Mente Sã, Corpo São

Yoga Fest

Yoga Fest

 Neste artigo para o Jornal O Serrano, Henrique Vieira Filho fala do Turismo Do Bem-Estar, que movimenta US$ 900 milhões ao ano, chega a custar R$ 9 mil por fim-de-semana (por pessoa), mas que também pode ser aproveitado gratuitamente: Yoga Fest, dia 19/11, em Serra Negra / SP.

 Neste artigo para o Jornal O Serrano, Henrique Vieira Filho fala do Turismo Do Bem-Estar, que movimenta US$ 900 milhões ao ano, chega a custar R$ 9 mil por fim-de-semana (por pessoa), mas que também pode ser aproveitado gratuitamente: Yoga Fest, dia 19/11, em Serra Negra / SP.

Publicado resumido no Jornal O SERRANO, Nº 6380, de 10/11//2023
DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.10078326

Contrariando nossa fama de “cuca-fresca”, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o país com o maior número de pessoas ansiosas: 9,3% da população!

Essa é uma das razões do crescente sucesso do “turismo de bem-estar” – “wellness tourism, que já foi muito mais forte em nossa região, com pessoas de todo o mundo vindo em busca de tranquilidade, silêncio, ar puro e os poderes terapêuticos de nossas águas. 

Segundo o Global Wellness Institute, são “viagens associadas à ideia de manutenção ou conquista do bem-estar pessoal, criando oportunidades para melhorar a saúde física e mental de maneira mais holística”.

Para Mari Campos, especialista em turismo de luxo do jornal O Estado de São Paulo, “o turismo de bem-estar vai muito além dos estúdios spas ou retiros e hoje se estende enormemente à alimentação saudável, rotinas de exercícios, práticas mentais, experiências na natureza ou mesmo conexões entre pessoas”.

Trata-se de um setor que movimenta US$ 900 milhões ao ano e passou a crescer ainda mais em decorrência da pandemia.

É um nicho bem remunerado e não é de hoje, pois já nos anos 90, empresas como Citibank e hotéis 5 estrelas pagavam US$ 1 mil a hora por minhas vivências de relaxamento e ensino de auto-massagem.

Não por acaso, redes hoteleiras de renome como Fasano, Six Senses Botanique e outros membros da Associação Brasileira de Turismo de Luxo investem em eventos de bem-estar em sua programação.

Uma hospedagem de fim de semana que inclua um “combo” de terapias, práticas de autoconhecimento, realinhamento de corpo e alma e reaprender a ouvir seu eu interior pode passar de R$ 9 mil por pessoa.

Claro, nem todas as propostas são voltadas à elite financeira: tem até evento com acesso gratuito!

Como este: Yoga Fest – dia 19/11, 14hs, em que Luciano Esteves (Yoga Da Serra) conduzirá uma vivência com meditação e técnicas respiratórias, no Tascone Café (Avenida Ariovaldo Viana, 99 – Serra Negra/SP), que contará com exposição de algumas de minhas pinturas e um bazar de produtos artesanais. 

Todos merecemos mais bem estar em nossas vidas! Nos encontraremos lá!


Algumas das obras de Henrique Vieira Filho que estarão em exposição na Yoga Fest:

Making of – Arte: Synesthesia, de Henrique Vieira Filho
Arte: Kundalini – Artista: Henrique Vieira Filho

Title: Kundalini
Artist: Henrique Vieira Filho
Title: Kundalini – Artist: Henrique Vieira Filho

Title: Kundalini
Artist: Henrique Vieira Filho
A cantora Erica Pinna
A cantora Erica Pinna posando para a pintura de Henrique Vieira Filho
Arte Wall Music, de Henrique Vieira Filho em homenagem à cantora Erica Pinna
Arte “Wall Music”, de Henrique Vieira Filho em homenagem à cantora Erica Pinna
O artista Henrique Vieira Filho e a cantora Erica Pinna recebendo a obra “Wall Music”
O artista Henrique Vieira Filho e a cantora Erica Pinna recebendo a obra “Wall Music”
Erica Pinna recebe a obra de Henrique Vieira Filho e canta “The Wall” (Pink Floyd)

Luciano Esteves – Yoga Na Serra

Meditando em Serra Negra
Ilustração: Henrique Vieira Filho
Tascone Café – Avenida Ariovaldo Viana, 99 – Serra Negra/SP

Pocket Exhibition & Cabernet Literário – 2023

Pocket Exhibition & Cabernet Literário - 2023

Neste dia 18/11, às 19hs, teremos a mais recente edição do Cabernet Literário, com a escritora Katia Parente apresentando o conto “Um História Com Aroma de Café“, acompanhado de apreciação de vinho e a gastronomia do restaurante Serra dos Sicalis (para saber mais e se inscrever, clique aqui).

Em paralelo o público terá a oportunidade de vivenciar uma coletânea de obras de arte de Henrique Vieira Filho selecionadas para ilustrar o tema da noite.

A seguir, algumas das obras que estarão em exibição:


Title: Surreal Coffee
Artist: Henrique Vieira Filho
Making of / Brain Storm para criação da arte “Surreal Coffee”, de Henrique Vieira Filho

O Artista Henrique Vieira Filho apresenta sua obra “Surreal Coffee”, em que homenageia Salvador Dali

The Goddess Libera”, uma versão feminina e anterior a Dioniso/Baco, relacionada à liberdade, à libido, ao vinho e aos ciclos da natureza.
Processo criativo para a pintura da deusa do vinho, Goddess Libera


Making of – sessão fotpgráfica de inspiração para a obra “Goddess Libera”, de Henrique Vieira Filho

Arte: “Bacchantes Alchemists” – Artista: Henrique Vieira Filho
Nesta releitura do secular afresco da Casa dei Vettii, em Pompéia. o próprio Artista é retratado como Pentheus e sua mãe, em variadas idades, compõem as Bacantes a lhe desmembrar. Autobiografia psicanalítica, trata-se da transmutação alquímica solutio, em que os aspectos rígidos da personalidade são dissolvidos no inconsciente, para ampliação da consciência. 
Arte do vinho, com o sommelier Luis Mota, junto às obras de Henrique Vieira Filho e performance musical e teatral (sereística e viking).

A pintura Bacchantes Alchemists, de Henrique Vieira Filho, sob performance bacante da Cia. Patoktak, e a degustação de vinhos, do sommelier Luis Mota em releitura mútua


Arte: Mogiana Train – Artista: Henrique Vieira Filho
No século 19, vindos da Itália, Francisco Rimonato e  ngela Augusta Gio Batta (bisavôs do Artista),  viajam de trem até a cidade de Amparo/SP, onde se casam e tem Emma, a primeira de 10 filhos.
Nesta tela, Henrique retrata a si mesmo, sua esposa Fabiana e filha Luiza, no papel dos antepassados homenageados.
Sessão fotográfica de inspiração para a obra “Mogiana Train”, de Henrique Vieira Filho

Inscrições: Cabernet Literário Serra dos Sicalis restaurante em Serra Negra – 2023 – Sympla

Para saber mais:

Artigos:
Vinho, Café E Cultura
A Embriaguez Divina, Baco, Alquimia e Psicanálise
O Simbolismo Do Vinho
Da Vinci E Sua Arte… Culinária!
Starbucks Tem Melusina E Serra Negra, A Yara!

Quem Te Viu, Quem TV

“São Paulo Gustavo - Protetor Dos Cineastas” - Ilustração: Henrique Vieira Filho

Neste seu artigo para o Jornal O Serrano, Henrique Vieira Filho nos fala sobre a importância do audiovisual, conta de suas experiências televisivas e brinca com o ator Paulo Gustavo sendo o santo padroeiro dos cineastas.

Publicado resumido no Jornal O SERRANO, Nº 6378, de 27/10//2023

“São Paulo Gustavo - Protetor Dos Cineastas” - Ilustração: Henrique Vieira Filho
“São Paulo Gustavo – Protetor Dos Cineastas” – Ilustração: Henrique Vieira Filho

Hoje, 27 de outubro, celebramos o Dia Mundial do Patrimônio Audiovisual!

A união de som, imagem e movimento gera um dos instrumentos mais atrativos e completos para divertir (filmes, séries), transmitir conhecimento (video-aulas) e registrar fatos, história e cultura, disseminando a informação para a sociedade e preservando para futuras gerações (documentários). 

Com a tecnologia cada vez mais acessível, boa parte da população se tornou “cineasta de rede social”, pois, com um celular, acesso à internet e criatividade, seu vídeo pode alcançar o mundo!

No cenário profissional ainda há inúmeros idealistas, que mesmo sem verba (não raro, colocam dinheiro do próprio bolso), se propõem a realizar documentários, curtas metragens e até filmes.

Claro que se tivessem um patrocínio, fariam muito mais e melhor, por isso, todos sonhamos com aprovação em editais públicos, como os promovidos pela Lei Paulo Gustavo. 

E, antes que alguém imagine um orçamento “hollywoodiano”, se fosse distribuído igualmente entre todos os concorrentes, mal daria para tomar um café.

A verba que o governo federal irá disponibilizar para cada cidade do Circuito Das Águas não cobriria sequer a produção de um único capítulo de novela televisiva! Sei bem dos custos, pois já tive quadro semanal fixo na TV Mulher.

Em minha experiência audiovisual, já fiquei de frente com Gabi (Marília Gabriela), levei um beijo do Gordo (Jô Soares), passei tardes com Claudete Troiano (Gazeta), festejei e bailei com Agnaldo Rayol (TV Cultura) e até consegui pontos extras para o Gugu junto ao Ibope: a entrevista prevista para durar 10 minutos se transformou em 40, pois os gráficos de audiência continuavam subindo.

E se for para enfeitar ainda mais o currículo, posso afirmar que já fui campeão de audiência, com 100% dos espectadores: discursei em rede nacional de rádio e televisão, em prol de boas causas.

Depois de tantas aventuras televisivas, apelo ao fato que também sou filho de dona Hermínia (pior que é verdade!) e rezo a “São Paulo Gustavo” que conceda a graça de uma singela verba aos documentaristas serranos (me incluo nesta).

“Quem te viu, quem TV”,  senhor Henrique…

Citation

Vieira Filho, H. (2023). Quem Te Viu, Quem TV. Jornal O Serrano, CXV(6378). https://doi.org/10.5281/zenodo.10035119

Semeando Filhos, Livros e Árvores

Livros, Árvores E Filhos - Arte: Henrique Vieira Filho
Livros, Árvores E Filhos – Arte: Henrique Vieira Filho

DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.10031359

Neste artigo para o Jornal O SERRANO, Henrique Vieira Filho parte do fato que recém tivemos os dias da criança, do professor, do livro e da árvore, escrevo sobre a famosa lista do poeta cubano José Martí, que afirma que todos nós devemos plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro e, assim, eternizar nossa passagem pela vida.

Publicado resumido no Jornal O SERRANO, Nº 6327, de 21/10/2022

Você, que acompanha meus artigos, já notou que gosto de ter datas comemorativas como ponto de partida narrativa.

Em um curto intervalo de tempo, temos os dias nacionais da árvore, das crianças, do professor e do livro.

Faz cerca de 30 anos que nasceram minha primeira filha e meu primeiro livro, este sobre um tema do qual continuo professor.

Nem lembro quando plantei a primeira árvore, nem de quantas ao longo da vida, mas, suponho que muitas tiveram que ser sacrificadas para que meus livros fossem impressos.

Por sua vez, ensinar e escrever roubam boa parte do tempo de convivência com os filhos.

Não é nada simples conciliar os itens da famosa lista do poeta cubano José Martí, que afirma que todos nós devemos plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro e, assim, eternizar nossa passagem pela vida.

Textos, crianças e plantas, todos nascem de uma singela semente, de onde germinam ideias, vidas e emoções sem fim. 

Demandam muitos cuidados e dedicação; uns mais, outros menos e de diferentes formas.

Sem árvores não podem existir nem livros, nem filhos, nem genitores, nem professores, por isso, semear é fundamental! E nem precisam de tantos cuidados, já que a mãe natureza é quem se encarrega da criação.

Parir um livro é muito mais simples do que a um filho. O primeiro já nasce adulto e retribui com renda e prestígio, o segundo, para os pais, será sempre criança (por mais que cresça…), mas tem uma capacidade que nenhum livro tem: a de te amar de volta!

Dos filhos e livros somos tanto professores, quanto alunos, enquanto as árvores já nascem sabendo tudo e só tem a nos ensinar. 

Como pai de mais de vinte filhas e alguns livros (ops, é ao contrário!) e de um sem número de plantas, já poderia estar feliz e satisfeito. Porém, uma coisa ainda me frustra: nem minhas crianças, nem minhas plantas leram nada do que eu já escrevi!

Revista Terapia Holística – Edição 80

Capa Revista TH - Arte: Henrique Vieira Filho
Capa Revista TH - Arte: Henrique Vieira Filho

Editorial

A Edição de Nº 80 da Revista TH nos brinda com uma dupla abordagem junguiana: na Arteterapia e também na Fitoterapia, sendo que esta última ainda inclui a seleção das plantas via Pulsologia de Nogier (auriculoterapia) ou toque nos pontos de alarmes da acupuntura sistêmica.

A polêmica entre os diversos tipos de Reiki, com suas semelhanças e diferenças entre a versão Usui e a Lunar é a o tema em pauta de nossa matéria que complementa a nosso octagésima edição deste que é a Revista Oficial da Terapia Holística no Brasil, completando treze anos de existência.

Boas leituras para todos!
Henrique Vieira Filho
Henrique Vieira Filho
MTB 0080467/SP
Jornalista Responsável

Clique nos links a seguir para ler cada artigo. Se preferir a versão e-book 3D, clique aqui.

Arteterapia Junguiana: Da Educação Das Emoções Ao Processo De Individuação

Fitoterapia Holística

Reiki Lunar e Reiki Usui

Reiki Lunar e Reiki Usui

Reiki Lunar - Ilustração: Henrique Vieira Filho
Reiki Lunar - Ilustração: Henrique Vieira Filho

Reiki Lunar – Ilustração: Henrique Vieira Filho

Resumo

 Reiki é uma técnica terapêutica que dispensa o contato físico, onde se faz uso da Energia Vital Universal, trazendo um equilíbrio dos chakras, corpo, emoções e mente; trazendo então um caminho para o equilíbrio e bem-estar. 

O Reiki Lunar segue a mesma proposta, sendo também conectado com a sabedoria Lunar, com a proposta de harmonização dos nossos aspectos femininos. 

Fazendo a conexão de nossos aspectos internos com  os ciclos lunares externos. A ampliação da qualidade de vida, além da discussão interativa com o Cliente de aspectos levantados, acrescidos de aconselhamento, levando ao autoconhecimento e a mudanças positivas em várias áreas.

Introdução

O que é Reiki? Uma técnica, um conceito, um estilo de vida ou uma marca registrada? Dependendo de quem você perguntar, terá um grande sim, para cada uma das perguntas, e nenhuma deixa de estar certa. 

A palavra Reiki deriva do  japonês reiki (霊気 que significa “atmosfera misteriosa”), que por sua vez deriva do chinês língqì (靈氣, “influência sobrenatural”). Em 1975 começou a aparecer em literaturas traduzidas para o inglês, que por escolha do tradutor, ficou com a tradução simplesmente como: energia vital universal.

Foi canalizado este conhecimento ancestral, inicialmente e o que até então sabemos, pelo Sr. Mikao Usui, que durante seu aprendizado budista, provavelmente meditação, orações, entoações de mantras e cânticos, jejum , dentro os quais ele recebeu/canalizou esse conhecimento e o chamou de Reiki. A partir daí, ele continuou aprofundando seu conhecimento e encontrando formas de transmitir a mais pessoas, tanto o cuidado (tratamento) quanto os ensinamentos (alunos).

Mas Afinal o que seria então o tal do Reiki,  霊気 em shinjitai kanji ou como レイキ no silabário katakana. Rei (霊: “espírito, milagroso, divino”) e ki (気; qi: “gás, energia vital, sopro de vida. O ki, mais conhecido por qi ou ch’i chinês) no reiki pode ser entendido como energia espiritual, energia vital. 

Sendo considerada uma técnica japonesa para diminuição do stress e ampliação do relaxamento que poderá equilibrar os aspectos que precisam: corpo, emoções, mente e espírito; como vimos acima, significa a grosso modo: a espiritualidade (energia universal) conduz a energia vital (vida). O conceito do Reiki seria que nossa Energia Vital, está fraca ou com seu caminho obstruído e com isso o recebimento desta energia Universal poderemos ter um caminho para o equilíbrio. 

Lembrando que o Reiki não faz cura, não trata doenças físicas ou mentais, ele auxilia no seu processo de contato com o que se faz necessário e com isso facilita o entendimento e conexão com seu bem-estar. Razão pela qual em nenhuma sessão de Reiki você será avaliado, como acontece com tratamentos médicos.

O Reiki Lunar segue a mesma proposta, sendo também conectado com a sabedoria Lunar, com a proposta de harmonização dos nossos aspectos femininos. 

Fazendo a conexão de nossos aspectos internos com  os ciclos lunares externos. A ampliação da qualidade de vida, além da discussão interativa com o Cliente de aspectos levantados, acrescidos de aconselhamento, levando ao autoconhecimento e a mudanças positivas em várias áreas.

Conectando com sua energia e absorvendo a energia Universal,  harmonizamos diversos aspectos dos nossos clientes, aumentando a energia feminina conseguimos observar os mais diversos sentimentos que possam brotar, e nos ajudar a entender situações.

Calma e harmonia são as palavras que mais se destacam como descrição pelas pessoas que já passaram pelo atendimento. Lembrando que esse método pode ser utilizado por todos, afinal em se tratando de energia universal e influência da Lua, todos somos sensíveis a sua influência.

Os seres vivos respondem à energia do Sol e da Lua. Regulando nossos movimentos de  atividade e repouso, o crescimento dos nossos alimentos, florescimento, colheita, morte e renascimento.

A sabedoria ancestral vem nos apresentar que a Lua interna e externa influencia nos nossos ciclos e como reagimos a diversas situações nas nossas rotinas.

Lua Interna diz respeito ao seu ciclo, ou seja a data que você sangra; você pode escolher a Lua vermelha ou Lua Branca, para saber exatamente qual período interno você está em cada fase da sua menstruação.

Começamos a entender as fases da Lua Externa e como ela influencia a todos os seres vivos. A relação dela com você será bem particular, por isso as pessoas que não menstruam, também recebem e se conectam com sua influência.

Lua Nova nos apresenta uma energia de renovação, reinvenção, recomeços, possibilidades… Conectar-se com você faz parte desse processo, buscar inspirações, alinhar seus sonhos e propósitos. A Lua está bem escura, mas internamente pode floris novos ciclos, reconhecer seus planos, para finalmente crescer.

Lua Crescente nos apresenta a energia de nutrição, se na fase anterior já encontramos nossas inspirações chegou o momento de nutri-los para que cresçam e sejam  o que planejamos. Preparados para esse novo período que tem suas dificuldades e acertos, vamos com o coração pronto!

Lua Cheia nos apresenta à energia! Sim, em sua totalidade e cheia de luz, essa lua nos deixa abertos a gerir nossos desejos. Estejamos abertos a acolher essa luz, essa claridade que vem iluminando nossa jornada e nos revelando as verdades que precisamos enxergar. Lembrando que a outra face da lua – está escura  (o lado oculto da Lua) pode ser uma forma de nos mantermos também alertas com nossa consciência.

Lua Minguante nos apresenta a energia de recolher. Introspecção à vista, nossas sombras aflorando vamos aprendendo a acolher e ressignificar. Analisarmos as fases que passamos e nos preparamos para renascer.

O Reiki Lunar ajuda também nos cuidados íntimos femininos, trazendo alívio e compreensão de aspectos que precisam ser ajudados. Ele não substitui seu acompanhamento médico, mas complementa e traz clareza de aspectos emocionais.

Discussão

São tantos sistemas de Reiki, mas achei que Reiki era só o do Sr. Usui! O Reiki do Sr. Usui é sim exclusivo de sua canalização: símbolos, técnicas e afins; algumas pessoas chegam até a dizer que a palavra REIKI é marca Registrada de alguma empresa norte-americana (não encontrei tal registro); de qualquer forma, o Reiki do método Usui é sim um processo que segue toda uma linhagem certificada, ensinamentos e preceitos já bem definidos. 

Como mencionei acima, não achei em local algum da internet que comprove que a palavra Reiki é uma marca registrada de quem é que seja, razão pela qual acredito que não seja inadequado algumas outras pessoas terem canalizados outros tipos de Reiki, como vemos Karuna, Lunar, Tibetano; entre outros. 

Convenhamos que poderiam chamar só pelo nome complementar ao invés de utilizar a palavra Reiki; mas  também sabemos de outras técnicas que passam pela mesma situação que é o caso do Florais de Bach, que temos outros utilizando: Florais de Minas, Florais de Gaia, Florais Californianos; entre outros.

O Reiki Lunar segue a mesma proposta do convencional, sendo também conectado com a sabedoria Lunar, com a proposta de harmonização dos nossos aspectos femininos. 

Fazendo a conexão de nossos aspectos internos com  os ciclos lunares externos. A ampliação da qualidade de vida, além da discussão interativa com o Cliente de aspectos levantados, acrescidos de aconselhamento, levando ao autoconhecimento e a mudanças positivas em várias áreas.

 Diferentemente do que muitos falam que a OMS (Organização Mundial de Saúde) reconhece o Reiki como prática integrativa, o correto é afirmar que a OMS incentiva a prática terapêutica que visa o bem-estar; mas que não tem nenhum embasamento científico. 

Artigos científicos são feitos para realizar um estudo, e podem ter vários pesos. Alguns são para evidenciar e outros são para correlações e muitas vezes estas correlações são falsas. Muitos estudos são só para levantar uma questão e não afirmando a sua efetividade de nada. Ele é publicado em revista científica da área, são várias revistas científicas que podem existir – física, química, medicina, psicologia,  entre outras. É importante verificar o peso da revista, pois tem várias que aceitam qualquer tipo de estudo, sem qualquer cuidado com o material apresentado.. A primeira etapa de um estudo é o pré-print que é a revisão do estudo por pares, ou seja a comunidade científica da área de estudo que faz parte da revista fará a revisão. Então eles revisam os defeitos, a falseabilidade e se o estudo é reprodutível, se for ele é aprovado e publicado.

O meio científico apresenta alguns estudos sobre o tema, cada qual com seu peso e sempre passando por  revisões, abaixo apresento alguns:

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22021729/

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21998438/

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21832928/

https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/21701183/

Alguns artigos são publicados sem passar por revisão de seus pares:

https://www.theguardian.com/science/blog/2011/oct/11/placebos-reiki-cancer-patients-harm

Conclusões

O que eu quero dizer com isso, que tendo ou não o estudo científico o Reiki funciona? O saber ancestral/universal ou como podemos chamar de crença pré-científica nos apresenta que ele funciona sim. E alguns  estudos, como os acima listados comprovam que ele funciona como fontes de relaxamento, alívio de dores, redução de ansiedade, bem como um amparo emocional

Lembrando que a própria OMS produziu diversos artigos e estudos das chamadas Medicinas Tradicionais ou como chamamos no Brasil de Práticas Integrativas e Complementares (PIC); recomendo acompanhamento no site da OMS, sempre tem assuntos interessantes. 

O que fortemente recomendo a todos que desejam seguir nesta grande irmandade de conhecimento de Energia Ancestral e Universal, pesquise e siga no caminho que achar que mais condiz com o que deseja para sua vida profissional. 

Lembre sempre da ética, comprometimento e estudo adequado! Cada sistema Reiki possui a sua própria linha de ensinamento, símbolos, transmissão de conhecimento e iniciação; alguns inclusive realizam tudo em versão online, facilitando o aprendizado e transmissão. 

Enfim, o Reiki Lunar é um método leve e gostoso de se conectar com você, com seus sentimentos, com a energia Universal. Reconhecer como a Lua influencia em nosso momentos da vida e resignificar como lidamos com as mais diversas situações e pessoas. Quando nos conhecemos, fica mais fácil saber como lidar conosco em situações e também com os demais.“Através do Reiki Lunar nos conectamos com sabedoria Lunar, ou seja com a nossa intuição e conexão com algo maior” –  Ellen Trizi

Cite como:
Fabiana de Matos Vieira. (2023). Reiki Lunar e Reiki Usui. Revista TH, XIII(80). https://doi.org/10.5281/zenodo.8400451

Fitoterapia Holística

Deusa Indígena das Ervas - Arte: Henrique Vieira Filho

  Deusa Chinesa Das Ervas - Ilustração: Henrique Vieira Filho
Deusa Chinesa Das Ervas – Ilustração: Henrique Vieira Filho

Resumo 

 De modo prático e objetivo, abordaremos a Fitoterapia sob um enfoque Junguiano, em especial, a Teoria da Sincronicidade. 

As incríveis “coincidências” entre as lendas, os nomes populares e científicos de cada planta e a sua utilidade como fitoterápico torna o aprendizado lúdico e prático.

Focando em uma pequena variedade de plantas, todas de venda livre e facilmente encontradas na natureza e nas casas do ramo, esta abordagem utiliza da teoria do Cinco Movimentos Chineses, bem como da Pulsologia de Nogier a dos Pontos de Alarme dos Meridianos para a correta seleção de fitoterápicos para cada momento de nossos clientes.

Introdução

As tradições possuem milhares de anos de bons serviços prestados à humanidade e devem ser levadas a sério. As lendas e histórias sobre cada planta encerram uma sabedoria muito mais profunda que suas análises químicas atuais, e tem muitas informações sobre suas utilidades terapêuticas. 

Os antigos observavam as características de “personalidade” de cada erva e já sabiam, por analogia, a que tipo de pessoa que ela auxiliaria por ressonância, independentemente de quais fossem seus sintomas físicos. Isso vem sendo resgatado nos dias atuais nas Terapias Florais. Já os antigos chineses, além destas analogias, faziam a análise do sabor de cada planta, classificando-a dentro dos Cinco Movimentos Chineses, por consequência, já ficavam sabendo para que serviriam.

Ao invés de nos atermos a tabelas de correlação entre sintomas e plantas, esta abordagem propõe quitessenciar a adequação a cada caso, passando as plantas a serem selecionadas com o auxílio da Pulsologia de Nogier e/ou a reação ao toque nos Pontos de Alarme, mediante aproximação de amostras dos fitoterápicos.

Sabendo de antemão que os métodos de pesquisa ortodoxos em pouco elucidariam as milenares aplicações terapêuticas dos vegetais, encontrei as respostas na Sincronicidade (teoria junguiana da possibilidade de relação significativa, mas não causal, entre eventos) e na teoria dos Cinco Movimentos Chineses. Quintessenciado a adequação da escolha de fitoterápicos para cada caso, aplicamos testes pela Pulsologia de Nogier e pela reação dos Pontos de Alarme dos Meridianos.

Fazendo um levantamento sobre os deuses e lendas ligados a cada uma das plantas, descobri as “grandes coincidências” entre essas histórias e o momento do Cliente no qual o fitoterápico apto a atuar. Fora isso, as características de comportamento de cada planta (o modo como cresce, seus terrenos preferidos, suas cores, etc.) correspondem exatamente ao tipo de pessoa à qual a sua composição poderá ajudar. E, por mais estranho que pareça a quem não está familiarizado com a idéia da sincronicidade, até mesmo a etimologia dos nomes das plantas já nos esclarecem para que elas servem.

Somando-se a isso, pesquisei o uso fitoterápico tradicional, em especial sob o enfoque milenar chinês dos Cinco Movimentos e constatei que, além de seu uso para o equilíbrio de determinados sintomas físicos e para as emoções.

Um Pouco de Jung

Precisaremos, neste ponto, elucidar alguns termos básicos utilizados na terapêutica junguiana.

Arquétipos, por exemplo, representam um conceito tão difícil de explicar como o Tao, ou Deus, pois são padrões ou motivos universais que emanam do Inconsciente Coletivo (ou, como preferia Jung, Psique Objetiva). 

Tais motivos foram incorporados por experiências reiteradas, coletivas e significativas da humanidade. 

Irrepresentáveis em si mesmos, constatamos seus efeitos quando se manifestam na consciência como imagens e idéias arquetípicas, ou seja, como Símbolos, melhor expressão possível para algo essencialmente desconhecido. 

Arquétipo e Símbolo são opostos complementares. O primeiro representa o passado, o herdado, o coletivo, aquilo que é a Verdadeira Realidade, a qual não pode ser contatada diretamente pelo nosso racional, mas apenas indiretamente, pelos seus efeitos. 

O segundo constitui a cultura, o adquirido, o individual e se manifesta na realidade relativa de nosso conhecimento e consciência. Assim sendo, os arquétipos representam a dinâmica de nosso inconsciente e os símbolos são as referências de nossa consciência. 

As estruturas arquetípicas podem ser comparadas ao eixo, ou molde-informação de um cristal. Ao formar-se, o cristal obedece a um padrão de forma predeterminado por um eixo axial, o qual não possui, entretanto, existência própria, sendo, pois, pura forma.

Mesmo assim, ele predetermina a estrutura geométrica do cristal, não impedindo, porém, que surjam particularidades que os diferenciem uns dos outros. Igualmente, as estruturas arquetípicas são pura forma que dão estrutura aos símbolos. 

O arquétipo não é, necessariamente, um resíduo de experiências realmente acontecidas. É muito mais um desejo, que, como tal, busca realizar-se e repetir-se. Por exemplo, não que alguma vez existiu um “Ancião Sábio”, que a tudo conhecia. O que sempre houve foi o desejo universal no homem de que ele existisse. 

O universo dos arquétipos é nosso passado vivo e nosso futuro possível, coordenadores de nossas energias e moldes comportamentais aos quais recorremos e incorporamos inconscientemente ou não, atraídos que somos pela ressonância entre nossa situação e a que eles representam.

Símbolo é a melhor expressão possível para designar algo desconhecido ou incapaz de ser descrito por palavras. Vários significados são atribuídos a cada flor individualmente, mas, no geral, as flores simbolizam o princípio passivo, o feminino por excelência. Corresponde ao yin chinês. O cálice da flor é o receptáculo da atividade celeste (yang), que como uma taça, é capaz de receber a chuva e o orvalho, símbolos de tudo o que vem dos céus e nos influencia. 

Para o Taoísmo, em especial no Tratado da Flor de Ouro, a flor é o símbolo da conquista de um estado espiritual elevado. A floração é o resultado da alquimia interior, é o retorno ao Centro Espiritual (alma), também conhecido por estado primordial. 

Para os antigos celtas, a flor é o símbolo da instabilidade essencial de toda a criatura, voltada a uma perpétua evolução e, em especial, simboliza o caráter fugitivo da beleza. Este sentido se reforça pela figura lendária chinesa de Lan Tsai Ho, que carregava uma cesta de flores para melhor estabelecer o contraste entre sua própria imortalidade e a efêmera duração da beleza e dos prazeres. Ainda entre os antigos chineses, a flor é um dos símbolos do chamado Movimento Madeira, vinculado à primavera e à expansão. 

Assim sendo, é de se supor que a Flor, como representação do Yin, seja capaz de nos levar, por similaridade, a travar contato com outros símbolos femininos, além de nos tornar receptivos à ação de seu complemento, o Yang. A profundeza de nosso ser, nosso inconsciente e todo o material psíquico reprimido e por consequência corporificado, são classificados numa visão milenar como Yin. 

Na terapia junguiana, essa porção inconsciente de nosso psiquismo é chamada de Sombra (Yin). Seu par complementar é a Persona, classificada como Yang. É a nossa máscara ou o papel social do indivíduo, isto é, o mediador que protege o sujeito em suas relações. 

O uso das plantas yin atuará diretamente em seu oposto, yang, assim como o negativo atrai o positivo. Sua atuação será, portanto, em nossas Personas, nossos aspectos conscientes, e nos véus com que nos apresentamos perante o mundo. Esse contato com a Sombra trará à luz a consciência, ou seja, o material psíquico reprimido que a constitui. 

A Flor, como símbolo do receptáculo do que vem dos céus, explica por que as essências florais nos levam a receber as intuições e insights provenientes de nosso Céu Interior que é nossa essência divina. 

Torna-se também mais nítida a lembrança dos Sonhos, verdadeiro manancial de informações sobre nossa essência e elo de ligação entre o inconsciente e o consciente. 

As flores, representação de tudo o que é transitório e efêmero, levam-nos rapidamente a uma mudança de um quadro emocional para outro. Por também simbolizar o Movimento Madeira chinês, cuja orientação é a de expansão e de aflorar de nosso ser, de nossos sentimentos, as essências florais nos levam a tomar contato com as informações sobre nosso eu, juntamente com a sua carga emocional correspondente. 

A informação fria e simples, a compreensão puramente racional de alguma realidade psíquica dificilmente terá força suficiente para mudar nossas vidas. Entretanto, se a informação vier acrescida de emoção (do latim ex-movere = mover para fora), aí sim haverá potência para nos mover, nos mobilizar para uma expansão pessoal.

Instâncias Psíquicas e Constelação Arquetípica

Instâncias Psíquicas são como “indivíduos dentro do indivíduo”. São Complexos, isto é, grupos emocionalmente carregados de imagens ou idéias comandados por uma imagem arquetípica aos quais Jung atribuiu a formação de parte da estrutura psíquica funcional. 

Exemplos de instâncias psíquicas: Sombra, aquilo que somos, mas ignoramos ser; Persona, aquilo que somos em função dos outros; Anima, nossa porção feminina; Animus, nosso lado masculino; Plenitude, o que somos, porém, ainda não realizado; Self, o que somos como aspiração da totalidade.

Eis alguns exemplos de arquétipos: Deus representa o imutável, o imortal, o poderoso, a fonte de toda a energia de realização; o Mal, força que se opõe à realização, o adversário; a Grande Mãe, a geradora, o mutável, o móvel, a permanência na transformação; o Ancião Sábio, o saber ancestral que não foi alcançado pela aprendizagem, mas pela revelação; Incesto, tendência a voltar às origens, às aspirações regressivas; Mercúrio, a sabedoria que está por aflorar; Morte e Ressurreição, transformação; Ciclos, tudo se repete e está governado por ritmos; Paraíso Perdido, estado de plenitude e felicidade absolutas perdido devido ao pecado; Criação do Mundo, o mundo foi criado no passado por obra divina; Criança, permanência do indivíduo em estados infantis; Salvador, anseio da humanidade por uma redenção através de um ser superior que nos restaure o paraíso perdido; Unidade, complexo psíquico inconsciente de retornar à unidade perdida; Hermafrodita, união dos contrários num novo nível de consciência; Dualidade, representa o que está em movimento, capaz de gerar vida nova; Pedra Filosofal, a transformação alquímica do sujeito, sua aspiração à imortalidade e sabedoria; Batismo, uma nova oportunidade de realizar-se; purificação; Fim-do-Mundo, a transformação por meio de um holocausto; Afrodite, esquema do amor sensual e da inconstância; Herói, o indivíduo escolhido para uma missão transcendente.

Pulsologia De Nogier

Resumidamente, a Pulsologia de Nogier começou com o próprio, que é conhecido como o Pai da Auriculoterapia, que é a opção de Reflexoterapia mais estudada..

Por ter o hábito de tomar o pulso de seus clientes, Nogier, durante seus trabalhos de auriculoterapia, percebeu certos “sinais”, como se fossem “trancos” ou súbitas “sumidas” da pulsação. E que isso ocorria justamente quando estava com algum estímulo (por exemplo, uma ponta metálica…), passando por sobre uma região reflexa desequilibrada.

É como se uma “onda” passasse por debaixo de nossos dedos, enquanto tomamos a pulsação. Alguns percebem essa “onda” em seu pico, ou seja, como um “tranco” no pulso do cliente. Outras vezes, percebemos essa “onda” quando ela “cai”, como se fosse uma súbita “sumida” do pulso.

É uma sensação que dura cerca de 1 segundo, mas que é nitidamente percebida.

Atentem que não altera a QUANTIDADE de batidas cardíacas, mas sim, a INTENSIDADE com que a percebemos, como se uma “onda” passando por debaixo de nossos dedos, enquanto tomamos a pulsação. 

Alguns percebem essa “onda” em seu pico, ou seja, como um “tranco” no pulso do cliente. Outras vezes, percebemos essa “onda” quando ela “cai”, como se fosse uma súbita “sumida” do pulso. É uma sensação que dura cerca de 1 segundo, mas que é nitidamente percebida.

É importante que TREINEM BASTANTE, de preferência, com várias pessoas diferentes, pois “localizar” o pulso varia bastante em cada caso. Para os casos difíceis, apliquem a tática de fazer toques circulares na região entre as sobrancelhas, que de pronto, a percepção do pulso se torna muito mais nítido. Um detalhe que pode fazer a diferença: TIREM OS METAIS DOS DEDOS E PULSOS: relógios, anéis, pulseiras, etc, em algumas pessoas simplesmente some com o Sinal de Nogier. Em muitos casos, pode-se até sentir a pulsação, mas nada de perceber o Sinal de Nogier… Se for esse o caso, experimente tirar os metais próximos, tanto do cliente, quanto os seus.

A Pulsologia de Nogier é MUITO útil para a seleção de fitoterápicos. Basta testar cada opção de plantas que pré-selecionou ao caso, por sobre cada ponto localizado e verificar qual faz com que o pulso reaja nitidamente…

Paul Nogier, por ser médico e absolutamente contrário a que não-médicos utilizem auriculoterapia, passou a testar medicamentos através da pulsologia e da aproximação destes dos pontos auriculares.

Como somos TERAPEUTAS HOLÍSTICOS, o que NÓS testamos são os fitoterápicos.

Digamos que já detectamos na orelha, os pontos/ desequilíbrios (via de regra, de uns 3 a no máximo, 5…). E que estamos em dúvida entre algumas opções de fitoterápicos que podemos recomendar…

Se estiverem em forma “picada”, podemos pinçar um pouco e aproximar desses pontos identificados, para perceber a reação do pulso.

Notarão que alguns em nada alteram; outros, até somem com o pulso e, de repente, um deles torna a pulsação “limpa”, nítida, forte, reagindo com “tranco” à aproximação.

Pronto: terá detectado qual(is) é (são) o(s) fitoterápico(s) adequado(s) ao momento do cliente.

Muitas vezes, a combinação de uma ou mais amostras juntas pode melhorar a reação ao pulso, muitas vezes, não, até se anulam, indicando que é melhor optar por chás separados…

CLARO: se forem ter amostras de fitoterápicos em seus consultórios, OBRIGATORIAMENTE tem que ser de origem definida, ou seja, com NOTA FISCAL DE COMPRA, e rotulagem contendo laboratório e farmacêutico responsável. E, NUNCA, JAMAIS, NEM EM SONHO, vendam estes produtos. E, obviamente, só podem ser recomendados produtos de VENDA LIVRE, ou seja, sem necessidade de receita MÉDICA.

Pontos De Alarme Sistêmicos

As tradições milenares chinesas trouxeram aos nossos dias a teoria dos, assim traduzidos, “meridianos”, que são caminhos de energia que circulam junto ao corpo e que refletem nosso estado holístico (físico, emocional, social, etc, etc…). Em tese, são infinitos… Contudo, como nosso objetivo é ser prático, trabalharemos com 12 principais.

Em termos de Cinco Movimentos Chineses, temos os meridianos FOGO: coração, intestino delgado, circulação e sexo, triplo aquecedor…Eles são responsáveis pela “temperatura” de nossas emoções, entre outras coisas.

Como meridianos TERRA, temos o do baço-pâncreas e do estômago.Respondem pela nossa reflexão, pelos pensamentos…

Já os meridianos MADEIRA são os do Fígado e da Vesícula Biliar. Atuam na exteriorização das emoções, especialmente, a raiva…

Temos os meridianos METAL: Pulmão e Intestino Grosso.Agem na interiorização de nossas emoções, tanto na serenidade, quanto na tristeza, baixa-estima..

E Rim e Bexiga, como meridianos do movimento ÁGUA.Assim como as águas se adaptam ao meio e buscam aprofundar, assim estes meridianos lidam com aquilo que nos é de importância vital, tal como medo, sobrevivência, sexo…

Atentem que os nomes dos meridianos, em sua versão ocidental, correspondem aos nomes de certos órgãos e vísceras. Mas, a verdade é que não correspondem APENAS a estes órgãos, mas sim, a inúmeras funções que a ciência jamais atribuiria a estas “partes”.

Por exemplo: a raiva, na visão dos 5 movimentos, tem relação com o meridiano de fígado… Mas, certamente que a ciência jamais vai associar a raiva com o órgão fígado…

Felizmente, não temos que dar satisfações aos cientistas e podemos nos valer de mais de 5 mil anos de tradições…

Mas, em termos PRÁTICOS, como saber quais meridianos estão carentes de equilíbrio ?

Bom, como somos Terapeutas Holísticos, JAMAIS nos valeremos de “tabelinhas doenças-pontos-de-acupuntura”…

Isso é coisa de médico… Os médicos é que precisam fazer exames de laboratórios, descobrir qual a doença e seguir uma tabelinha de pontos, da mesma forma que seguem tabelas de correlação medicamento-doença…

Aliás, sempre é bom frisar: pela LEI, doença é monopólio médico…

Por isso que nós, TERAPEUTAS HOLÍSTICOS, tratamos das PESSOAS (jamais de “doenças”…) e de seus desequilíbrios “energéticos”…

COMO saber qual(is) meridiano(s) precisa(m) de tratamento ?

Muito simples: basta “perguntar” aos próprios meridianos !

E para fazer isto, basta tocar em determinados pontos, os chamos PONTOS DE ALARME, e saber do cliente se os mesmos estão (ou não…) doloridos ao toque…

Claro, todo ponto de alarme é relativamente dolorido… Mas, na prática, notarão 1 ou 2 que estarão MUITO sensíveis…

Ou seja, como trabalharemos com 12 meridianos, teremos 12 pontos de alarme a tocar, durante a avaliação…

Acreditem, quando tiverem prática, esse é um procedimento de 1 a 2 minutos…

Uma vez detectado QUAL o ponto de alarme mais sensível, teremos condições de realizar testes para a escolha de fitoterápicos. Coloque em contato com a pele do Cliente (pode ser na mão, por exemplo…), cada opção de plantas que pré-selecionou ao caso e verifique novamente o ponto de alarme, tocando-o.

Notarão que alguns fitoterápicos em nada alteram a sensibilidade do ponto de alarme; outros, até somem com a dor ao toque. Pronto: terá detectado qual(is) é (são) o(s) fitoterápico(s) adequado(s) ao momento do cliente. Muitas vezes, a combinação de uma ou mais amostras juntas pode melhorar a reação ao pulso, muitas vezes, não, até se anulam, indicando que é melhor optar por chás separados…

Observarão que, enquanto o cliente estiver em contato com o fitoterápico mais adequado ao seu momento, o ponto de alarme não está mais sensível ao toque !! Ou, se ainda estiver, é muito pouco…

Pode-se “reforçar” a conclusão, testando a sensibilidade ao toque no ponto de alarme que estava em “2o lugar”…

Fitoterapia em Cinco Movimentos Chineses

As tradições possuem milhares de anos de bons serviços prestados à humanidade e devem ser levadas a sério. As lendas e histórias sobre cada planta encerram uma sabedoria muito mais profunda que suas análises químicas atuais, e tem muitas informações sobre suas utilidades terapêuticas. 

Os antigos observavam as características de “personalidade” de cada erva e já sabiam, por analogia, a que tipo de pessoa que ela auxiliaria por ressonância, independentemente de quais fossem seus sintomas físicos. Isso vem sendo resgatado nos dias atuais nas Terapias Florais. Já os antigos chineses, além destas analogias, faziam a análise do sabor de cada planta, classificando-a dentro dos Cinco Movimentos e, por consequência, já ficavam sabendo para que serviriam.

Comparados entre si, os “cinco sabores” são: amargo – evacuante e purgativo – “endurecedor”; doce ou insípido – diurético, sudorífico, dissipante, relaxante; picante – sudorífico, dissipante, dispersante; salgado – evacuante, purgativo, “suavizante” e ácido – evacuante, purgativo e retrátil. 

A estas propriedades iniciais, podemos acrescentar quatro tipos de “energia“: fria, quente, fresca e morna

Além disto, há quatro “densidades” diferentes de “energia” que darão o “sentido” da ação terapêutica: ascendente (yang – alto), expansivas (yang – exterior) – obtidas pelas ervas yang e descendentes (yin – baixo) e introspectivas (yin – interior) – obtidos pelas ervas yin.

Em cada meridiano existe uma raíz yin e outra yang. 

A função yang da Madeira mobiliza e põe em movimento, o que é estimulado pelo sabor ácido; entretanto, a absorção excessiva do ácido, que, por vocação é yin e retrátil, levaria ao efeito contrário, uma “paralisia”, estimulando a raiz yin da Madeira. 

A função yang do Metal é retrair, secar, condensar, secar; já sua função yin é dissipar e humidecer; o picante, por sua vocação yin, se absorvido em excesso estimulará a função yin do Metal. 

A função yang do Fogo é ascensão e crescimento, enquanto que seu lado yin é endurecer; o amargo, por sua tendência yang, favorece a função de ascensão. 

A função yin da Terra é estruturar, modelar, controlar instintos e emoções, umedecer, enquanto a yang pode levar a idéias fixas, rigidez; por sua tendência yin, o doce favorece a raíz yin da Terra (observação: o doce industrializado é “quente”, portanto, yang, com efeito contrário ao doce natural). 

A função yin da Água é amolecer, abrandar, enquanto que seu lado yang é o de endurecer; a tendência do salgado é favorecer a raiz yin da Água.

Simplificando, as plantas seriam classificadas pelo sabor + energia quente ou fria (yang ou yin), o que possibilita incontáveis combinações de efeitos terapêuticos, graças, ainda, às leis de Geração e de Dominância.

Discussão

Este método tem se mostrado extremamente eficiente na prática de consultório. Como ninguém é exatamente igual a outro, não é adequada a escolha das ervas baseando-se apenas nas estatísticas sobre a utilidade de cada uma delas.

Usando-se a pulsologia, resgatamos a capacidade inconsciente que há em cada um de saber exatamente aquilo de que necessita, tal qual faz o animal quando está na selva. Se, infelizmente, o humano moderno não percebe conscientemente quando está diante do que lhe é remédio ou veneno, o pulso, entretanto, ainda reage perante esta escolha e nós podemos nos valer deste recurso para ter a convicção de estarmos escolhendo as melhores ervas para aquele indivíduo, naquele momento…

Segundo diversas culturas milenares, as ervas são símbolos de tudo o que é harmonizante e vivificante, restauram a saúde, a virilidade, a fecundidade, o parto e a riqueza. Foram os deuses quem descobriram suas propriedades terapêuticas, o que ilustra a crença universal que o equilíbrio só pode vir de uma dádiva divina, como tudo o que é ligado à vida. Para os cristãos, as ervas devem a sua eficácia por terem sido encontradas pela primeira vez no monte do Calvário.

A planta, de modo geral, simboliza a energia solar condensada e manifesta, um prisma, decompondo o espectro solar em cores variadas. Captam, também, as forças ígneas da terra. 

Enquanto manifestação de vida, são inseparáveis das águas, que representam o não manifesto, portadoras de todos os germes, das potencialidades, as latências, sendo as plantas a representação do manifesto, da criação cósmica. 

Por acumularem estas forças, os antigos sempre viram nos vegetais propriedades saudáveis ou venenosas, daí o seu emprego também na magia. Quase todas as divindades femininas grego-romanas protegem a vegetação: Deméter (deusa das alternâncias entre a vida e a morte, bem como das terras cultivadas), Afrodite (Vênus, deusa da fecundidade), Artemis (Diana, selvagem deusa da natureza), além de algumas entidades masculinas como Ares (Marte, que simboliza a força bruta, é, também, protetor das colheitas, um dos deveres do guerreiro) e Dioniso (Baco, símbolo das forças de dissolução da personalidade, deus da fecundidade, da vegetação, das vinhas). 

No sincretismo afro-brasileiro, Ossaim é o responsável pelas ervas terapêuticas e sagradas, sendo seus iniciados conhecedores de suas serventias, bem como das palavras ritualísticas necessárias para libertar o axé (poder potencial) de cada planta. 

Aqueles que trabalhavam com as ervas em quase todas as culturas viam as plantas como símbolos vivos de entidades invisíveis, tais como deuses, elementais e espíritos, os quais deveriam ser evocados ou aplacados com o uso de palavras mágicas ou sacrifícios. O respeito à natureza os levava a não cultivar suas ervas, mas sim ir ao encontro das que nasceram espontaneamente na mata. Ainda hoje, os adeptos de Ossaim (orixá do sincretismo afrobrasileiro) costumam deixar uma vela verde em troca das plantas que colhem, ou uma das folhas colhidas, para manter inalterado o equilíbrio do local.

É anterior à humanidade o uso terapêutico das plantas, pois os animais, instintivamente, sabem quais e quanto das ervas devem comer para melhorarem de seus distúrbios. O ser humano, cada vez mais se isolando da Natureza, foi perdendo esta capacidade de percepção. Mas, em algumas culturas, como as orientais e a indígena, mantiveram-se as tradições da utilidade atribuída a cada planta, muitas vezes transmitidas oralmente por milênios, havendo, ainda, tratados escritos em civilizações mais sofisticadas, como era o caso da chinesa e da egípcia.

Os antigos Terapeutas Holísticos não cultivavam suas plantas terapêuticas, pois sabiam que se o vegetal espontaneamente escolhesse seu local de nascimento é porque aquele solo é o ideal, capaz de proporcionar-lhe um máximo de vitalidade e, por conseqüência, de efeito terapêutico. 

Na China Milenar, um dos critérios de avaliação da serventia de uma planta era a observação de seus sabores, cores, formatos, época de floração e de suas características de “personalidade”. 

Analisemos uma planta por critérios subjetivos: o Dente-de-Leão vem conseguindo se desenvolver espontaneamente nas grandes cidades como São Paulo, apesar da poluição e das condições nada naturais deste ambiente. Nem por isso a planta deixou de participar da harmonia da Natureza, sendo, pois, indicada para toda pessoa que esteja “estressada”, com dificuldades de sobrevivência, esgotada e intoxicada, a qual poderá, literalmente, “beber” da sabedoria deste vegetal e sobreviver nesta “selva de pedra”.

As tradições possuem milhares de anos de bons serviços prestados à humanidade e devem ser levadas a sério. As lendas e histórias sobre cada planta encerram uma sabedoria muito mais profunda que suas análises químicas atuais, e tem muitas informações sobre suas utilidades terapêuticas. 

Os antigos observavam as características de “personalidade” de cada erva e já sabiam, por analogia, a que tipo de pessoa que ela auxiliaria por ressonância, independentemente de quais fossem seus sintomas físicos. Isso vem sendo resgatado nos dias atuais nas Terapias Florais. 

Já os antigos chineses, além destas analogias, faziam a análise do sabor de cada planta, classificando-a dentro dos Cinco Movimentos e, por consequência, já ficavam sabendo para que serviriam.

A ciência dita oficial sempre trabalhou contra a credibilidade da Fitoterapia. Até mesmo quando aprova os efeitos terapêuticos de uma planta, acaba por prejudicar a técnica. Um bom exemplo disso é que, até alguns anos, praticamente todos os fitoterápicos eram OFICIALMENTE classificados como sendo de VENDA LIVRE, em nosso país. Ou seja, enquanto os mandatários das leis e normas brasileiras consideravam as plantas como sendo apenas “placebos”, ou, quando muito, chás a serem consumidos por seus sabores, qualquer profissional poderia indicar os benefícios terapêuticos dos fitoterápicos. 

Por esta mesma classificação (venda livre), as empresas que industrializam as ervas mantinham preços bastante acessíveis, diferentemente do que praticavam com produtos cuja rotulagem indicavam a necessidade de “receita médica”, status este que possibilita a comercialização por valores bem mais elevados… 

Muitos colegas, com certeza já tiveram a oportunidade de comparar produtos compostos pela mesmíssima planta, serem vendidos por preços díspares, ou MUITO mais baratos, ou MUITO mais caros, conforme estejam classificados como “chá”, ou rotulados com “tarja vermelha”…

O fator econômico certamente foi um dos estímulos a que as plantas passassem a ser objetos de “estudos científicos” e que, grandes indústrias, repentinamente, considerassem “provados laboratorialmente” os efeitos terapêuticos de certas ervas sobre determinadas “doenças”… 

Ora, como no Brasil, a legislação e a jurisprudência são claras quanto ao fato de que, tanto o diagnóstico, quanto o tratamento de DOENÇAS é um MONOPÓLIO da classe MÉDICA, consequentemente, a cada fitoterápico que mudava sua classificação para “medicamento”, automaticamente significaria que sua venda deixou de ser livre, passando a necessitar de RECEITA MÉDICA…

Restringindo ainda mais o quadro, em comum acordo entre o Conselho de Medicina e o de Farmácia (firmado em 1999), os farmacêuticos passaram a recusar e a denunciar como “exercício ilegal de medicina”, qualquer fórmulação a ser manipulada e que origine de profissional NÃO-médico. 

Exceção feita à Terapia Floral, a qual, FELIZMENTE, é tida como NÃO-científica e enquanto assim permanecer classificada, MUITO MELHOR, pois continuará de uso LIVRE.

A injusta tendência a tornar produtos e serviços em “monopólios médicos” conta com a própria ingenuidade dos Fitoterapeutas. 

Uma simples visita às livrarias nos leva a constatar que a esmagadora maioria dos livros sobre fitoterápicos associa as plantas a “doenças de A a Z”!!! 

Ora, além disso ter levado seus autores a serem processados por “exercício ilegal de medicina”, tais obras são fartamente usadas nos tribunais como “provas” para acusar os fitoterapeutas, além de terem sido fonte de consulta justamente para que, cada vez mais e mais plantas venham a ser classificadas como sendo de uso exclusivo para a classe médica… 

Disso tudo, resulta a listagem anexa, de fitoterápicos “PROIBIDOS a não-médicos”, que certamente tomará de surpresa muitos de nossos colegas.

A única maneira de revertermos esta situação é a RE-educação de nós mesmos, passando o Terapeuta Holístico a valorizar a NOSSA própria profissão e parar definitivamente de “emprestar” de outras áreas, suas formas de pensar e de se expressar.

Os fitoterápicos, milenarmente utilizados, sempre foram explicados de forma totalmente diferente da visão químico-científica e a própria classificação por “doenças” é coisa recente (e pertencente aos médicos…), pois as TRADIÇÕES sempre ensinaram a terapia com vegetais, associando-os pela SINCRONICIDADE a cada situação de desarmonia.

Cabe a nós, defensores e praticantes da TERAPIA HOLÍSTICA resgatar a ARTE da fitoterapia e com isso, garantir que JAMAIS venha a tornar-se monopólio de profissão alguma. O que sempre foi de uso LIVRE assim merece continuar…

E, paralelamente, estarmos sempre atentos ao cumprimento das leis e resoluções do governo, pois, por mais que restrinjam os meios, todo bom Terapeuta Holístico sempre encontrará um novo instrumento de atuação, capaz de ampliar a QUALIDADE DE VIDA de nossos Clientes.

Comparativamente às correntes teóricas que baseiam-se em tabelas pré-concebidas que relacionam sintomas a fitoterápicos, a escolha pela Pulsologia e Pontos de Alarme mostrou-se muito mais dinâmica e adaptável a cada Cliente e de resultados bastante eficientes, especialmente no tocante à ampliação da autoconsciência. 

Do ponto de vista legal, esta abordagem da Fitoterapia igualmente mostrou-se mais adequada, justamente por possibilitar ao terapeuta Holístico trabalhar com as plantas em formato absolutamente diferente da abordagem praticada pela classe médica, evitando-se, assim, polêmicas judiciais.

Conclusões

A Fitoterapia em Cinco Movimentos possibilita ao Terapeuta Holístico trabalhar resgatando a simplicidade original das técnicas milenares. 

O enfoque através dos Cinco Movimentos Chineses e a seleção das plantas graças à reação ao toque e/ou à Pulsologia de Nogier, torna a terapêutica muito mais dinâmica e perfeitamente adaptável a cada atendimento. 

A isso se soma a grande vantagem de que esta abordagem está em total conformidade à legislação brasileira e às NTSV – Normas Técnicas Setoriais Voluntárias da Terapia Holística.

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Cite como:
HENRIQUE VIEIRA FILHO. (2023). Fitoterapia Holística. Revista TH, XIII(80). https://doi.org/10.5281/zenodo.8397174/

Exposição e Lançamento – Luxus Magazine – 24ª Edição

Entrevista com Henrique Vieira Filho

Exposição e Lançamento – Luxus Magazine – 24ª Edição – Obras do Artista Henrique Vieira Filho
Outubro de 2016 – São Paulo, SP, Brasil

A Arteterapia Retratada Nas Valiosas Obras de Henrique Vieira Filho

Sessões Fotográficas E Quadros Personalizados São Meios Para Lidar Com As Questões Emocionais E Melhorar A Autoestima

O sucesso do recente vernissage da Exposição Arquétipos realizada no mês de setembro, na Mansão Hasbaya, em São Paulo, fez com que o artista plástico Henrique Vieira Filho fosse convidado a expor seus trabalhos em Miami, Bruxelas, Punta del Este, Tokio além de diversas capitais pelo Brasil.

Em paralelo a excelente receptividade de seus quadros, igualmente suas fotografias fine art foram aclamadas em Paris, no Carrousel du Louvre, com o recém lançado livro de arte “Les Brésiliens Vus Par Les Brésiliens”, Os Brasileiros Vistos Pelos Brasileiros e, no Brasil, com a obra “Diversidade”, que apresenta imagens em alta resolução e capa em canvas, tela em algodão, tal como se fosse um quadro), com direito à assinatura do autor. 

Henrique Vieira Filho credita o crescente interesse em suas obras, em especial à Coleção Afrodites, à temática que homenageia o feminino, com belas e empoderadas figuras, sempre em ambientes ricos de grafismos, texturas e cores. 

Na Série I Ching, a atração se dá por evocar imagens de sonhos e símbolos que habitam o inconsciente coletivo, criando uma conexão íntima e emocional entre o apreciador e a obra. 

Duas novas coleções já estão em andamento: Giocondas, em que o sorriso será o elo e Mitologia, que são versões do artista para personagens das mais diversas culturas milenares. 

Henrique destaca que somente é possível atender tamanha demanda porque tem ao seu lado a parceira e esposa, Fabiana Vieira, que, como organizadora de eventos, tem se dedicado ao gerenciamento da agenda e exposições pelo mundo. 

Ainda que no exterior esteja sendo consagrado como artista, no Brasil, Henrique é ainda mais conhecido por seu atendimento como Terapeuta Holístico e como autor de diversos livros sobre técnicas orientais, terapia floral e psicanálise, desenvolvendo o que chama de Arteterapia. 

Exposição e Lançamento – Luxus Magazine – 24ª Edição

Outubro de 2016 – São Paulo, SP, Brasil

Exposição e Lançamento – Luxus Magazine – 22ª Edição

Capa Revista Luxus

A Revista Luxus Magazine, em sua 22a Edição publicou artigo sobre Henrique Vieira Filho e sua obra como artista e terapeuta.
O lançamento inclui exposição de artes e fotografias do artista.

Exposição e Lançamento – Luxus Magazine – 22ª Edição

Setembro de 2016 – São Paulo, SP, Brasil

HENRIQUE VIEIRA FILHO – TERAPIA COM ARTE

Em um processo pessoal para lidar com seus próprios conflitos, eis que surgiu o artista-terapeuta Henrique Vieira Filho.Tanto na Arte como na Terapia, o artista iniciou-se ainda criança, desenhando com lápis e nanquim e interessando-se pelas obras de Sigmund Freud, muito embora ainda não pudesse compreender a profundidade daquela leitura.Mas, algo já despertava fortemente o seu interesse! Mais tarde, aprofundou-se nestas áreas e hoje consegue conciliá-las no que há de melhor: terapia complementada com a arte, como meio de expressão e resolução de conflitos internos.Como terapeuta, Henrique promove a fusão das técnicas orientais com a técnica junguiana, empoderando o indivíduo, criando personagens com figurinos, fotografias, rituais indígenas, deuses gregos.
Essa técnica favorece situações que promovem o aumento da confiança e do poder interior, além de demonstrar os sentimentos e aprofundar o processo de melhoria, através de vivências.É que a Terapia Holística aplicada por Henrique possui infinitas possibilidades e permite lidar com todas as situações, de acordo com o perfil de cada ser.No mês de setembro, o artista e terapeuta promove uma exposição beneficente de Arteterapia, muito indicada para a busca interna de cada indivíduo, uma vez que a Arte é uma atividade terapêutica muito eficaz como ferramenta de acesso ao inconsciente e a Terapia Holística, com suas vivências, é um grande auxílio na busca da transcendência.Suas obras terão edição limitada e certificado de autenticidade devidamente registrado no site alemão Hahnemühle, o que confere validade e agrega valor aos trabalhos.

HENRIQUE VIEIRA FILHO therapist In a personal process dealing with his own conflicts, there comes the artist -therapist Henrique Vieira Filho. Both in art and in therapy, the artist started when he was a child, drawing with pencil and ink, taking an interest in the works of Sigmund Freud, although he could not understand the depth of that reading … but something already strongly aroused your interest! Later on, he deepened in these areas and nowadays, he is able to reconcile them with the best therapy complemented with art, as a way of expression and internal conflict resolution. As a therapist, Henry promotes the fusion of oriental with Jungian techniques, empowering the individual, creating characters with costumes, photographs, indigenous rituals, Greek gods. This technique helps situations promoting increased confidence and inner power, and demonstrate the feelings and deepen the improvement process through experiences. The Holistic Therapy applied by Henry has endless possibilities and it allows you to handle all situations, according to the profile of every human being. In September, the artist and therapist promotes a charity exhibition of art therapy, very suitable for internal search of each individual, since art is a very effective therapeutic activity like the unconscious access tool and Holistic Therapy, with the experiences, is a great help in the search for transcendence. His works have limited edition certificate of authenticity duly registered with the German site Hahnemahle, which gives validity and adds value to the work

Certificado de Autenticidade e Laudo Pericial

Certificado de Autenticidade De Arte

O Artista valorizando a sua obra e os compradores obtendo mais segurança e maximização de seu investimento em Arte

COA - Certificado de Autenticidade versões física e digital expedido via Sociedade Das Artes
Certificado de Autenticidade expedido via Sociedade Das Artes

Resumo: 

Neste artigo, Henrique Vieira Filho realiza uma análise comparativa entre os principais fornecedores de Certificados de Autenticidade e Pericial existentes no mercado das artes, elegendo o ideal e as razões da escolha. Fartamente ilustrado, explica de forma didática conceitos inovadores de registros virtuais de documentos de arte, bem como conseguir valorizar, proteger e preencher os requisitos mercadológicos para melhor atuar no mundo das artes contemporâneas.

Cite as
Henrique Vieira Filho. (2023). Certificado de Autenticidade e Laudo Pericial. Revista Artivismo, 3(3). https://doi.org/10.5281/zenodo.7594516


Com sutis variações de grafia e idiomáticas (Certificado de Obra de Arte Original, Certificat D’Oeuvre d’Art Origin, Certificat D’Authenticité, Original Work of Art Certificate, Certificate Of Authenticity), mantendo sempre o mesmo significado, o Certificado de Autenticidade (abreviado mundialmente como COA) é o documento formal da existência de cada obra de arte, tendo, constando (no mínimo…) data da criação, nome (se houver), imagem reproduzindo a arte, detalhes técnicos (tamanho, materiais), nome e assinatura do artista (ou, em caso de já falecido, assinam seus representantes legais ou peritos). 

 As boas práticas de mercado ditam que cada Certificado deve estampar uma numeração exclusiva, a qual precisa igualmente constar na obra (geralmente, no verso), seja por via manuscrita, seja por meio de carimbos, impressos ou selos adesivos, podendo ainda reforçar a segurança com mais uma assinatura do artista ou responsável.

No Brasil e na maior parte dos países não existe lei obrigando o artista a certificar suas obras, entretanto, é quase impraticável atuar profissionalmente sem esta documentação.

Dentre os inúmeros benefícios dos Certificados de Autenticidade, podemos destacar:

  • Maior credibilidade artística
  • Incremento de valor monetário de venda e revenda
  • Proteção dos direitos autorais e patrimoniais
  • Ampliação de mercado, pois é pré-requisito para inúmeras galerias, casas de leilões, marketplaces e colecionadores.

Uma arte que esteja sem procedência documentada, que gere dúvidas quanto à sua autoria, é precificada como se fosse um “pôster”, um simples “quadro decorativo”.

Arte: PETs
Artista: Henrique Vieira Filho
Acrílico sobre tela – 60 x 90 cm

Sem assinatura do artista e SEM Certificado de Autenticidade
Valor de mercado: R$ 530,00
A mesma obra, valorizada com:
1. Certificado de Autenticidade – versão impressa, com numeração exclusiva.2. Certificado de Autenticidade – versão digital, registrada via blockchain (cartório virtual) e DOI3. Assinatura do artista 
Valor de mercado: R$ 4.670,00

Em relação a artes impressas (fine art), como é o caso de fotografias e gravuras, haverá enorme diferença de valores se estiver ou não com Certificado de Autenticidade, especificando a autoria e a quantidade total de originais idênticos existentes.

1. “Print” de obra de arte (tela original ao fundo.
Valor de mercado: R$ 62,00
2. A mesma impressão, com Certificado de Autenticidade, numeração e assinatura do artista, se torna uma gravura.
Valor de mercado: R$ 350,00
1. Fotografia fine art tamanho A3. 
Valor de mercado: R$ 80,00

2. A mesma fotografia, com Certificado de Autenticidade, numeração e assinatura do artista, se torna arte colecionável.
Valor de mercado: R$ 530,00

O mesmo ocorre com as obras de artistas de renome mundial, existindo grande variação de preços de acordo com a certeza ou não da autenticidade e da quantidade do mesmo original que foi disponibilizado para comercialização.

Salvador Dali –  Print – “The Oecumenical Council”

Gravura legítima (autorizada pelos representantes da obra de Salvador Dali) em perfeito estado, SEM Certificado de Autenticidade, SEM numeração (não existe a informação de quantas iguais foram feitas).
Valor de mercado: US$ 28.75
Gravura em mal estado de conservação, COM Certificado de Autenticidade assinado e devidamente numerado (esta é a gravura número 55 de um total de 200 idênticas).
 Valor de mercado: US$ 400.00

Muitos artistas falecidos, agora consagrados, à sua época não se preocuparam em registrar seus trabalhos ou, com o passar do tempo, os documentos acabaram danificados ou perdidos.

O Certificado de Autenticidade agrega tamanho valor à obra que,nestes casos, os colecionadores investem em um Laudo Pericial para resgatar o maior preço de mercado. O procedimento é compensador quando proporcional ao valor financeiro estimado para a arte, com a perícia podendo custar desde milhares de dólares (uso de raio-X, análise química de pigmentos, etc) para obras de grande monta, até laudos menos onerosos, aplicando análise grafotécnica (assinatura) e pinacotécnica (estilo e pinceladas únicas de cada artista) para alcançar as conclusões. 

São Francisco – Artista: Cid Serra Negra – óleo sobre “eucatex”
Versão física do Certificado de Autenticidade mediante Laudo Pericial (igual teor em versão digital com registros “blockchain” e DOI).Um investimento de R$ 350,00 que somou mais R$ 1.700,00 ao valor final de revenda à obra.Certificado de Autenticidade e Selo (fixado à obra) com numeração exclusiva e QRCode que direciona ao registro internacional DOI, também redundante em cartório virtual (“blockchain”).

A importância do Certificado de Autenticidade – COA estando bem clara, cabe agora analisar as principais opções utilizadas pelos artistas atuais, os prós e contras de cada uma e como a Sociedade Das Artes criou a alternativa idealizada, unindo as melhores qualidades dos demais e indo além, ao incluir recursos inovadores.

Registro de Obra de Arte Na Faculdade de Belas Artes do RJRegistro de Obra de Arte na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Registro de obra de arte da Câmara Brasileira do Livro
Certificat D’Authenticité – EuroparkCertificate Of Authenticity – Verisart
Certificado de Autenticidade da Associação Museu de Arte Étnica – SPCertificado e Selo de Autenticidade da marca Hahnemuhle, que chegou a ser o padrão adotado anteriormente pela Sociedade das Artes

No Brasil, a legislação garante os direitos autorais independente das obras estarem ou não registradas (Lei nº 9.610/98). Claro que, havendo controvérsias, o registro pesará a favor. A anterior Lei nº 5.988/73, quase que inteiramente revogada, manteve em seu Artigo 17, a Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro como uma das instituições em que obras de arte podem ser registradas. 

Porém, praticamente nenhum artista utiliza os Certificados daquela instituição, tanto pelo excesso de burocracia quanto pelo alto custo de registro. Também pesa contra, a ausência de algum instrumento que possa ser fixado junto à obra, vinculando-a ao respectivo certificado. Com o advento do isolamento social decorrente da COVID, verdade seja dita, a Belas Artes passou a aceitar que algumas etapas possam ser cumpridas via internet; ainda assim, continua sendo um processo demorado e oneroso.

Bem menos burocrático e menos custoso é o expedido pela Câmara Brasileira do Livro (a mesma que expede registro ISBN para obras literárias), porém, pelo evidente desvio de função, a não inclusão de imagem da arte e ausência de par fixável na obra física (um selo ou equivalente), também não obteve a adesão dos artistas. Louvável foi sua iniciativa de incluir no serviço uma via digital em cartório virtual (blockchain).

 O Certificado expedido pela Associação Museu de Arte Étnica – SP é o mais completo em detalhamento, podendo incluir até o aval da entidade quanto à qualidade técnica e de materiais do trabalho artístico, deixando a desejar, contudo, quanto ao excesso de burocracia e à invisibilidade digital, fator que é praticamente uma exigência nos tempos atuais.

Uma opção bastante adotada, inclusive pela própria Sociedade Das Artes, até recentemente, foi a expedição de Certificados de Autenticidade utilizando os suplementos da Hahnemuhle, cujo custo é bastante acessível, incluindo papel pergaminho com marca d’água e selo vinculante a ser fixado na obra, cuja numeração exclusiva ainda possibilita o registro no site da empresa. Pesa contra a inexistência de versão digital, a obsolescência técnica e a estética ultrapassada de suas páginas na internet, praticamente invisíveis aos buscadores.

Algumas instituições francesas (Europark e Verisart) disponibilizaram versões digitais de Certificados, até mesmo a custo zero (ou quase), passando a cobrar extras para versões impressas. A inclusão dos registros em “cartórios virtuais” é mais um passo a favor do artista. Contudo, a barreira linguística e a legislação diversa da brasileira tornam estas opções pouco atrativas aos artistas de nosso país.

O Certificado de Autenticidade Ideal

Cada artista desenvolver o próprio Certificado pode parecer uma opção mais em conta, economicamente analisando, isto SE possuir habilidades técnicas e equipamentos de impressão de primeira linha e grande disponibilidade de tempo, pois, se tiver que contratar profissionais para desenvolver, sairá mais caro ou, pior, o resultado final será amador, destruindo justamente um dos objetivos principais, que é o de agregar VALOR à sua arte.

Neste sentido, a praticidade de adotar soluções pré-existentes no mercado, especialmente se somar credibilidade à obra do artista é a melhor solução, sendo que a Sociedade Das Artes já possui tradição neste quesito, tanto como galeria privada, quanto como Ponto de Cultura reconhecido pelo Governo (SNIIC: SP-21915). 

A justa estratégia exige que o Certificado de Autenticidade, além de apresentar estética elegante e funcional, cumpra requisitos gráficos de segurança, como os incorporados pela Sociedade Das Artes

  • Papel holográfico
  • Impressão em alta definição
  • Marcas de segurança – (Norma ABNT NBR 14082:2002): rosáceas, fundo numismático, microtextos, desenho geométrico, filetes luminescentes (logotipo em dourado ou prateado)

No mundo das Artes, a via física do Certificado de Autenticidade ainda agrega valor substancial ao ser apresentado em ritos de entrega de obras aos compradores, gerando prazer emocional e ótimas imagens de divulgação em redes sociais.  

Desta forma, o ideal é que haja duas versões: uma via impressa, assinada fisicamente pelo artista (ou representante) e uma segunda via, totalmente digital, de igual valor, registrada na internet e com assinatura por certificação eletrônica (e-CPF, e-CNPJ, NeoID, Adobe Acrobat Sign, etc).


Certificado de Autenticidade
Via Física

Certificado de Autenticidade
Via Digital

Selo de Autenticidade

Certificado de Autenticidade de Arte – Via Física

Mesmo em um mundo onde a documentação se torna cada vez mais digital, ainda é de grande importância a existência de uma via física do Certificado de Autenticidade – COA, pois a materialidade agrega sensação de segurança aos compradores, ou seja, possui um valor emocional que nem todos sentem nas versões digitais.

A assinatura do artista (ou do representante / galeria), o brilho holográfico, os detalhes metalizados, além de serem itens de segurança documental, se tornam uma extensão igualmente artística da obra, por sua beleza gráfica.

A numeração exclusiva, gerada pela  Sociedade Das Artes no padrão EAN é aplicada nas duas versões (física e digital) do Certificado e também no Selo de Autenticidade.

EAN / EAN13 (International Article Number) é o padrão numérico mundial (sua versão em código de barras também é chamada de GTIN ou GTIN13 – Global Trade Identifier) para identificação de todos os produtos comercializáveis (obras de arte, inclusive). É exigido para poder comercializar em grandes marketplaces, como por exemplo, a galeria de artes da Amazon. A numeração é criada a partir do código do país, CPF ou CNPJ, sequência final variável e exclusiva e dígito verificador.

O QR Code (“código de resposta rápida”), impresso tanto no COA físico, quanto no Selo, é facilmente escaneado por câmeras de celulares, dando acesso ao registro DOI –  Digital Object Identifier, cuja página de internet é permanente, bem como à via digital no Blockchain (Cartório Virtual).

Certificado de Autenticidade de Arte – Via FísicaPapel holográficoImpressão em alta definiçãoMarcas de segurança Contém dados da obra (tamanho, técnica, ano de criação, dentre outras especificações), além de imagem em alta definição reproduzindo a arte.
1. Logotipo Sociedade Das Artes e numeração EAN em estampa metalizada.
2. Assinatura do Artista (ou responsável / galerista)
2. QR Code direcionando para o registro DOI e cartório virtual

Selo de Autenticidade

Outro item importante, muitas vezes faltante nas demais opções de mercado, é o Selo de Autenticidade a ser fixado diretamente na obra de arte. 

Afinal, não tem sentido vincular a arte tão somente pela semelhança à imagem desta impressa em seu COA – Certificado de Autenticidade. Daí a importância deste elemento extra, geralmente, um selo adesivo com igual numeração exclusiva à estampada no Certificado.

Também como incremento de segurança, a Sociedade Das Artes confecciona seus Selos de Autenticidade em papel adesivo “casca de ovo” (propositalmente frágil, de tal forma a se fragmentar em caso de tentativas de ser retirado e reaproveitado), além de ser parcialmente aplicado recursos luminescentes (detalhes craquelados em dourado ou prateado, cores de difícil reprodução por maquinário amador).

A numeração exclusiva, gerada pela  Sociedade Das Artes no padrão EAN é aplicada, além de no Selo, igualmente nas duas versões (física e digital) do COA.

O QR-Code incluso direciona ao registro DOI –  Digital Object Identifier, cuja página de internet é permanente e contém dados detalhados da obra e acesso à via digital do Certificado, de igual valor documental.

Certificado de Autenticidade de Arte – Via Digital

CNH – Carteira Nacional de Trânsito, Licenciamento anual de veículo (CRLV), CPF, Carteira de Trabalho. Registro Geral, enfim, a maioria dos documentos oficiais, nos dias de hoje, são totalmente digitais e possuem o mesmo valor que suas versões físicas.

No caso das Artes, a via física do Certificado de Autenticidade ainda agrega valor substancial ao ser apresentado em ritos de entrega de obras aos compradores, gerando prazer emocional e ótimas imagens de divulgação em redes sociais. 

Desta forma, o ideal é que haja duas versões: uma via impressa, assinada fisicamente pelo artista (ou representante) e uma segunda via, totalmente digital, de igual valor, registrada na internet e com assinatura por certificação eletrônica (e-CPF, e-CNPJ, NeoID, Adobe Acrobat Sign, etc). 

Em muitos sentidos, o Certificado de Autenticidade – versão digital é mais confiável que seu equivalente impresso. Por exemplo, em controvérsias sobre plágio (cópias, imitações…), a razão é dada a quem comprovar que realizou a obra em data anterior à do outro. 

Enquanto o papel aceita que se imprima data retroativa, isso não acontece na versão digital, pois a Sociedade Das Artes aplica assinatura eletrônica datada e homologada pelo próprio sistema implantado pelo Governo Brasileiro: a ACT- Autoridade de Carimbo do Tempo, que atua como evidência irrefutável da existência de uma informação digital numa determinada data e hora, sincronizados com a ICP-Brasil.  

Certificado de Autenticidade de Arte – Via Digital
Contém dados da obra (tamanho, técnica, ano de criação, dentre outras especificações), além de imagem em alta definição reproduzindo a arte.
1. Logotipo Sociedade Das Artes e numeração EAN exclusiva.
2. Assinatura Digital do Artista (ou responsável / galerista) – padrão ICP-BrasilGOV.BR
2. Assinatura Digital da Sociedade Das Artes (ou responsável) – padrão Adobe Acrobat Sign
A mesma obra, valorizada com:
1. Certificado de Autenticidade – versão impressa, com numeração EAN e recursos gráficos de segurança.

2. QR Code direcionando para o registro DOI e “cartório virtual” (blockchain)

3. Certificado de Autenticidade – versão digital, registrada via blockchain (cartório virtual) e DOI que pode ser salva em formato PDF e conferida pelo sistema validação de assinaturas eletrônicas provido pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, conforme MP 2.200-2 e Lei n° 14.063/20 

Blockchain – Cartório Virtual

O Certificado de Autenticidade – versão digital para permanecer acessível via internet precisa ter seu arquivo hospedado em servidores confiáveis quanto à segurança, inviabilidade e permanência vitalícia.

Ao contrário do mito popular, não basta estar na internet para ser “para sempre”; afinal, “sites” podem deixar de existir, sair do ar, mudar o endereço e nomes de suas páginas, excluir publicações, modificar seus conteúdos… 

O artista não pode ficar refém da vontade dos proprietários dos domínios dos “sites” que hospedam seus Certificados. 

A solução atualmente em moda é hospedar em “cartório virtual” / “blockchain”, um sistema muito semelhante ao utilizado para as criptomoedas (dinheiro digital). 

Diferentemente dos “sites” em geral, que se valem do protocolo de Transferência de Hipertexto (http / https), os cartórios virtuais utilizam IPFS – InterPlanetary File System (ipfs), um padrão em que os arquivos são armazenados simultaneamente em centenas de hospedeiros diferentes e independentes, espalhados por todo o planeta e ninguém tem acesso nem a apagar, nem a modificar o conteúdo que estiver armazenado. 

Assim sendo, o Certificado de Autenticidade, uma vez registrado no “blockchain” poderá ser acessado pelo artista e demais interessados bastando ter o código de acesso exclusivo, utilizando de quaisquer das centenas de sites que integram o sistema IPFS ou, diretamente, utilizando “plugins” ou navegadores especiais.

A Sociedade Das Artes assume o papel de “cartorário” e providencia este registro para os Certificados que emite.

A tecnologia “blockchain” (“blocos interconectados”, visto que os dados estão descentralizados, existindo simultaneamente em centenas de servidores independentes) iniciou como sistema de criação e segurança para as criptomoedas (Bitcoin, Etherium, etc) e logo expandiu para funções comerciais de registro e cumprimento de Smart Contracts (contratos inteligentes), inclusive, o registro, compra e venda de NFTs (“Non-Fungible Token”), que inclui desde obras de arte totalmente virtuais, até bens imóveis.

O sistema de alta segurança (criptografia) inclui a identificação do documento (em nosso caso, o COA – Certificado de Autenticidade Digital) por meio de uma sequência alfanumérica exclusiva, denominada Hash.

Assim como um ser vivo pode ser identificável por meio de seu DNA (visto que não há dois iguais), da mesma forma, o algoritmo hash atua como se fosse o DNA do documento registrado no “blockchain”.

Hash: QmdyztR5CLW8nswrtUHLjWsni9xYGccgG7pLUQYFjctmXWSequência alfanumérica criptografando o Certificado, atuando como seu “mapa de DNA”
O site https://ipfs.io é um dos inúmeros que “traduzem” o hash e reconstituem o documento registrado no blockchain para os navegadores de internet, possibilitando visualizar e até fazer o “download” de uma via original

DOI –  Digital Object Identifier

Em pese que os “blockchains” estejam na moda e em ascensão (especialmente por serem de baixo custo e desburocratizados), que a verdade seja dita: pré-existe outro padrão e já está plenamente consolidado e consagrado mundialmente, para registro de documentos via internet: o sistema DOI –  Digital Object Identifier.

Comumente adotado para registro de teses, pesquisas e artigos acadêmicos / científicos, o conteúdo é hospedado sob o compromisso de ser mantido inalterado e indefinidamente, sob a responsabilidade compartilhada de organizações criadas exclusivamente para esta finalidade, distribuídas em diversos países. 

As maiores universidades, instituições de pesquisas científicas e revistas acadêmicas utilizam deste sistema e, por isso, o registro DOI agrega grande prestígio, sendo até requisito para que a publicação conste devidamente no Currículo Lattes (instrumento fundamental no mundo acadêmico brasileiro) e ORCID (Open Researcher and Contributor ID – registro mundial para acadêmicos).

Via de regra, o trabalho é submetido a pareceristas (avaliação por grupos de cientistas / acadêmicos / pesquisadores) e, após meses, caso seja aprovado, é publicado em revistas especializadas (reconhecidas com ISSN – International Standard Serial Number), as quais cobram taxas que podem alcançar milhares de dólares para providenciar o registro DOI e realizar a publicação.

A Sociedade Das Artes revolucionou ao conquistar para a ARTE o mesmo status de trabalhos acadêmicos e, em parceria com a Zenodo, viabilizou o registro DOI para obras artísticas, juntamente com a expedição de cada Certificado de Autenticidade – COA, que também passa a ser publicado em seção especial da Revista Artivismo (ISSN 2763-6062), agregando ainda mais valor a cada trabalho de arte.

O QR Code impresso tanto no Certificado físico, quanto no Selo de Autenticidade direcionam para o registro DOI que contém a reprodução (em imagem e texto) da versão digital, bem como o endereço “blockchain” que possibilita tanto visualizar, quanto fazer “download” de via original do COA digital, unindo, assim, o melhor de cada alternativa.

A imagem acima reproduz o conteúdo do endereço DOI da arte em exemplo: https://doi.org/10.5281/zenodo.7561752 O QR Code, tanto do Selo de Autenticidade fixado à obra, quanto a via física do Certificado direcionam ao endereço DOI, que é o padrão adotado mundialmente para registro de artigos acadêmicos e científicos e, agora, com a parceria Sociedade Das Artes / Zenodo, também para documentar obras de arte.

Revista Artivismo

O acesso à Revista Artivismo é totalmente livre para leitura, via internet.

Um dos raros periódicos brasileiros com registro ISSN 2763-6062 e, mais raro ainda, que realiza registro DOI para seu conteúdo, tem como objetivo divulgar reportagens e artigos focados em todas as formas de Arte, sejam trabalhos em padrões científicos, quanto obras culturais em si: literatura, fotografia, artes visuais, artes cênicas, design, dança e demais eventos relacionados.

Também é parte da proposta da Artivismo salvaguardar direitos autorais dos artistas, com a publicação de registros de obras e catalogações. 

As obras que obtiveram Certificado de Autenticidade por intermédio da Sociedade Das Artes terão seu COA publicado nas edições sequenciais da revista, consolidando-se  assim, uma importante fonte de referência.

Casas de leilões costumam basear a escolha de obras para comercializar somente se elas constarem em publicações especializadas, tais como o Dicionário Das Artes Plásticas No Brasil, de Roberto Pontual e Artes Plásticas Brasil, de Maria Alice e Júlio Louzada, que contém biografias, listagem de obras (com imagens) e até assinaturas dos artistas. 

Em que pese a excelência destas publicações, a verdade é que estão sem atualizações faz décadas, deixando, assim, de incluir os artistas mais recentes.

A Revista Artivismo se dispõe a preencher este vácuo, abrindo espaço para os artistas atuais, conquistando galeristas e leiloeiros como a nova e atualizada fonte de referência artística.

Como complemento a médio prazo, está em fase de elaboração o Projeto Raisonné, que levará em conta as artes Certificadas.

Catálogos Raisonnés” são verdadeiros tratados contendo registros visuais e documentais de cada obra de cada artista. Antes privilégio de poucos, em breve estará acessível ao grande público, em versões virtuais, promovidas em parceria entre a Sociedade Das Artes e a Revista Artivismo.

Conclusão

Em pleno século 21, mediante as novas tecnologias à disposição, todos os artistas contemporâneos têm plenas condições, até mesmo a obrigação mercadológica, de Certificarem suas obras.

Seja para valorizar suas artes, trazer segurança para os compradores e até mesmo pelo prazer de referendar seus trabalhos, o COA – Certificado de Autenticidade de Obra de Arte é essencial a toda obra de arte.

Ao estudar todas as opções existentes no mercado,  a Sociedade Das Artes uniu o que de melhor havia em cada uma e foi muito além, agregando benefícios inovadores e exclusivos, atingindo, assim, a sua meta em oferecer o Certificado de Autenticidade Ideal.

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