique Vieira Filho

Bacchantes Alchemists, de Henrique Vieira Filho, e a degustação de vinhos, de Luis Mota em releitura mútua.Title: Bacchantes Alchemists
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 120 x 80 cm - 47,25 x 31,5 inches
Year: 2019
Original Limited Edition Engraving: 08
Hand signed by the Artist


Title: Bacchantes Alchemists
Artist: Henrique Vieira Filho

The Three Fates, e Aphrodite Wears Lace, de Henrique Vieira Filho, em releitura dos designers de Maria Goretti Silva.

Title: The Three FatesArtist: Henrique Vieira FilhoTitle: Aphrodite Wears LaceArtist: Henrique Vieira Filho

Instalação: Esculturas Vestíveis, Tecendo Memórias. 

Designer: Maria Goretti Silva

Esculturas Vestíveis, de Maria Goretti Silva, em releitura da obra  Sadako, de Henrique Vieira Filho


Title: Esculturas Vestíveis
Designer: Maria Goretti Silva


Title: Sadako

Artist: Henrique Vieira Filho

Urban Vickings – Artist Henrique Vieira Filho, de Henrique Vieira Filho e as performances teatrais da Companhia Les Trupps Patoktak, em releitura mútua.

Agende sua exclusiva com os Artistas:
Henrique Vieira Filho
Serra Negra – SP
www.henriquevieirafilho.com.br
[email protected]
+55 11 98294-6468

Projeto Re-Arte:Releituras Coletivas

Vernissage – 10 NOV

Entrada Franca

Projeto Re-Arte:Releituras Coletivas

Clique e “baixe”este release em DOC 
Clique Aqui e acesse imagens, vídeos e textos para divulgação


MUITO MAIS QUE UMA EXPOSIÇÃO:
Música ao vivo, degustação de vinho, dança circular,
vivências de imaginação dirigida,
performances teatrais, moda, artes visuais
e muitas outras interações artísticas!
Releituras de todos os tipos de Artes! 

Vernissage dia 10/11, das 15 às 20hs, na Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP

RSVP: Whatsapp: +55 11 93800-1262

 - - : / - Alameda Santos, 211 - São Paulo - SP RSVP - Whatsapp: +55 11 93800-1262

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho é o elo de interação entre expoentes da nova geração da Arte, que apresentam suas releituras e crossover de expressões artísticas.

Artes Visuais:

Henrique Vieira Filho – Arte figurativa, gravurista

Juliane Mai – Artista Plástica e Curadora

Melissa Zimosky – Arte abstrata

Samanta Fachinelli – Designer e Ilustradora

Térsio Greguol – Imaginador

Thiago Sguoti – Arte figurativa

Holismo:

Fabiana Vieira – Escritora e Terapeuta

Literatura:

Mirella Ferraz – Primeira Sereia profissional brasileira

Moda:

Maria Goretti Silva – Designer de Moda sustentável

Degustação:

Luis Mota – Vinho Mix – Sommelier 

Shanti Buffet Vegetariano

Música:

Mermages Folk BandSereia Luthien – Cantora

Teatro: 

Les Trupps Patoktak

 

Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Artes visuais: Henrique Vieira Filho apresenta releitura dos abstratos de Melissa Zimonsky, que releu seus figurativos. Por sua vez, as ilustrações de Samanta Fachinelli são revisitadas no estilo de Henrique, que reinterpretou os quadros tridimensionais de Térsio Greguol e os instigantes Trans Seres de Thiago Sguoti.

Moda: a designer Maria Goretti Silva criou roupas e acessórios com as telas (literalmente!) do Henrique e este retratou a sustentabilidade e ecologia da moda em uma de suas pinturas inéditas.

Música ao vivo: Mermages Folk Band, com a Sereia Luthien (Camila Postal Adomaitis) canta as telas de Sereia de Henrique Vieira Filho e de Thiago Sguoti e estes retratam a sua voz e performances!

Degustação: o Sommelier Luis Claudio Cabral Motta harmoniza vinhos com obras de Henrique Vieira Filho e este, por sua vez, explana sobre Baco, Alquimia e transformação interior pela embriaguês divina” e ainda teremos o ativismo do sabor com Shanti Vegetariano.

Holismo: Fabiana Vieira traduz em Terapia a Arte de Henrique e este retrata a busca pelo autoconhecimento em suas telas!

Literatura: Mirella Ferraz, a primeira Sereia profissional brasileira, escritora, roteirista, ativista ambiental, bailarina e coreógrafa de dança do ventre e a primeira sereia profissional brasileira “Sereias – O Segredo Das Águas”

Artes Cênicas:  O coletivo Les Trupps Patoktak interage com o público, com suas performances “Vikings Urbanos” e “O Corpo Que Ocupa”, dando vida às telas dos Artistas Plásticos!

 


Entrada Franca – Vernissage dia 10/11, das 15 às 20hs,
na Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP

RSVP: Whatsapp: +55 11 93800-1262

 


O Projeto Re-Arte nasceu da “provocação” da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propôs o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

A entrada é franca, sendo a visitação mediante agendamento prévio: Whatsapp: +55 11 93800-1262

Para saber mais:

Agende sua exclusiva com os Artistas:

Henrique Vieira Filho
Alameda Santos, 211 cj 1411
São Paulo – SP – CEP 01419-000
www.henriquevieirafilho.com.br
[email protected]
+55 11 93800-1262

DIA DO FOLCLORE – Exposicao Folk Arts

DIA DO FOLCLORE
Exposição Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas
E Histórias de Henrique Vieira Filho

Clique e baixe este release em formato DOC

Artes e muitas, muitas histórias, você encontra, em prosas e pinturas, na homenagem ao Dia Do Folclore (22 de Agosto), que o Artista Visual Henrique Vieira Filho nos brinda em sua Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Artwork: “𝘾𝙖𝙞𝙥𝙤𝙧𝙖 - 𝙂𝙤𝙙𝙙𝙚𝙨𝙨 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙁𝙤𝙧𝙚𝙨𝙩𝙨” - Artist: Henrique Vieira Filho  - Tela: Caipora - Deusa Da Floresta
𝙁𝙤𝙡𝙠 𝘼𝙧𝙩𝙨 𝙀𝙭𝙝𝙞𝙗𝙞𝙩𝙞𝙤𝙣 - 𝙒𝙤𝙧𝙡𝙙 𝙁𝙤𝙡𝙠𝙡𝙤𝙧𝙚 𝙄𝙣 𝙃𝙚𝙣𝙧𝙞𝙦𝙪𝙚 𝙑𝙞𝙚𝙞𝙧𝙖 𝙁𝙞𝙡𝙝𝙤'𝙨 𝘼𝙧𝙩𝙬𝙤𝙧𝙠𝙨 - 19 to 23 August - São Paulo - SP - Brazil - Alameda Santos, 211 - RSVP: Whatsapp +55 11 93800-1262
Artwork: “𝘾𝙖𝙞𝙥𝙤𝙧𝙖 – 𝙂𝙤𝙙𝙙𝙚𝙨𝙨 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙁𝙤𝙧𝙚𝙨𝙩𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Seu nome tem origem na língua tupi: “kaa-póra” (habitante das matas), um ente fantástico que protege a natureza, em especial, os animais, à semelhança da deusas céltica Arduinna e nórdica Freya (todas igualmente acompanhadas por um porco selvagem) e das grego-romanas Artemis/Diana.

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 – 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Uiara (do tupi y-îara, “senhora das águas”). Guerreira das tradições indígenas (Tupi-Guarani), renasce como espírito nas águas doces, que se tornam seu domínio. A miscigenação com a cultura européia lhe antropomorfiza como Sereia.

🅰🆁🆃🆆🅾🆁🅺: “𝘽𝙞𝙧𝙩𝙝 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙎𝙖𝙘𝙞” - 🅰🆁🆃🅸🆂🆃: 🅷🅴🅽🆁🅸🆀🆄🅴 🆅🅸🅴🅸🆁🅰 🅵🅸🅻🅷🅾 (  @🅷🅴🅽🆁🅸🆀🆄🅴_🆅🅸🅴🅸🆁🅰_🅵🅸🅻🅷🅾 ) - 🆃🅴🅻🅰: 🅾 🅽🅰🆂🅲🅸🅼🅴🅽🆃🅾 🅳🅾 🆂🅰🅲🅸

Artwork: “Birth Of The Saci” Artist: Henrique Vieira Filho
Tela: O Nascimento Do Saci

Em tupi-guarani, “perereca” é designação para tudo que se locomove aos saltos.

Já o termo “saci” é uma onomatopéia, ou seja, uma palavra idêntica ao som a se descrever, no caso, o canto (que também é seu nome…) de um certo pássaro muito arisco, difícil de ser visto, fácil de ser ouvido, enquanto exclama, continuadamente: _ “Sa.. ci… sa…ci… sa…ci…”.

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

Artwork: “Birth Of The Saci” – Artist: Henrique Vieira Filho

O Folclore Mundial Nas Pinturas E Histórias de Henrique Vieira Filho

Saci Perereca É A Fêmea?

Exposição Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas E Histórias de Henrique Vieira Filho

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Artwork: “𝘽𝙞𝙧𝙩𝙝 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙎𝙖𝙘𝙞” - Artist: Henrique Vieira Filho  Tela: O Nascimento Do Saci
Artwork: “𝘽𝙞𝙧𝙩𝙝 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙎𝙖𝙘𝙞” – Artist: Henrique Vieira Filho Tela: O Nascimento Do Saci

Em tupi-guarani, “perereca” é designação para tudo que se locomove aos saltos. 

   Já o termo “saci” é uma onomatopéia, ou seja, uma palavra idêntica ao som a se descrever, no caso, o canto (que também é seu nome…) de um certo pássaro muito arisco, difícil de ser visto, fácil de ser ouvido, enquanto exclama, continuadamente: _ “Sa.. ci… sa…ci… sa…ci…”.

   Esta e muitas outras histórias, você encontra, em prosas e pinturas, na homenagem ao Dia Do Folclore (22 de Agosto), que o Artista Visual Henrique Vieira Filho nos brinda em sua

Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes  Alameda Santos, 211 –  São Paulo – SP – Entrada Franca

Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê. 

 Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico. 

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente. 

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira. 

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na  Exposição “Folk Art”!

 Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 - 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” - Artist: Henrique Vieira Filho ( 
Iara Mermaid - Yara, Uiara (do tupi y-îara, "senhora das águas") - Mitologia Brasileira
Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 – 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 – 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

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Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

“The Goddess Of The Seas”, 2020 – Artista: Henrique Vieira Filho