Exposição Raízes E Cores – Expressões Afro-Brasileiras na Arte Contemporânea

Raízes E Cores Expressões Afro-Brasileiras na Arte Contemporânea


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Raízes E Cores
Expressões Afro-Brasileiras na Arte Contemporânea

A Sociedade das Artes celebra o Dia Da Consciência Negra
Exposição com artes de
Dalila Praxedes Frazão e Henrique Vieira Filho
Dia 20/11 – 10hs – Entrada Franca
Local: Mercado Cultural – Pça XV de Novembro s/n – Serra Negra/SP
Whatsapp: (11) 98294-6468

Cada obra em exposição é um espelho da pluralidade da experiência afro-brasileira, transformando nossas raízes em pinceladas que contam histórias de ancestralidade, mas também de reinvenção e renascimento.

Além de uma celebração, o evento “Raízes e Cores” é uma oportunidade para refletir sobre as nuances de nossas ancestralidades, de reconhecer as lutas e também celebrar as conquistas,

 Por meio de um diálogo entre a herança e a contemporaneidade, as pinturas em exposição comprovam que a verdadeira riqueza de um país reside na diversidade de suas histórias, na harmonia de suas cores, e na ressonância profunda de suas raízes culturais.

Apresentação de Capoeira no evento de 2021
Apresentação de Capoeira no evento de 2021

Artes de Henrique Vieira Filho
Algumas das pinturas que estarão em exposição

Nas palavras do artista Henrique Vieira Filho:

Tive a felicidade de expor meus trabalhos em todo o mundo, desde galerias renomadas, até os mais modestos espaços culturais, em cidades icônicas, como Paris, Londres, Nova York, Miami, Tóquio.

Mas, foi aqui, na singela Serra Negra, que vivenciei um dos momentos mais emocionantes!

Era o Dia da Consciência Negra e uma coletânea de minhas pinturas estava em exposição, quando notei um simpático senhor chorando enquanto vislumbrava uma das artes. 

Ele não sabia o motivo, nem como uma simples imagem pode despertar um misto de encantamento, tristeza, espanto e, por fim, sensação de paz!

Aquelas lágrimas foram infinitamente mais significativas do que todas as análises que recebi de críticos de arte, galeristas e colecionadores, pois, aquela pessoa é que sabe realmente como apreciar a arte: com o CORAÇÃO!

Ninguém precisa ser especialista ou estudioso do assunto para visitar uma exposição. Basta deixar a imaginação e as sensações fluírem, dedicar um tempo para apreciar detalhes das que mais gostou e se permitir encantar!  

Nos próximos dias, uma excelente oportunidade para vivenciar mais arte em nossas vidas: gratuito, censura livre, dia 20/11, 10hs, no Mercado Cultural (Pça XV de Novembro – Serra Negra – SP) teremos a Exposição “Raízes e Cores: Expressões Afro-Brasileiras na Arte Contemporânea”.

E, para este ano, ainda contamos também com obras de Dalila Praxedes Frazão, artista em plena ascensão, cujas artes vem conquistando o merecido reconhecimento.

Cada obra em exposição é um espelho refletindo a pluralidade da experiência afro-brasileira, transformando nossas raízes em pinceladas que contam histórias de ancestralidade, mas também de reinvenção e renascimento.

Além de uma celebração, o evento “Raízes e Cores” é uma oportunidade para refletir sobre as nuances de nossas ancestralidades, de reconhecer as lutas e também celebrar as conquistas,

 Por meio de um diálogo entre a herança e a contemporaneidade, as pinturas em exposição comprovam que a verdadeira riqueza de um país reside na diversidade de suas histórias, na harmonia de suas cores, e na ressonância profunda de suas raízes culturais.

Venha conhecer! Será um prazer receber a todos neste Dia da Consciência Negra! 

Fabiana Vieira (artista têxtil), Dalila Praxedes Frazão (ao lado de uma de suas obras) e Henrique Vieira Filho
Fabiana Vieira (artista têxtil), Dalila Praxedes Frazão (ao lado de uma de suas obras) e Henrique Vieira Filho

Obras que homenageiam a Cultura Afro, em imagens e histórias:

Mermaid Kianda (gravura acrílica sobre tela) – inspirada na mitologia angolana, esta sereia concedia desejos de riquezas e, caso o beneficiado agisse com avareza, seria condenado à eternidade no fundo do oceano, às vezes, levando junto toda a aldeia. Esta pintura já esteve em exposições em Madri, Barcelona e Viena.

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Artista plástico Henrique Vieira Filho e Amanda Canela, que posou para a pintura da sereia de Angola

Indomitable (gravura acrílica sobre tela) – obra do acervo particular da grande cantora Aline Wirley, gentilmente cedida para esta Exposição. Esta tela é composta por texturas de asas de borboleta, penas de aves, ambas africanas, assim como os grafismos e tatuagens pintadas sobre a pele desta poderosa guerreira.

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A cantora Aline Wirley,  Henrique Vieira Filho e Fabiana Vieira, com a pintura ao fundo

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Henrique Vieira Filho com sua pintura Indomitable, onde retrata a cantora Aline Wirley

Tela “Indômita” – Artista Henrique Vieira Filho – YouTube

“The Goddess Of The Seas”  (gravura acrílica sobre tela) – inspirada nas tradições afro-brasileiras, em especial, Iemanjá, a obra retrata a rainha do mar, deusa protetora, maternal e, ao mesmo tempo, senhora da força da natureza das águas, implacável quando necessário.

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A modelo Tayná Ferreira posando para a tela The “Goddess Of The Seas”

Tela: Godx Deity
Artista: Henrique Vieira Filho

Releitura de pinturas de Carl Gustav Jung publicadas em sua obra “O Livro Vermelho”

Tela: Birth Of The Saci
Artista: Henrique Vieira Filho


De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.
Artwork: “???????????????????? ???????? ???????????? ????????????????” - Artist: Henrique Vieira Filho - Tela: O Nascimento Do Saci
Ao tomar contato com a cultura africana, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.
Tela “O Nascimento Do Saci” – Artista Henrique Vieira Filho

Tela: African Aphrodite
Artista: Henrique Vieira Filho


Title: African Aphrodite
Artist: Henrique Vieira Filho
Óleo e Acrílica sobre tela

O esplendor da afrodescendente, uma Vênus Orixá, integrada aos grafismos urbanos.

Tela: African Gioconda
Artista: Henrique Vieira Filho

Série de Telas “Giocondas” – Etapas Criativas – Artista: Henrique Vieira Filho

A homenagem à beleza da etnia afro estampada tanto nesta moderna Mona Lisa, quanto nos grafismos, inspirados nos tecidos artesanais africanos.

Tela: Decipher Me
Artista: Henrique Vieira Filho


Alada, felina e humana, o fascínio da esfinge em toda a sua sedução e poder.
Exposição Diversidade 2021 Arte e Capoeira em fotos – Henrique Vieira Filho

Álbum de Fotos:
https://photos.app.goo.gl/nPf2Xte352K1YtYh6

Re-Arte – Releituras Coletivas – Circuito das Águas

No Dia Cultura, 05 de novembro, a partir das 14hs,
no Centro de Convenções Circuito das Águas (Rua Nossa Sra. do Rosário, 630 – Serra Negra – SP),
a Sociedade Das Artes e o
Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho convidam ao
Projeto Re Arte – Circuito Das Águas,
para provar que todas as Artes se complementam:
Artes Visuais, Teatro, Música, Holismo e Literatura

Isolamento físico, SIM… Isolamento CULTURAL, JAMAIS!

RSVP: Whatsapp: +55 11 98294-6468

Artistas já confirmados:

  • Henrique Vieira Filho – Artista Plástico – coordenador do Re Arte
  • Cia de Dança Allegro da Profa. Dayana Rezende
  • Elisabeth Canavarro – Artistas Plástica
  • Camila Formigoni e Breno Floriz – Poesia
  • Revista Artivismo – Literatura
  • Fabiana Vieira – Qualidade de Vida

O evento será transmitido (ao vivo e com reprises) nas redes sociais (Facebook, Youtube, Instagram), com a presença física limitada aos jornalistas, artistas e autoridades municipais.

Um espetáculo com excelente visual para registro em fotos e vídeos, comemorando o Dia Da Cultura, com total segurança. Afinal, o isolamento deve ser físico e jamais cultural: a Arte é fundamental para a harmonia mental em tempos de pandemia!

Agende já sua cobertura ao evento: Whatsapp: +55 11 98294-6468

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propôs o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

Inscrições (gratuitas) para acompanhamento e participação do Projeto Re Arte em https://sociedadedasartes.com.br/rearte2020/

Dentre os vários “crossover” de Artes e Artistas, seguem alguns destaques:

A Cia de Dança Allegro, da Profa. Dayana Rezende apresentará coreografia inspiradas nas pinturas de Sereias, de Henrique Vieira Filho e este retrata a bailarina como Yara, deusa dos rios:

A poesia “Casulo”, de Camila Formigoni será interpretada pelo ator Breno Floriz e transposta em pintura a óleo por Henrique Vieira Filho:

– Preciso desse casulo! Não quero me tornar uma borboleta, me contento em ser pupa. Está de bom tamanho….
Chorona, você é muito boba! Você já é borboleta.
Os dois se abraçaram. Ela finalizou:- Sou lagarta. Preciso me alimentar e em breve estarei ausente, envolta em meu casulo.…era em alguns momentos lagarta e em outros uma borboleta, mas, nunca havia sequer imaginado sua ausência, em um casulo…

A Revista Artivismo (edição de estréia, online) reúne Artigos e Crônicas, inspiradas em algumas das artes plásticas de Henrique Vieira Filho e este, em contrapartida, ilustra as páginas literárias com suas pinturas:

O Projeto Re Arte está na sua 3a edição, desta vez, migrando de São Paulo para Serra Negra/SP, abrindo oportunidade para as Artes de todas as cidades do Circuito Das Águas.

Inscrições (gratuitas) para acompanhamento e participação do Projeto Re Arte em https://sociedadedasartes.com.br/rearte2020/

MUITO MAIS QUE UMA EXPOSIÇÃO:
Dança, vivências de imaginação dirigida, artes visuais
e muitas outras interações artísticas!

Releituras de todos os tipos de Artes!

Versões online com segurança!

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho é o elo de interação entre expoentes da nova geração da Arte, que apresentam suas releituras e crossover de expressões artísticas.

Sociedade Das Artes
RSVP: Whatsapp: +55 11 98294-6468

O Projeto Re-Arte nasceu da “provocação” da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propôs o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

Reserva já sua entrevista com os Artistas e sua presença ao evento: Whatsapp: +55 11 98294-6468

Apoio:

Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico

Centro de Convenções Circuito das Águas

Do Vapor Viemos…

Title: Medusa
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 120 x 80 cm - 47,25 x 31,5 inches
Year: 2019
Arte: Mogiana Train
Artista: Henrique Vieira Filho
Title: Mogiana Train
Artist: Henrique Vieira Filho

 Contarei um pouco sobre meus antepassados que viveram no Circuito Das Águas Paulista.

Por parte de pai, muitos dos Vieiras, Fiorittis, Corbos, cá ainda habitam e são sobrenomes mais conhecidos na região. Porém, nesta crônica, focarei na linhagem materna.

No século 19, vindos da Itália, Francisco Rimonato e Ângela Augusta Gio Batta (meus bisavôs), desembarcaram em Santos, viajando em um dos muitos navios a vapor que foram pontes da imigração européia a abastecer as lavouras de café.

Em mais vapor, o das “Marias Fumaças”, seguem até a cidade de Amparo/SP, onde se casam e tem Emma, a primeira de 10 filhos.

Nesta tela, recém pintada, retrato a mim mesmo, minha esposa Fabiana e filha Luiza, nos papéis dos antepassados citados.

Na obra, a Estação Alferes Rodrigues, Ramal de Serra Negra: fundada em 1889, ano em que nasceu, minha avó materna, Emma Rimonato. A imagem baseou-se em fotografia de 2015, de autoria de Marcelo Tomaz, idealizador do Projeto Estações Brasileiras.

A “Maria Fumaça”, steampunk e surrealistaem simbiose com o Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret, simboliza o êxodo da família, saindo do Circuito Das Águas, para São Paulo – Capital, no Século 20, em busca de oportunidades econômicas e o retorno, já no Século 21, para Serra Negra/SP, em busca de melhor qualidade de vida.

Do vapor dos navios, passando pela fumaça dos trens e à poluição dos automóveis e aviões, três séculos, quatro gerações, entre idas e vindas, Europa – Brasil, Capital – Interior, completam mais um ciclo da jornada heróica familiar, antes, plantando e colhendo café e, agora, finalmente, degustando esta bebida, que tanto aprecio e, em breve, divulgarei uma nova pintura, sobre o nosso cafezinho!

DIA DO FOLCLORE – Exposicao Folk Arts

DIA DO FOLCLORE
Exposição Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas
E Histórias de Henrique Vieira Filho

Artes e muitas, muitas histórias, você encontra, em prosas e pinturas, na homenagem ao Dia Do Folclore (22 de Agosto), que o Artista Visual Henrique Vieira Filho nos brinda em sua Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Artwork: “??????? - ??????? ?? ??? ???????” - Artist: Henrique Vieira Filho  - Tela: Caipora - Deusa Da Floresta
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Artwork: “Caipora” – Artist: Henrique Vieira Filho

Seu nome tem origem na língua tupi: “kaa-póra” (habitante das matas), um ente fantástico que protege a natureza, em especial, os animais, à semelhança da deusas céltica Arduinna e nórdica Freya (todas igualmente acompanhadas por um porco selvagem) e das grego-romanas Artemis/Diana.

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

Artwork: “Iara – Mãe das Águas” – Artist: Henrique Vieira Filho

Uiara (do tupi y-îara, “senhora das águas”). Guerreira das tradições indígenas (Tupi-Guarani), renasce como espírito nas águas doces, que se tornam seu domínio. A miscigenação com a cultura européia lhe antropomorfiza como Sereia.

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Artwork: “Birth Of The Saci” Artist: Henrique Vieira Filho
Tela: O Nascimento Do Saci

Em tupi-guarani, “perereca” é designação para tudo que se locomove aos saltos.

Já o termo “saci” é uma onomatopéia, ou seja, uma palavra idêntica ao som a se descrever, no caso, o canto (que também é seu nome…) de um certo pássaro muito arisco, difícil de ser visto, fácil de ser ouvido, enquanto exclama, continuadamente: _ “Sa.. ci… sa…ci… sa…ci…”.

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

Artwork: “Birth Of The Saci” – Artist: Henrique Vieira Filho

O Folclore Mundial Nas Pinturas E Histórias de Henrique Vieira Filho

Saci Perereca É A Fêmea?

Exposição Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas E Histórias de Henrique Vieira Filho

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Artwork: “𝘽𝙞𝙧𝙩𝙝 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙎𝙖𝙘𝙞” - Artist: Henrique Vieira Filho  Tela: O Nascimento Do Saci
Artwork: “𝘽𝙞𝙧𝙩𝙝 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙎𝙖𝙘𝙞” – Artist: Henrique Vieira Filho Tela: O Nascimento Do Saci

Em tupi-guarani, “perereca” é designação para tudo que se locomove aos saltos. 

   Já o termo “saci” é uma onomatopéia, ou seja, uma palavra idêntica ao som a se descrever, no caso, o canto (que também é seu nome…) de um certo pássaro muito arisco, difícil de ser visto, fácil de ser ouvido, enquanto exclama, continuadamente: _ “Sa.. ci… sa…ci… sa…ci…”.

   Esta e muitas outras histórias, você encontra, em prosas e pinturas, na homenagem ao Dia Do Folclore (22 de Agosto), que o Artista Visual Henrique Vieira Filho nos brinda em sua

Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes  Alameda Santos, 211 –  São Paulo – SP – Entrada Franca

Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê. 

 Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico. 

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente. 

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira. 

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na  Exposição “Folk Art”!

 Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 - 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” - Artist: Henrique Vieira Filho ( 
Iara Mermaid - Yara, Uiara (do tupi y-îara, "senhora das águas") - Mitologia Brasileira
Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 – 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 – 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

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Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

“The Goddess Of The Seas”, 2020 – Artista: Henrique Vieira Filho

O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

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Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

“The Goddess Of The Seas”, 2020 – Artista: Henrique Vieira Filho

Folk Art

Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

“The Goddess Of The Seas”, 2020 – Artista: Henrique Vieira Filho

Especial De Início de Ano: A Jornalista Keila Lima Entrevista Henrique Vieira Filho – Artista e Psicanalista

Capa Revista Terapia Holística
https://youtu.be/-cu5vqSUT7U

Muito simpática e talentosa, a a Jornalista Keila Lima conduziu com carinho a entrevista com o Artista Plástico Henrique Vieira Filho.

A apresentadora destacou as obras do Artista que representavam a paz, tão desejada nestes períodos de final de ano e início do novo:

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A Morte Em Terapia E Nas Artes

Finados – Arte E Terapia Na Elaboração Da Morte
Artigo do Artista e Psicanalista Henrique Vieira Filho

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Art works: Angel of Death and D’Arkangel - Artist: Henrique Vieira Filho
À Direita: Title: D’ArkangelArtist: Henrique Vieira FilhoMixed media on canvasSize: 80 x 120 cm – 31,5 x 47,25 inchesYear: 2017Á Esquerda:Title: Angel of DeathArtist: Henrique Vieira FilhoMixed media on canvasSize: 80 x 120 cm – 31,5 x 47,25 inches Year: 2017

Enquanto algumas culturas festejam (México) e outras homenageiam (Japão), o Brasil herda tradições que cultuam o sofrimento sobre a importante pauta que é a MORTE.

As Artes expressam e transmitem sentimentos universais, por isso, é natural que a representação da mortalidade seja recorrente na pintura, literatura, teatro, cinema, enfim, todos os gêneros, possibilitando a cada observador a oportunidade de catarse emocional.

Seja em terapêutica (apreciação artística), seja explícita em consultório (arteterapia), Arte e Terapia se somam em nosso benefício para melhor lidarmos com a morte, tema onipresente neste período celebrativo de finados.

Title: Angel of Death Artist: Henrique Vieira Filho
Title: Angel of Death
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm – 31,5 x 47,25 inches Year: 2017

Title: D’Arkangel Artist: Henrique Vieira Filho
Title: D’Arkangel
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm – 31,5 x 47,25 inches
Year: 2017

Enquanto algumas culturas festejam (México) e outras homenageiam (Japão), o Brasil herda tradições que cultuam o sofrimento sobre a importante pauta que é a MORTE.

As Artes expressam e transmitem sentimentos universais, por isso, é natural que a representação da mortalidade seja recorrente na pintura, literatura, teatro, cinema, enfim, todos os gêneros, possibilitando a cada observador a oportunidade de catarse emocional.

Seja em terapêutica (apreciação artística), seja explícita em consultório (arteterapia), Arte e Terapia se somam em nosso benefício para melhor lidarmos com a morte, tema onipresente neste período celebrativo de finados.

Teóricos classificam a morte em categorias, sendo que, um deles, Kovács, M.J., em sua obra “Educação para a Morte – Temas e Reflexões”, nos apresenta o que nominou de morte escancarada, via de regra, do tipo violenta, em guerras, tragédias, desastres e emergências, envolvendo a banalização da morte, com superexposição da midia, o que tanto pode criar possibilidades de discussão, como tão somente gerar perplexidade e desconforto:

“A morte escancarada por ser inesperada não permite preparo prévio.

Envolve múltiplos fatores que podem dificultar a sua elaboração: perdas múltiplas (morte de várias pessoas da mesma família), perdas invertidas (filhos e netos que morrem antes de pais e avós), presença de corpos mutilados, desaparecimento de corpos e cenas de violência.” (Kovács)

Como complementação ao tópico acima, Philippe Ariès, nos apresenta outras classificações complementares de morte:

  • A “domada”, mais comum à Idade Média, onde morrer era um risco cotidiano, por doenças, ferimentos, e o temor maior era quanto à forma abrupta, que poderia impedir os rituais de despedida, como um evento familiar que incluía a espera no leito, o lamento pela vida, a evocação de pessoas e coisas amadas, o perdão e a absolvição sacramental. (Ariès, 2003).
  • A “interdita”, onde não era mais entendido como um fenômeno natural, sendo aplicada a “medicalização” da morte, quando os moribundos eram levados aos hospitais para morrer, lugar que era conveniente para esconder a repugnância e aspectos sórdidos ligados à doença. Dessa maneira, foi ficando mais comum a supressão do luto e das manifestações de dor. (Ariès, 2003)
  • E temos, ainda, a morte “reumanizada”, onde, ao invés da busca de a todo custo impedir ou adiar o falecimento, aplica-se a ortotanásia, onde se cuida para que a pessoa tenha uma morte digna, sem procedimentos que iriam somente prolongar a vida sem qualidade.

 

Projeto Re-Arte:Releituras Coletivas - Re-Art Collective Project: Arts Revisited
Art: CATrina - Artist: Henrique Vieira Filho
Art: CATrina – Artist: Henrique Vieira Filho

Independente de classificação, a morte é pauta em atendimentos de consultório, existindo até abordagens específicas, como a Terapia do Luto.

O processo de luto, quando bem vivenciado, facilita condições para uma adaptação à perda, despertando a disponibilidade para novos investimentos em sua vida, reorganização uma nova rotina para o dia a dia.

Mas, há fatores complicadores, conforme a circunstância do acontecimento do luto:

  • O “antecipatório”, quando, por exemplo, inicia desde o um diagnóstico de problemas de saúde incuráveis;.
  • O “parental”, que envolve a morte de filho, também é chamada de “morte invertida” e costuma envolver sentimentos de culpa dos pais;
  • O “adiado”, acontece normalmente quando não há vivência imediata da perda, por diversos fatores e só ocorre muito tempo após o acontecimento.
  • O “inaceitável”, quando não há amparo social e/ou nas crenças e costumes, como por exemplo, mortes de animais, aborto, ou de amantes.
  • O “suspenso”, que ocorre em casos de ausência ou desaparecimento do corpo;
  • Complementando, e bem no contexto atual, há ainda o luto “coletivo”, com a sensação de perda disseminada por toda uma coletividade, como o que se gerou perante o ataque terrorista em Paris e a tragédia sócio-ambiental em Mariana.

Boa parte dos teóricos, para fins de facilitar o entendimento, descrevem o que chamam de “fases do luto”.

Klüber-Ross (1996) é talvez a referência mais citada, classificando em cinco fases do luto, que também se aplicavam as pessoas que vivenciavam outros tipos de perda:

  • “Negação”, quando a pessoa parece não acreditar que ocorreu a morte;
  • “Raiva”, marcado por sentimentos de revolta, ressentimento e até a atribuição de causa ou culpa para algo ou alguém;
  • “Barganha”, período em que ocorre uma espécie de negociação que possa mudar ou evitar a perda. É comum o apelo a entidades divinas e quaisquer crenças por meio de pactos ou promessas;
  • “Melancolia”, período de extrema tristeza, introspecção e isolamento;
  • “Aceitação”, que é a fase derradeira, mas que não significa o fim do sofrimento, mas um período em que a pessoa deixa de lutar contra a morte, a aceita e isso facilita o enfrentamento.

A Terapia Holística possui muitos instrumentos para que possamos atuar como mediadores, catalisadores do processo de luto.

Uma das vertentes mais procuradoras e bastante polêmica é a Terapia Comportamental, que propõe “tarefas” a serem executadas pelo Cliente, algo como um “passo a passo”, com prazos e metas.

Claro, sempre é tentador, tanto para a pessoa atendida, quanto para o Profissional, trabalhar dentro de uma expectativa de tempo e de resultados e, muitas vezes, é necessário, como, por exemplo, nos casos de pessoas que sejam arrimos emocionais e/ou financeiros dos demais, não sendo possível ficar sem a retomada de suas rotinas de vida.

Outrossim, devemos sempre ter em mente que obter resultados na alteração do comportamento (como, por exemplos, a pessoa cessar com os choros, volta a trabalhar, a cuidar dos filhos…), muitas vezes implica em estarmos adiando o contato com o sofrimento, ou, ainda pior, estarmos predispondo à somatização do trauma, o qual, não encontrando espaço para manifestar-se emocionalmente, passará ao corpo, em diferentes graus de seriedade.

Sempre que possível, devemos adotar a linha terapêutica humanista, onde não existe um roteiro ou prazo pré-estipulado, permanecendo a Terapia à disposição do Cliente, que levará o tempo que for necessário para conseguir lidar com a perda, redefinir os papéis e retomar sua vida, em sua nova forma.

Paralelamente aos métodos Psicoterápicos, podemos contar com as técnicas de equilíbrio energético de meridianos, de chakras e, é claro, a popular Terapia Floral, com seu vasto leque de essências, adequadas a cada etapa emocional de nossos Clientes.

Desde a consagrada composição do Rescue Remedy, que atua muito bem em momentos de grande variação emocional, até o ideal, que sempre é personalizar a escolha das essências, adequando ao exato momento vivenciado pelo Cliente, os Florais de Bach contam com longa tradicional de auxílio ao luto.

 

Title: Katrina Gioconda
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm -  31,5 x 47,25 inches
Year: 2017
Title: Katrina Gioconda – Artist: Henrique Vieira Filho

 

Esta pauta teria que ser aprofundada muito além do espaço destinado a este Artigo, razão pela qual, pretendo retomar e complementar este tema, em futuras oportunidades.

 

Que todos saibam que sempre terão, na Terapia Holística e na ARTE, excelentes pontos de apoio para a harmonização em suas vidas.

 

 

Arte E Terapia, com Henrique Vieira Filho

www.henriquevieirafilho.com.br [email protected]

+55 11 93800-1262