Slow Art Week – 06 a 12 de Abril

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06 de Abril de 2019 – Dia Mundial da Slow Art

Resgate o prazer em apreciar e experienciar a ARTE!
Desacelere, Aprecie e Vivencie A Arte!
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca

RSVP: Clique e Acesse o Formulário Para Agendamento

     A proposta do movimento mundial “Slow Art” é que se amplie o tempo de apreciação de cada obra (ao invés de tão somente “passar” por ela….) e os participantes se reunirem para conversar sobre a experiência.


um minuto, este vídeo bem humorado mostra a diferença entre Slow Art e uma Exposição Convencional.
  • Exposições Convencionais: lotadas, poucos segundos para apreciar as obras…
  • Slow Art: tranquilidade, conforto, prazer, tempo, hora marcada…
Pessoas transformadas em obras de Arte!
Pessoas transformadas em obras de Arte, pelo Artista Plástico Henrique Vieira Filho

Mais do que apenas adquirir pinturas, VOCÊ pode VIVENCIAR A ARTE tornando-se sua própria obra-prima!

Na Exposição Slow Art Week, os participantes terão a oportunidade de conhecer o processo criativo!

Henrique Vieira Filho-Artista Plástico e Psicanalista
Henrique Vieira Filho-Artista Plástico e Psicanalista junto a uma de suas obras mais prestigiadas

     Com dia e hora previamente agendados, o Artista Henrique Vieira Filho (representante oficial do Movimento Slow Art no Brasil) receberá grupos de até seis participantes na intimidade de seu estúdio, situado na região dos Jardins (São Paulo – SP).

     Os visitantes elegem as obras em exposição que mais lhe impactaram, passando a apreciá-las com conforto e TEMPO e ainda podem interagir com o Artista, seja conversando sobre as pinturas, seja experienciando uma vivência em Arteterapia ou Psicoterapia Holística!

RSVP: Clique e Acesse o Formulário Para Agendamento

Slow Art Week Brazil
de 06 a 12/04/2019

Conforto e tranquilidade na Slow Art
Conforto e tranquilidade na Slow Art

Galeria HVFARTES
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP
[email protected]
Whatsapp: 11 – 93800-1262

Saiba que será um prazer lhe receber!

Baixe o release no Google – Clique Aqui!

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Dia Internacional Da Felicidade

20 De Março – Iniciativa da ONU

Obra: Egyptian Gioconda - Artista: Henrique Vieira Filho

Title: Egyptian Gioconda – Artist: Henrique Vieira Filho

Desde 2012 esta data é comemorada, lembrando que o bem-estar do povo deveria ser considerado como meta ainda maior do que a produção; algo como FIB – Felicidade Interna Bruta priorizada ante o PIB – Produto Interno Bruto.

O país Butão, versão real do Shangri-la e também localizado na região do Himalaia, adotou uma série de medidas focando este caminho bem intencionado, mas, como tudo que é imposto e de cima para baixo, nem todos ficaram felizes…

Ainda mais que, convenhamos, felicidade está mais para uma percepção individual, ainda que, de certo, o coletivo influencie.

A etimologia (estudo da origem das palavras…) nos dá ótimas pistas quanto à percepção de cada cultura. Do latim, o conceito é de quem gera frutos, de quem produz… Já a língua inglesa associa à boa sorte, em ser favorecido pelo divino (“happiness”).

Para a primeira, a felicidade é algo gerado de si e externado ao mundo, enquanto que para a outra, um favorecimento exterior é o motivo de ser feliz.

Pessoalmente, me identifico com a versão do I Ching, que é uma língua escrita em código binário (a mesma dos computadores…), considerada perdida (desconhecida a sua origem…) já faz mais de 2500 anos.

O Hexagrama (símbolo gráfico desta linguagem) correspondente à Felicidade chama-se “Tui”, que representa dois lagos interligados, ou seja, sua sede está suprida e com baixo risco de ser afetado pela seca. Soma-se a imagem serena da água calma, refletindo o observador (desde que não seja o Narciso…) tal qual espelho de corpo e mente.

Na versão do I Ching, o conceito está mais como uma situação individual, momentânea e serena, originada tanto do exterior, quanto interior, reflexos um do outro.

Por este prisma, a Felicidade pode ser como o sorriso de Mona Lisa: sutil, enigmático e, ainda assim, a almejada obra prima de toda uma vida…

Obra: African Gioconda - Artista: Henrique Vieira Filho

Title: African Gioconda – Artist: Henrique Vieira Filho

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Eis Que O Deus Pã Virou Santo Católico: A Origem Do “Valentine’s Day”

Projeto Carnaval - Series VooDolls e Fantasia - Fotografia e Arte Henrique Vieira Filho
Title: Accanto A Te
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2019
Versão personalizada de Romeu e Julieta
Título: Accanto A Te – Artista: Henrique Vieira Filho

A Igreja Romana, em excelente estratégia de marketing, cultivou o hábito da apropriação da datas comemorativas das culturas às quais objetivava assimilar.

Monumento “Fauno”, do Artista Victor Brecheret

Neste caso, a antiga festividade romana pré-cristã, a Lupercália, que era celebrada cinco semanas antes da primavera (naquela região, em 14 de fevereiro), foi sobrepujada pelas comemorações do dia de São Valentim, criado no século V d.C., pelo papa Gelásio.

Em sua versão original, a festa era de Pã, o Fauno Luperco (o que protege do lobo), no final de inverno, dando início ao ciclo de fertilidade vindouro.

Já a versão católica, celebra Valentim, do qual existe três versões, sendo a mais popular a de que realizou casamentos em ritos católicos, contrariando ordens do imperador, morrendo como mártir.

Associado aos jovens que desejam o matrimônio, a  data foi adotada por franceses e ingleses e, posteriormente, pelos EUA, popularizando mundialmente como “Valentine’s Day”.

Como curiosidade, em 1969, a igreja católica aboliu a data, oficializando suas dúvidas quanto à santidade e, até mesmo, quanto à real existência de Valentim.

Independente disto, as comemorações comerciais atreladas ao referido dia seguem pelo mundo, excetuando-se no Brasil!

Em nosso país, em 1949, o publicitário João Agripino Doria criou o Dia Dos Namorados, como forma de alavancar as vendas de junho, da loja que contratou a campanha.

A empresa nem mais existe… Contudo, o dia 12 de junho, véspera do Dia de Santo Antônio (santo católico tido como “ casamenteiro”…) consagrou-se entre os brasileiros!

Seja em nome de Pã, Valentim, Antônio ou dos publicitários, como Psicanalista, bem sei que é uma pauta constante nas sessões deste mês…

Já como Artista Plástico, ainda mais sendo retratista,  é um período de grande satisfação, pois, todo ano, sou desafiado a retratar fantásticos casais, conciliando o universo individual dos homenageados, com os arquétipos com os quais estão em sincronicidade, no momento da experiência de Arte!

Recentemente, tive o prazer de pintar o amor, a simpatia e a musicalidade do casal Marly e Ulisses Montoni, cantores líricos, tendo como inspiração extra sua canção “Accanto A Te”.

Title: Accanto A Te
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2019

Title: Accanto A Te – Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas – Size: 80 x 120 cm – Year: 2019

Tomei como base gravuras utilizada nas capas das clássicas edições impressas do romance “Romeu e Julieta”. Estas, por sua vez, se basearam em pinturas a óleo de Hanz Makart (século 19)

Mantive a textura e opacidade, tal qual nas encadernações centenárias, bem como a pose e a famosa cena da sacada, personalizando com minhas cores, traços e, claro, incluindo os homenageados.

Marly Montoni e Ulisses Montoni
Marly Montoni e Ulisses Montoni

Outro grande prazer foi retratar um casal que muito admiro (Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha), em duas telas que se complementam, onde a atmosfera steampunk incorporou-se totalmente!

Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts
O Artista Plástico Henrique Vieira Filho homenageia o casal Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha com duas telas em estilo Steampunk, especialmente desenvolvidas para o Dia Dos Namorados

Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts, do Artista Visual Henrique Vieira Filho,
Casal Henrique e Fabiana Vieira (nas pontas) e casal Alessandra Iara Cunha e Fernando Jardim (ao meio)
Casais Henrique e Fabiana Vieira (nas pontas) e
Alessandra Iara Cunha e Fernando Jardim (ao meio)

Completo este artigo com mais esta obra: “O Amor de Afrodite e Ares” (“The Love of Aphrodite and Ares”), um retrato meu, com minha esposa, Fabiana Vieira.

"O Amor de Afrodite e Ares" (“The Love of Aphrodite and Ares”) - Artista: Henrique Vieira Filho
Tela especialmente desenvolvida para o Dia Dos Namorados

Nesta tela, a composição baseia-se em escultura de Antonio Canova para a pose, sendo a textura de fundo composta por imagens das superfícies dos planetas Vênus e Marte e de constelações relacionadas ao mapa astral de cada um.

Henrique Vieira Filho - Arte e Terapia

www.henriquevieirafilho.com.br

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.

Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.


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Brumadinho E A Terapia Do Luto

Justificadamente, a tragédia de Brumadinho ocupará o noticiário e nossas consciências por longo tempo, somando e reverberando as ocorridas em 2015.

A de Paris, a de Mariana e a de Brumadinho tem em comum o imensurável dano emocional das mortes e, como diferencial, que, na França, o terror foi de ação rápida e, no Brasil, o horror continua, pois repercutirá por séculos, senão, milênios de devastação ecológica.

E a Terapia Holística, como trabalha as perdas, o luto, as tragédias?

Title: Angel of Death Artist: Henrique Vieira Filho
Title: Angel of Death Artist: Henrique Vieira Filho Mixed media on canvas Size: 80 x 120 cm – 31,5 x 47,25 inches Year: 2017 Original Limited Edition Engraving: 08 Hand signed by the Artist A Morte, ápice da vida, com suas belas asas a conduzir o renascimento.

Teóricos classificam a morte em categorias, sendo que, um deles, Kovács, M.J., em sua obra “Educação para a Morte. Temas e Reflexões”, nos apresenta o que nominou de morte escancarada, via de regra, do tipo violenta, em guerras, tragédias, desastres e emergências, envolvendo a banalização da morte, com superexposição da mídia, o que tanto pode criar possibilidades de discussão, como tão somente gerar perplexidade e desconforto:

A morte escancarada por ser inesperada não permite preparo prévio.

Envolve múltiplos fatores que podem dificultar a sua elaboração: perdas múltiplas (morte de várias pessoas da mesma família), perdas invertidas (filhos e netos que morrem antes de pais e avós), presença de corpos mutilados, desaparecimento de corpos e cenas de violência.” (Kovács)

Como complementação ao tópico acima, Philippe Ariès, nos apresenta outras classificações complementares de morte:

A “domada”, mais comum à Idade Média, onde morrer era um risco cotidiano, por doenças, ferimentos, e o temor maior era quanto à forma abrupta, que poderia impedir os rituais de despedida,  como um evento familiar que incluía a espera no leito, o lamento pela vida, a evocação de pessoas e coisas amadas, o perdão e a absolvição sacramental. (Ariès, 2003).

A “interdita”, onde não era mais entendido como um fenômeno natural, sendo aplicada a “medicalização” da morte, quando os moribundos eram  levados aos hospitais para morrer, lugar que era conveniente para esconder a repugnância e aspectos sórdidos ligados à doença. Dessa maneira, foi ficando mais comum a supressão do luto e das manifestações de dor. (Ariès, 2003)

E temos, ainda, a morte “reumanizada”, onde, ao invés da busca de a todo custo impedir ou adiar o falecimento, aplica-se a ortotanásia, onde se cuida para que a pessoa tenha uma morte digna, sem procedimentos que iriam somente prolongar a vida sem qualidade.

Independente de classificação, a morte é pauta em atendimentos de consultório, existindo até abordagens específicas, como a Terapia do Luto.

O processo de luto, quando bem vivenciado, facilita condições para uma adaptação à perda, despertando a disponibilidade para novos investimentos em sua vida, reorganização uma nova rotina para o dia a dia.

Mas, há fatores complicadores, conforme a circunstância do acontecimento do luto:

O “antecipatório”, quando, por exemplo, inicia desde o um diagnóstico de problemas de saúde incuráveis;

O “parental”, que envolve a morte de filho, também é chamada de “morte invertida” e costuma envolver sentimentos de culpa dos pais;

O “adiado”, acontece normalmente quando não há vivência imediata da perda, por diversos fatores e só ocorre muito tempo após o acontecimento;

O “inaceitável”, quando não há amparo social e/ou nas crenças e costumes, como por exemplo, mortes de animais, aborto, ou de amantes;

O “suspenso”, que ocorre em casos de ausência ou desaparecimento do corpo;

Complementando, e bem no contexto atual, há ainda o luto “coletivo”, com a sensação de perda disseminada por toda uma coletividade, como o que se gerou perante o ataque terrorista em Paris e a tragédia sócio-ambiental em Mariana.

Boa parte dos teóricos, para fins de facilitar o entendimento, descrevem o que chamam de “fases do luto”.

Klüber-Ross (1996) é talvez a referência mais citada, classificando em cinco fases do luto, que também se aplicavam as pessoas que vivenciavam outros tipos de perda:

Negação”, quando a pessoa parece não acreditar que ocorreu a morte;

Raiva”, marcado por sentimentos de revolta, ressentimento e até a atribuição de causa ou culpa para algo ou alguém;

Barganha”, período em que ocorre uma espécie de negociação que possa mudar ou evitar a perda. É comum o apelo a entidades divinas e quaisquer crenças por meio de pactos ou promessas;

Melancolia”, período de extrema tristeza, introspecção e isolamento;

Aceitação”, que é a fase derradeira, mas que não significa o fim do sofrimento, mas um período em que a pessoa deixa de lutar contra a morte, a aceita e isso facilita o enfrentamento.

A Terapia Holística possui muitos instrumentos para que possamos atuar como mediadores, catalisadores do processo de luto.

Uma das vertentes mais procuradoras e bastante polêmica é a Terapia Comportamental, que propõe “tarefas” a serem executadas pelo Cliente, algo como um “passo a passo”, com prazos e metas.

Claro, sempre é tentador, tanto para a pessoa atendida, quanto para o Profissional, trabalhar dentro de uma expectativa de tempo e de resultados e, muitas vezes, é necessário, como, por exemplo, nos casos de pessoas que sejam arrimos emocionais e/ou financeiros dos demais, não sendo possível ficar sem a retomada de suas rotinas de vida.

Outrossim, devemos sempre ter em mente que obter resultados na alteração do comportamento (como, por exemplos, a pessoa cessar com os choros, volta a trabalhar, a cuidar dos filhos…), muitas vezes implica em estarmos adiando o contato com o sofrimento, ou, ainda pior, estarmos predispondo à somatização do trauma, o qual, não encontrando espaço para manifestar-se emocionalmente, passará ao corpo, em diferentes  graus de seriedade.

Sempre que possível, devemos adotar a linha terapêutica humanista, onde não existe um roteiro ou prazo pré-estipulado, permanecendo a Terapia à disposição do Cliente, que levará o tempo que for necessário para conseguir lidar com a perda, redefinir os papéis e retomar sua vida, em sua nova forma.

Paralelamente aos métodos Psicoterápicos, podemos contar com as técnicas de equilíbrio energético de meridianos, de chakras e, é claro, a popular Terapia Floral, com seu vasto leque de essências, adequadas a cada etapa emocional de nossos Clientes.

Desde a consagrada composição do Rescue Remedy, que atua muito bem em momentos de grande variação emocional, até o ideal, que sempre é personalizar a escolha das essências, adequando ao exato momento vivenciado pelo Cliente, os Florais de Bach contam com longa tradicional de auxílio ao luto.

Esta pauta teria que ser aprofundada muito além do espaço destinado a este Artigo, razão pela qual, pretendo retomar e complementar este tema, em futuras oportunidades.

Por ora, que se registre a solidariedade de todos os Terapeutas Holísticos às vítimas, diretas e indiretas, deste trágico e recente acontecimento.

Que todos saibam que sempre terão, na Terapia Holística, mais um ponto de apoio para a harmonização em suas vidas.

Henrique Vieira Filho – Terapeuta Holístico – CRT 21001, é autor de diversos livros da profissão, ministra aulas na CEATH – Comunidade de Estudos Avançados em Terapia Holística.

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Direto de Paris, as telas de Henrique Vieira Filho seguem para New York homenageando o Japão!

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Obras de Henrique Vieira Filho  seguem direto da França para os EUA e, para ser ainda mais globalizante, as telas selecionadas homenageiam o Japão!

“Contemporary Connections” - Collective Exhibition - New York - Artist: Henrique Vieira Filho Jan 24, 2019 Title: Wings Of Wishes Artist: Henrique Vieira Filho
“Contemporary Connections” – Collective Exhibition – New York – Artist: Henrique Vieira Filho

Com exposições sequenciais, antes na Galerie Artitude Art Contemporain (Paris – França) e no MIIT – Museo Internazionale Italia Arte (Turin – Itália), e, agora, na Saphira & Ventura Gallery (USA – New York), ainda assim, nosso Artista Henrique Vieira Filho mantém o ritmo no Brasil, com a “Cidades Divas No Divã“!

Obras De Henrique Vieira Filho Para A Exposição em New York:

O Universo pede mil tsurus origamis em troca de cada desejo, que nesta obra de  Henrique Vieira Filho , voa pelos céus transbordando paz e esperança.

Title: Wings Of Wishes Artist: Henrique Vieira Filho
Invasão De Pássaros Tsurus Do Artista Henrique Vieira Filho Em New York Suas artes aladas voaram das exposições em Paris/ França e no consagrado Museu de Torino, Itália e pousam em New York/USA neste dia 24/01.

Title: 1000 Tsurus  – Artist:  Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas – Size: 80 x 120 cm – Year: 2017

Tela “1000 Tsurus”, do Artista Henrique Vieira Filho
A tela “1000 Tsurus”, do Artista Henrique Vieira Filho apresenta, literalmente, 1000 pássaros colorindo a tela, em uma revoada pela paz. A pose da figura feminina homenageia a estátua na Praça da Paz, em Nagasaki, Japão

Para saber mais:

Biografia – Henrique Vieira Filho
Re-Arte:Releituras Coletivas
Temporada Europeia – Projeto Rearte
Processo Criativo – Re-Arte – Releituras Coletivas

Alameda Santos, 211 cj 1411 –São Paulo – SP – CEP 01419-000

Agende sua exclusiva com o Artista:

www.henriquevieirafilho.com.br
[email protected]
+55 11 93800-1262

No Brasil, a Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã” homenageia São Paulo por seu aniversário!

28 JAN – 01 FEB

CIDADES DIVAS NO DIVÃ – ARTISTA E PSICANALISTA HENRIQUE VIEIRA FILHO
CIDADES DIVAS NO DIVÃ – ARTISTA E TERAPIA HENRIQUE VIEIRA FILHO

CIDADES DIVAS NO DIVÃ

DETALHES DO EVENTO

Pocket Exhibition “Cidades Divas No Divã”
O Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho homenageia o aniversário de São Paulo com telas recém exposta em New York, Paris e Turin e crônicas!
RSVP via Whatsapp: 11 93800-1262

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O Restaurante De Da Vinci E Botticelli No Projeto Re Arte

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Fotos – Vernissage – para divulgação

Se alguém ainda tinha dúvida que Culinária é ARTE, lhe apresento, diretamente do ano de 1478, o Restaurante “As Três Rãs De Sandro (Botticelli) E Leonardo (Da Vinci)”.

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho e  a chef vegana Damodara Lila (sim, Da Vinci era vegetariano…) apresentam esta e muitas outras deliciosas histórias durante a Exposição Coletiva do Projeto Re-Arte.

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho e  a chef vegana Damodara Lila (sim, Da Vinci era vegetariano…) apresentam esta e muitas outras deliciosas histórias, ilustradas com belas telas e alta gastronomia, durante a Exposição Coletiva do Projeto Re-Arte.

O desafio consistiu em interpretar com Arte Culinária as telas de Henrique Vieira Filho, que por sua vez, interpretou o veganismo da chef em uma tela que a retrata.

Chef Damodara Lila retratada pelo Artista Plástico Henrique Vieira Filho, em releitura do estilo de Giuseppe Arcimboldo (1526) - os cabelos são cachos de uvas, os dentes são de milho, nariz de folhas, colar feito com ervilha e musculatura com talos de erva-doce. E o fundo da tela reproduz página escrita por Da Vinci com algumas de suas receitas culinárias.

Título da obra: “Go Vegan” – técnica mista – 80 x 120 cm.

A Chef Damodara Lila retratada pelo Artista Plástico Henrique Vieira Filho, em releitura do estilo de Giuseppe Arcimboldo (1526) – os cabelos são cachos de uvas, os dentes são de milho, lábios de morango, nariz de folhas, colar feito com ervilhas, musculatura com talos de erva-doce e dedos de cenouras.

E o fundo da tela reproduz página escrita por Da Vinci com algumas de suas receitas culinárias e utensílios domésticos por ele idealizados.

A mitologia latina da “Muerte” agregada ao fascínio do calendário Maia adornam a bela figura feminina, em contraste à modernidade da cadeira em que se apoia.

Tela: Katrina Gioconda (releitura da Mona Lisa)

Artista: Henrique Vieira Filho

A mitologia latina da “Muerte” agregada ao fascínio do calendário Maia adornam a bela figura feminina, em contraste à modernidade da cadeira em que se apoia.

A Chef Damodara Lila, por sua vez, dedicou PASTÉIS como releituras das telas de Henrique Vieira Filho que homenageiam a Cidade de São Paulo.

Esta iguaria, tipicamente paulistana, originou-se no início do século 20, como uma “releitura” dos rolinhos-primavera chineses, sendo adotada pelos imigrantes japoneses que aderiram à receita, após a 2a Grande Guerra.

Tal qual acontece com a consagrada pizza, a clássica presença dos pastéis é indissociável com a da grande metrópole.

Title: Polimetropolis
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 120 x 80 cm -  47,25 x 31,5 inches
Year: 2018

Tela: Polimetropolis – Artista: Henrique Vieira Filho

Arquiteturas icônicas da Cidade de São Paulo, mescladas em cores, luzes e texturas, com o Teatro Municipal, os prédios da região do Viaduto Santa Ifigênia, em contraste com a contemporaneidade da Ponte Estaiada.

Title: Megalopolitanos
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 120 x 80 cm -  47,25 x 31,5 inches
Year: 2018

Tela: Megalopolitanos – Artista: Henrique Vieira Filho

A Cidade de São Paulo, com versões surreais do Masp, mesclado com o Monumento Às Bandeiras, tendo o Museu do Ipiranga ao fundo, em homenagem aos habitantes desta megalópolis.

Exposição Coletiva do Projeto Re-Arte:
Artes em releitura mútua:

Henrique Vieira Filho – Arte figurativa, gravurista

Fabiana Vieira – Escritora e Terapeuta

Melissa Zimosky – Arte abstrata

Monique Nunes – Pin Ups em aquarela

Múcio Fernandes Junior – Ator de Scarllet Anima

Érica Pinna – Cantora

Maria Goretti Silva e equipe – Moda sustentável

Damodara Lila – Alta gastronomia vegana

Artes em releitura mútua:
Henrique Vieira Filho - Arte figurativa, gravurista
Fabiana Vieira - Escritora e Terapeuta
Melissa Zimosky - Arte abstrata
Monique Nunes - Pin Ups em aquarela
Múcio Fernandes Junior - Ator de Scarllet Anima
Érica Pinna - Cantora
Maria Goretti Silva e equipe - Moda sustentável
Damodara Lila - Alta gastronomia vegana

Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP
RSVP: Whatsapp: +55 11 93800-1262

Para saber mais:

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Re-Arte – Releituras Coletivas – Exposição Em Dezembro

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho e demais Artistas Convidados se reúnem até dia 13/12 para  as conclusões sobre Projeto Re-Arte: e entrega das Obras aos homenageados e compradores

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Fotos – Vernissage – para divulgação

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho e demais Artistas participantes se reúnem para receber os homenageados e entrega de obras aos compradores da Exposição Coletiva do Projeto Re-Arte:

Músicas pintadas
Esculturas em telas

Figurativo tornado abstrato
Versos e prosas em imagens
Gastronomia degustada em Artes
Intervenção transformista em tela
Telas vertidas em moda sustentável
Cada Artista Re-Interpretando o outro

Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP
RSVP: Whatsapp:
+55 11 93800-1262

Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Art Works: “O Berço” and “Instinto” by  Melissa Zimosky / “Genesis” by Henrique Vieira Filho

Releituras de todos os tipos de Artes!

Artes plásticas: Henrique Vieira Filho apresenta releitura dos abstratos de Melissa Zimonsky, que releu os figurativos dele!

Projeto Re-Arte:Releituras Coletivas - Re-Art Collective Project: Arts Revisited
Etapas criativas: Os Artistas Henrique Vieira Filho, Monique Nunes combinam RELEITURAS de suas pinturas para o Projeto Re-Arte.

Teremos as pin ups “preto e branco” das aquarelas da Monique Nunes, nas tintas e cores do Henrique! E vice-versa!



Desfile de moda: a turma da Goretti criou roupas e acessórios com as telas (literalmente!) do Henrique e este retratou a sustentabilidade e ecologia da equipe em uma de suas pinturas inéditas.

Música ao vivo: Erica Pinna canta as telas de Henrique e este retrata a sua voz!

Gastronomia: Damodara Lila interpreta com Arte Culinária as telas de Henrique, que por sua vez, retrata o veganismo da chef.


Literatura: Fabiana Vieira traduz em palavras a Arte de Henrique e este ilustra seus versos!


Artes Cênicas:  Scarllet Anima faz intervenção ao vivo completando uma tela “transformista”!

Em Exposição na Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP

RSVP: Whatsapp: +55 11 93800-1262

Entrada franca

Artes em releitura mútua:

Henrique Vieira Filho – Arte figurativa, gravurista

Fabiana Vieira – Escritora e Terapeuta

Melissa Zimosky – Arte abstrata

Monique Nunes – Pin Ups em aquarela

Múcio Fernandes Junior – Ator de Scarllet Anima

Érica Pinna – Cantora

Maria Goretti Silva e equipe – Moda sustentável

Damodara Lila – Alta gastronomia vegana

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propôs o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

A entrada é franca, sendo a visitação mediante agendamento prévio: Whatsapp: +55 11 93800-1262

Para saber mais:

Agende sua exclusiva com os Artistas:
Henrique Vieira Filho
Alameda Santos, 211 cj 1411
São Paulo – SP – CEP 01419-000
www.henriquevieirafilho.com.br
[email protected]
+55 11 93800-1262

Tela Transformista – Re-Arte – Releituras Coletivas – Exposição Até 07 de Dez

A Mundialmente Inédita
Tela TRANSFORMISTA!

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Fotos do Vernissage para divulgação

Arte "Portrait Of Anima" - Artistas  Henrique Vieira Filho e Scarllet Anima
A obra, em seu estágio inicial, preparada por Henrique Vieira Filho, para que Scarllet Anima faça a intervenção.
Arte "Portrait Of Anima" - Artistas Henrique Vieira Filho e  Scarllet Anima
O Artista utilizou MAQUIAGEM para fazer a pintura em tela! Enquanto pintava, Scarllet Anima contou sua trajetória como Drag ao público.

Durante a Vernissage, desenvolveu-se a intervenção, ao vivo, sobre a pintura criada a quatro mãos (Artista Plástico Henrique Vieira Filho e Múcio Fernandes Junior – Ator de Scarllet Anima), em que Animus (o masculino) se transmuta em Anima (o feminino).

Arte "Portrait Of Anima" - Artistas Henrique Vieira Filho e Scarllet Anima
Um dos momentos mais emocionantes do Vernisasse do Projeto Re-Arte!

A intervenção, ao vivo, sobre a pintura criada a quatro mãos (Artista Plástico Henrique Vieira Filho e Múcio Fernandes Junior – Ator de Scarllet Anima), em que Animus (o masculino) se transmuta em Anima (o feminino).


O Artista utilizou MAQUIAGEM para fazer a pintura em tela!Enquanto pintava, Scarllet Anima contou sua trajetória como Drag ao público.

A foto representa o momento em que a obra é desvendada ao público.

Arte "Portrait Of Anima" - Artistas Henrique Vieira Filho e Scarllet Anima
A Mundialmente Inédita Tela TRANFORMISTA! Arte “Portrait Of Anima” – Artistas Henrique Vieira Filho e Scarllet Anima – 80×120 cm – Técnica Mista

Além de Artista Plástico, Henrique Vieira Filho é Psicanalista e falou um pouco da importância desta intervenção artística:

“_Boa parte de nossa saúde emocional depende da compreensão e equilíbrio de nossas qualidades Animus (masculino) e Anima (feminino).

O Artista Múcio Fernandes Junior utiliza das artes cênicas para materializar seu feminino por meio do alter ego Scarllet Anima e eu, por minha vez, retratando mulheres poderosas e fascinantes!

É A Arte como terapia transformadora (até transformista!) do Eu e da Sociedade!”

Projeto RE-ARTE

Em Exposição até 07/12, na Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP

RSVP: Whatsapp: +55 11 93800-1262

Entrada franca

Vernissage Re Arte

02 DEZ 2018 – 15 às 20hs
Re-Arte:Releituras Coletivas

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O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho e demais Artistas Convidados apresentam suas obras no Vernissage deste dia 02/12 (entrada franca), com a conclusão do Projeto Re-Arte:

Músicas pintadas
Esculturas em telas
Versos que vertem tinta
Figurativo tornado abstrato
Gastronomia degustada em Artes
Intervenção transformista em tela
Telas vertidas em moda sustentável
Cada Artista Re-Interpretando o outro

Vernissage dia 02/12, das 15 às 20hs, na Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP
RSVP: Whatsapp:
+55 11 93800-1262

Vernissage dia 02/12, das 15 às 20hs, na Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 - São Paulo - SP
RSVP: Whatsapp: +55 11 93800-1262
Entrada Franca – Projeto Re Arte – Coordenação: Henrique Vieira Filho
Atrações Artísticas – Projeto Re Arte

Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Música ao vivo, gastronomia vegana e muitas interações artísticas!
Releituras de todos os tipos de Artes!

Artes plásticas: Henrique Vieira Filho apresenta releitura dos abstratos de Melissa Zimonsky, que releu os figurativos dele!

Teremos as pin ups “preto e branco” das aquarelas da Monique Nunes, nas tintas e cores do Henrique! E vice-versa!

Desfile de moda: a turma da Goretti criou roupas e acessórios com as telas (literalmente!) do Henrique e este retratou a sustentabilidade e ecologia da equipe em uma de suas pinturas inéditas.

Música ao vivo: Erica Pinna canta as telas de Henrique e este retrata a sua voz!

Gastronomia: Damodara Lila interpreta com Arte Culinária as telas de Henrique, que por sua vez, retrata o veganismo da chef.

Literatura:
Fabiana Vieira traduz em palavras a Arte de Henrique e este ilustra seus versos!

Artes Cênicas:  Scarllet Anima faz intervenção ao vivo completando uma tela “transformista”!

Artes em releitura mútua:

Henrique Vieira Filho – Arte figurativa, gravurista
Fabiana Vieira – Escritora e Terapeuta
Melissa Zimosky – Arte abstrata
Monique Nunes – Pin Ups em aquarela
Múcio Fernandes Junior – Ator de Scarllet Anima
Érica Pinna – Cantora
Maria Goretti Silva e equipe – Moda sustentável
Damodara Lila – Alta gastronomia vegana

O Projeto Re-Arte nasceu da “provocação” da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propôs o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

A entrada é franca, sendo a visitação mediante agendamento prévio: Whatsapp: +55 11 93800-1262

Para saber mais:

Agende sua exclusiva com os Artistas:
Henrique Vieira Filho
Alameda Santos, 211 cj 1411
São Paulo – SP – CEP 01419-000
www.henriquevieirafilho.com.br
[email protected]
+55 11 93800-1262


Re-Arte – Abstrato vs Figurativo – Henrique Vieira Filho E Melissa Zimosky

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elas O Berço e Instinto, de Melissa Zimosky que passarão por releituras de Henrique Vieira Filho

No Brasil, o Projeto Re-Arte:Releituras Coletivas: Os Artistas Melissa Zimosky (arte abstrata) e Henrique Vieira Filho (arte figurativa) combinam RELEITURAS de suas pinturas para o Projeto Re-Arte:

Obras de Melissa Zimosky: O Berço e Instinto
Obras de Melissa Zimosky:O Berço – 60 x 60 cm – Instinto – 50 x 70 cm


Henrique: “_ Como Psicanalista, as pinturas figurativas de Melissa me transportam para o infinito e ainda evocam a feminilidade em sua essência. E, como Artista Plástico, o brilho, a intensidade das cores me fascinaram, por isso, escolhi estas Artes para fazer a RELEITURA!”.

Projeto Re-Arte
Músicas pintadas
Esculturas em telas
Obras de Arte Para Vestir
Figurativo tornado abstrato
Cada Artista Re-Interpretando o outro

As etapas iniciais do processo criativo do Artista Plástico Henrique Vieira Filho envolvem pintura corporal, caracterização de personagem e sessões fotográficas em seu estúdio, gerando materiais de base para sua pintura em tela.

Pintura Corporal sobre grávida – Artista Henrique Vieira Filho
Processo criativo para releituras das telas abstratas de Melissa Zimonsky que serão reinterpretadas como pinturas figurativas


Henrique: “_ Foi uma grata surpresa que a modelo que chamei esteja GRÁVIDA (não sabia…), criando total sincronicidade com a tela O Berço, de Melissa Zimosky”.

Neste dia 12 de novembro, a Sociedade Das Artes abre sua Galeria ao público, para a Pocket Exhibition do Projeto Re-Arte, expondo uma prévia do que será a Exposição Principal.

Agende sua visita:

Alameda Santos, 211 cj 1411 – São Paulo – SP – CEP 01419-000
www.sociedadedasartes.com.br
[email protected]
+55 11 93800-1262

Culminando, a Exposição Principal do Projeto Re-Arte será realizada dia 02 de dezembro, contando com as obras dos diversos Artistas e suas releituras, incluindo desfile de roupas e acessórios criados com o reaproveitamento e releituras de telas do Artista Henrique Vieira Filho, sob a supervisão da professora de moda sustentável Maria Goretti Silva (o objetivo posterior é desenvolver produtos a serem comercializados por ONGs beneficentes).

Telas e lonas de Exposições e Obras de Arte de Henrique Vieira Filho transpostas em Moda Sustentável como roupas e acessórios.
Telas e lonas de Exposições e Obras de Arte de Henrique Vieira Filho transpostas em Moda Sustentável como roupas e acessórios.

Telas e lonas de Exposições e Obras de Arte de Henrique Vieira Filho transpostas em Moda Sustentável como roupas e acessórios.

Para saber mais:

Processo Criativo em 360º: