BRASIL: MISCIGENAÇÃO E DIVERSIDADE

Exposição Diversidade - homenagem ao Da Da Consciência Negra

BRASIL: MISCIGENAÇÃO E DIVERSIDADE

Em 2016, fui convidado a integrar, com meus trabalhos fotográficos, o livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com lançamento em Paris..

Livro "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho

O tema que escolhi é o título deste Artigo, sendo que todos os fotógrafos participantes deverão pautar no ser humano e apresentar a edição em preto e branco.

Em meu projeto, o biotipo étnico de cada indivíduo, ainda que possa predominar em uma direção, jamais nega a miscigenação de nosso povo e nunca limitará sua visão de mundo.

A orientação de vida de cada um transcende a própria tradição étnica ancestral. No Brasil, é comum caucasianos reverenciando o Candomblé, afrodescendentes praticantes de tai-chi-chuan, orientais atuando com xamanismo…

Selecionei um grupo padrão de nossa diversidade, composto por mulheres de representações étnicas distintas, para retratar a pluralidade de origens que compõem o povo brasileiro, especialmente, nas grandes metrópoles.

De profissões diversas, são modelos fotográficas, publicitárias, assistentes sociais e cantoras, suas imagens não as identificam como tais, pois vestem apenas o contraste entre a luz e sombra.

Desenvolvi os padrões gráficos baseados em tribais indígenas brasileiros (especialmente, artesanatos marajoaras…), africanos, orientais, célticos e, até mesmo, modernos grafites urbanos, os quais foram projetados (literalmente, via projetor…) tendo a pele como tela. Eventualmente, incluí pintura corporal, como reforço à proposta étnica.

Os grafismos tribais aplicados nem sempre coincidem com a origem étnica ancestral de cada modelo…

O propósito é ressaltar que a orientação filosófica de cada um segue os ditames do coração e que este não se prende a estereótipos, transcendendo toda e qualquer expectativa corporalmente presumida.

Destaque do Livro  "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Destaque do Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Uma das artes fotográficas selecionadas por Henrique Vieira Filho para o Livro  "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)
Uma das artes fotográficas selecionadas por Henrique Vieira Filho para o Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)
Destaque do Livro  "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Destaque do Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros), com artes de Henrique Vieira Filho
Cerimônia de Premiação ao Artista Henrique Vieira Filho pelo Livro  "Les Brésiliens vus par les Brésiliens"  (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)
Cerimônia de Premiação ao Artista Henrique Vieira Filho pelo Livro “Les Brésiliens vus par les Brésiliens” (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e terapeuta holístico. Nas artes, é autodidata e seu estilo poderia ser classificado como surrealismo figurativo.

Por mais de 25 anos, esteve à frente da organização da Terapia Holística no Brasil, sendo presença constante nos meios de comunicação. Elaborou as normas técnicas e éticas da profissão, além de ser autor de dezenas de livros e centenas de artigos, que são adotados como referência em vários países.

Dados técnicos:

Arte e Fotografia – Henrique Vieira Filho

Grafismos desenvolvidos via Corel Draw e Photoshop, tendo como base fotos reais, obtidas pelo mesmo autor.
A imagem corporal de fotografada não passou por nenhuma intervenção quanto à forma, sendo respeitadas as medidas reais e peculiaridades.

Eventualmente, os grafismos projetados passaram por edição em Photoshop para melhor adaptar-se aos contornos da pele e realçar olhos e boca.

Fotografia: Henrique Vieira Filho

Câmera: Canon EOS 70D

Lente: EF-S18-135mm f/3.5-5.6 IS STM

Sem flash – Iluminação ambiente via LEDs de intensidade regulável

Distância focal: variando de 18 a 59 mm

Exposição: variando de 1/15 a 1/60 seg

Abertura: variando entre f/3.5 a f/5.0

Projetor multimídia: Epson Powerlite

Racismo E Terapia

livro "Les Brésiliens vus par les Brésiliens" (Os Brasileiros vistos pelos Brasileiros)

Racismo e Terapia

Making of - Pintura Corporal para base fotográfica da obra "The Goddess Of The Seas"
Making of – Pintura Corporal para base fotográfica da obra “The Goddess Of The Seas” Modelo: Tayná – Artista: Henrique Vieira Filho

Em pesquisa, me surpreendi com os relatos, em inúmeras reportagens nas quais afrodescendentes reclamam (justificadamente…) que seus terapeutas se mostraram incapacitados para lidar com a questão do racismo, chegando até mesmo a negar sua existência neste século, verbalizando que seus Clientes deveriam cessar com esse comportamento de “vitimização”.

Constata-se um enorme lapso nos estudos profissionalizantes em Terapia, que nem sequer incluem a pauta do racismo em suas aulas.

Até mesmo a literatura sobre o tema é escassa. O livro “Black Families In Therapy” (1993), da ativista Nancy Boyd-Franklin, foi um dos primeiros a abordar a terapia familiar de minorías étnicas.

Ainda que os profissionais alvos destas críticas aleguem, em sua defesa, que não tiveram acesso a estudos especializados, nada justifica as atitudes questionadas.

Afinal, é conhecimento básico a qualquer pessoa que atende em consultório, que JAMAIS se JULGA (nem positiva, nem negativamente…) os relatos de nossos Clientes.

Por sinal, faltou um requisito essencial a quem exerce a Profissão: a EMPATIA, ou seja, colocar-se no lugar do Cliente e compreender o ponto de vista DELE, bem como os sentimentos DELE.

Pintura "African Gioconda" do Artista Henrique Vieira Filho
Pintura “African Gioconda” do Artista Henrique Vieira Filho

É inaceitável que um Terapeuta dê “palpite” e/ou induza seu ponto de vista pessoal, filosofia ou crença em seus Clientes !

Trata-se de regras básicas de atendimento em consultórios!

Pintura "African Aphodite" do Artista Henrique Vieira Filho - Modelo: Amanda Mota
Pintura “African Aphodite” do Artista Henrique Vieira Filho – Modelo: Amanda Mota

O multiculturalismo, o pluralismo, são entendimentos fundamentais para o exercício da Terapia Holística.

Não que o Terapeuta necessite ser, previamente, um “especialista”, nem sequer que seja integrante desta ou daquela cultura com a qual se venha a trabalhar, eventualmente.

Outrossim, devemos desenvolver a sensibilidade étnica e aprendermos, com os relatos de nossos Clientes. Não precisamos ser, por exemplos, nipônicos para compreender uma eventual pessoa que o seja, quando nos conta sobre sua preocupação com a filha namorar um brasileiro… Não temos que ser afrodescendentes para conseguirmos ter empatia com um Cliente que nos conta seus sofrimentos por racismo.

Além do Aconselhamento (atenção: aconselhamento em NADA se assemelha com “dar conselhos”…), que é técnica obrigatória em toda atividade terapêutica, podemos aplicar vivências, exercícios de imaginação ativa, possibilitando ao Cliente re-vivenciar os momentos traumáticos, no “ambiente seguro” de consultório, que comumente resulta em catarses emocionais (com choro, raiva, por exemplos…), aliviando a “carga energética” que “pesa” sobre a questão, facilitando novas oportunidades de entendimento e superação.

Outra técnica interessante a se somar, é a Terapia Floral, pois disponibiliza auxílio em gotas para melhor aFLORar as emoções reprimidas, catalisando a aceitação e “digestão” de todos os sentimentos antes negados, além de incrementar a auto-estima.

A essência deste texto pode ser transposta para o atendimento terapêutico perante a diversidade de orientações sexuais, de filosofias de vida e de religiosidades (ou a ausência destas…)…

Livro de Arte "Diversidade" do Artista Henrique Vieira Filho
Livro de Arte “Diversidade” do Artista Henrique Vieira Filho

Quem deve se adaptar aos Clientes somos nós, que os atendemos e, ao fazermos isso, além de nos aperfeiçoarmos como Profissionais, igualmente teremos a grande oportunidade de nos tornarmos PESSOAS melhores !

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e terapeuta holístico. Nas artes, é autodidata e seu estilo poderia ser classificado como surrealismo figurativo.

Por mais de 25 anos, esteve à frente da organização da Terapia Holística no Brasil, sendo presença constante nos meios de comunicação. Elaborou as normas técnicas e éticas da profissão, além de ser autor de dezenas de livros e centenas de artigos, que são adotados como referência em vários países.

Projeto Re-Arte:Releituras Coletivas

Vernissage – 10 NOV

Entrada Franca

Projeto Re-Arte:Releituras Coletivas

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MUITO MAIS QUE UMA EXPOSIÇÃO:
Música ao vivo, degustação de vinho, dança circular,
vivências de imaginação dirigida,
performances teatrais, moda, artes visuais
e muitas outras interações artísticas!
Releituras de todos os tipos de Artes! 

Vernissage dia 10/11, das 15 às 20hs, na Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP

RSVP: Whatsapp: +55 11 93800-1262

 - - : / - Alameda Santos, 211 - São Paulo - SP RSVP - Whatsapp: +55 11 93800-1262

O Artista Plástico e Psicanalista Henrique Vieira Filho é o elo de interação entre expoentes da nova geração da Arte, que apresentam suas releituras e crossover de expressões artísticas.

Artes Visuais:

Henrique Vieira Filho – Arte figurativa, gravurista

Juliane Mai – Artista Plástica e Curadora

Melissa Zimosky – Arte abstrata

Samanta Fachinelli – Designer e Ilustradora

Térsio Greguol – Imaginador

Thiago Sguoti – Arte figurativa

Holismo:

Fabiana Vieira – Escritora e Terapeuta

Literatura:

Mirella Ferraz – Primeira Sereia profissional brasileira

Moda:

Maria Goretti Silva – Designer de Moda sustentável

Degustação:

Luis Mota – Vinho Mix – Sommelier 

Shanti Buffet Vegetariano

Música:

Mermages Folk BandSereia Luthien – Cantora

Teatro: 

Les Trupps Patoktak

 

Teremos “Art Crossover” de estilos e formas de Artes distintas, cada qual sendo fonte de inspiração e objeto de releitura coletiva.

Artes visuais: Henrique Vieira Filho apresenta releitura dos abstratos de Melissa Zimonsky, que releu seus figurativos. Por sua vez, as ilustrações de Samanta Fachinelli são revisitadas no estilo de Henrique, que reinterpretou os quadros tridimensionais de Térsio Greguol e os instigantes Trans Seres de Thiago Sguoti.

Moda: a designer Maria Goretti Silva criou roupas e acessórios com as telas (literalmente!) do Henrique e este retratou a sustentabilidade e ecologia da moda em uma de suas pinturas inéditas.

Música ao vivo: Mermages Folk Band, com a Sereia Luthien (Camila Postal Adomaitis) canta as telas de Sereia de Henrique Vieira Filho e de Thiago Sguoti e estes retratam a sua voz e performances!

Degustação: o Sommelier Luis Claudio Cabral Motta harmoniza vinhos com obras de Henrique Vieira Filho e este, por sua vez, explana sobre Baco, Alquimia e transformação interior pela embriaguês divina” e ainda teremos o ativismo do sabor com Shanti Vegetariano.

Holismo: Fabiana Vieira traduz em Terapia a Arte de Henrique e este retrata a busca pelo autoconhecimento em suas telas!

Literatura: Mirella Ferraz, a primeira Sereia profissional brasileira, escritora, roteirista, ativista ambiental, bailarina e coreógrafa de dança do ventre e a primeira sereia profissional brasileira “Sereias – O Segredo Das Águas”

Artes Cênicas:  O coletivo Les Trupps Patoktak interage com o público, com suas performances “Vikings Urbanos” e “O Corpo Que Ocupa”, dando vida às telas dos Artistas Plásticos!

 


Entrada Franca – Vernissage dia 10/11, das 15 às 20hs,
na Sociedade Das Artes
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP

RSVP: Whatsapp: +55 11 93800-1262

 


O Projeto Re-Arte nasceu da “provocação” da crítica-suprema, Aracy Amaral, que interpreta o momento como sendo “crise” na Arte Contemporânea:

Artistas hoje são mais editores que criadores. Eles se apropriam de imagens de televisão, histórias em quadrinhos, de pequenos desenhos que saem nos meios de comunicação de massa, de celulares e editam formas.”

Sendo ou não “crise”, já está duradoura o suficiente para que seja admitida e estudada, bem como ter seu justo espaço junto às instituições oficiais voltadas às Artes.

O Projeto Re-Arte, organizado por Henrique Vieira Filho, propôs o desafio artístico de RELEITURA de obras selecionadas dos próprios Artistas participantes e homenagens a grandes nomes das Artes.

A entrada é franca, sendo a visitação mediante agendamento prévio: Whatsapp: +55 11 93800-1262

Para saber mais:

Agende sua exclusiva com os Artistas:

Henrique Vieira Filho
Alameda Santos, 211 cj 1411
São Paulo – SP – CEP 01419-000
www.henriquevieirafilho.com.br
[email protected]
+55 11 93800-1262

DIA DO FOLCLORE – Exposicao Folk Arts

DIA DO FOLCLORE
Exposição Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas
E Histórias de Henrique Vieira Filho

Clique e baixe este release em formato DOC

Artes e muitas, muitas histórias, você encontra, em prosas e pinturas, na homenagem ao Dia Do Folclore (22 de Agosto), que o Artista Visual Henrique Vieira Filho nos brinda em sua Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Artwork: “𝘾𝙖𝙞𝙥𝙤𝙧𝙖 - 𝙂𝙤𝙙𝙙𝙚𝙨𝙨 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙁𝙤𝙧𝙚𝙨𝙩𝙨” - Artist: Henrique Vieira Filho  - Tela: Caipora - Deusa Da Floresta
𝙁𝙤𝙡𝙠 𝘼𝙧𝙩𝙨 𝙀𝙭𝙝𝙞𝙗𝙞𝙩𝙞𝙤𝙣 - 𝙒𝙤𝙧𝙡𝙙 𝙁𝙤𝙡𝙠𝙡𝙤𝙧𝙚 𝙄𝙣 𝙃𝙚𝙣𝙧𝙞𝙦𝙪𝙚 𝙑𝙞𝙚𝙞𝙧𝙖 𝙁𝙞𝙡𝙝𝙤'𝙨 𝘼𝙧𝙩𝙬𝙤𝙧𝙠𝙨 - 19 to 23 August - São Paulo - SP - Brazil - Alameda Santos, 211 - RSVP: Whatsapp +55 11 93800-1262
Artwork: “𝘾𝙖𝙞𝙥𝙤𝙧𝙖 – 𝙂𝙤𝙙𝙙𝙚𝙨𝙨 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙁𝙤𝙧𝙚𝙨𝙩𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Seu nome tem origem na língua tupi: “kaa-póra” (habitante das matas), um ente fantástico que protege a natureza, em especial, os animais, à semelhança da deusas céltica Arduinna e nórdica Freya (todas igualmente acompanhadas por um porco selvagem) e das grego-romanas Artemis/Diana.

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 – 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Uiara (do tupi y-îara, “senhora das águas”). Guerreira das tradições indígenas (Tupi-Guarani), renasce como espírito nas águas doces, que se tornam seu domínio. A miscigenação com a cultura européia lhe antropomorfiza como Sereia.

🅰🆁🆃🆆🅾🆁🅺: “𝘽𝙞𝙧𝙩𝙝 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙎𝙖𝙘𝙞” - 🅰🆁🆃🅸🆂🆃: 🅷🅴🅽🆁🅸🆀🆄🅴 🆅🅸🅴🅸🆁🅰 🅵🅸🅻🅷🅾 (  @🅷🅴🅽🆁🅸🆀🆄🅴_🆅🅸🅴🅸🆁🅰_🅵🅸🅻🅷🅾 ) - 🆃🅴🅻🅰: 🅾 🅽🅰🆂🅲🅸🅼🅴🅽🆃🅾 🅳🅾 🆂🅰🅲🅸

Artwork: “Birth Of The Saci” Artist: Henrique Vieira Filho
Tela: O Nascimento Do Saci

Em tupi-guarani, “perereca” é designação para tudo que se locomove aos saltos.

Já o termo “saci” é uma onomatopéia, ou seja, uma palavra idêntica ao som a se descrever, no caso, o canto (que também é seu nome…) de um certo pássaro muito arisco, difícil de ser visto, fácil de ser ouvido, enquanto exclama, continuadamente: _ “Sa.. ci… sa…ci… sa…ci…”.

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

Artwork: “Birth Of The Saci” – Artist: Henrique Vieira Filho

O Folclore Mundial Nas Pinturas E Histórias de Henrique Vieira Filho

Saci Perereca É A Fêmea?

Exposição Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas E Histórias de Henrique Vieira Filho

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Artwork: “𝘽𝙞𝙧𝙩𝙝 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙎𝙖𝙘𝙞” - Artist: Henrique Vieira Filho  Tela: O Nascimento Do Saci
Artwork: “𝘽𝙞𝙧𝙩𝙝 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙎𝙖𝙘𝙞” – Artist: Henrique Vieira Filho Tela: O Nascimento Do Saci

Em tupi-guarani, “perereca” é designação para tudo que se locomove aos saltos. 

   Já o termo “saci” é uma onomatopéia, ou seja, uma palavra idêntica ao som a se descrever, no caso, o canto (que também é seu nome…) de um certo pássaro muito arisco, difícil de ser visto, fácil de ser ouvido, enquanto exclama, continuadamente: _ “Sa.. ci… sa…ci… sa…ci…”.

   Esta e muitas outras histórias, você encontra, em prosas e pinturas, na homenagem ao Dia Do Folclore (22 de Agosto), que o Artista Visual Henrique Vieira Filho nos brinda em sua

Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes  Alameda Santos, 211 –  São Paulo – SP – Entrada Franca

Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê. 

 Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico. 

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente. 

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira. 

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na  Exposição “Folk Art”!

 Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 - 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” - Artist: Henrique Vieira Filho ( 
Iara Mermaid - Yara, Uiara (do tupi y-îara, "senhora das águas") - Mitologia Brasileira
Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 – 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Artwork: “𝙔𝙖𝙧𝙖 – 𝙈𝙤𝙩𝙝𝙚𝙧 𝙊𝙛 𝙏𝙝𝙚 𝙒𝙖𝙩𝙚𝙧𝙨” – Artist: Henrique Vieira Filho

Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

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Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

“The Goddess Of The Seas”, 2020 – Artista: Henrique Vieira Filho

O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

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Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

“The Goddess Of The Seas”, 2020 – Artista: Henrique Vieira Filho

Folk Art

Folk Arts

O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Exposição Folk Arts - O Folclore Mundial Nas Pinturas de Henrique Vieira Filho

Em sintonia com o Dia Do Folclore (22 de Agosto), o Artista Visual Henrique Vieira Filho convida para a Exposição “Folk Art”, de 19 a 23/08, na Galeria Sociedade Das Artes – Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca.

Adepto do Movimento Slow Art, as visitações são focadas ao máximo de 6 participantes simultâneos, pois mais do que apenas apreciar as telas, os convidados participam de experiências de Imaginação Ativa (Henrique Vieira Filho também é Psicoterapeuta Junguiano) e um descontraído bate-papo com o Artista, em seu ateliê.

Com entrada franca, as reservas são mediante formulário (acesse https://forms.gle/fN9CgkoYy5bXAgaa6) ou Whatsapp: +55 11 93800-1262

De sua coletânea de obras, o Artista Henrique Vieira Filho selecionou para a exposição, inúmeras das que retratam mitos, lendas e tradições de várias culturas (além da brasileira): Iara, Janaina, Caipora, Saci, sereias (gregas, africanas, irlandesas e japonesas), deusas (egípcias, romanas, maias, astecas, indianas…), dentre outras empoderadas lendas do imaginário coletivo.

DIA DO FOLCLORE

Foi em um dia 22 de Agosto que foi criado o neologismo “Folclore” (folk + lore: sabedoria popular), por William John Thoms foi um escritor, antiquário e folclorista britânico.

Esta é a razão pela qual, no Brasil, esta data é a escolhida para ser o “Dia Do Folclore” e também o motivo dos dias selecionados para a Exposição “Folk Art”.

Por ser também Psicoterapeuta Junguiano e, como tal, estudioso de mitos e lendas mundiais, Henrique Vieira Filho brindará aos presentes com a origem e evolução dos mitos brasileiros, ocasionados pela miscigenação dos povos indígenas, africanos e europeus.

Como exemplo da vez. eis o Saci:

De origem tupi-guarani, não possui forma, daí sua associação com a força do vento (redemoinho…), capaz de revirar o ambiente.

Ao tomar contato com a cultura africana, adquiriu forma humana e, por sua tendência a “travessuras”, associou-se a imagem de uma criança, que teria até perdido uma perna devido à capoeira.

Já dos europeus, em especial, nossos colonos portugueses, devido ao comportamento do Saci, foi identificado como sendo um Trasgo (um tipo de duende), que lhe acresceu o tradicional gorro vermelho.

Curiosidades como a acima podem ser contadas sobre inúmeras outras personalidades folclóricas, que estarão presentes na Exposição “Folk Art”!

“The Goddess Of The Seas”, 2020 - Artista: Henrique Vieira Filho

“The Goddess Of The Seas”, 2020 – Artista: Henrique Vieira Filho

Slow Art Week – 06 a 12 de Abril

06 de Abril de 2019 – Dia Mundial da Slow Art
Resgate o prazer em apreciar e experienciar a ARTE!
Desacelere, Aprecie e Vivencie A Arte!
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP – Entrada Franca

RSVP: Clique e Acesse o Formulário Para Agendamento

     A proposta do movimento mundial “Slow Art” é que se amplie o tempo de apreciação de cada obra (ao invés de tão somente “passar” por ela….) e os participantes se reunirem para conversar sobre a experiência.

https://youtu.be/oaoY8uJ04k4

um minuto, este vídeo bem humorado mostra a diferença entre Slow Art e uma Exposição Convencional.
  • Exposições Convencionais: lotadas, poucos segundos para apreciar as obras…
  • Slow Art: tranquilidade, conforto, prazer, tempo, hora marcada…
Pessoas transformadas em obras de Arte!
Pessoas transformadas em obras de Arte, pelo Artista Plástico Henrique Vieira Filho

Mais do que apenas adquirir pinturas, VOCÊ pode VIVENCIAR A ARTE tornando-se sua própria obra-prima!

Na Exposição Slow Art Week, os participantes terão a oportunidade de conhecer o processo criativo!

Henrique Vieira Filho-Artista Plástico e Psicanalista
Henrique Vieira Filho-Artista Plástico e Psicanalista junto a uma de suas obras mais prestigiadas

     Com dia e hora previamente agendados, o Artista Henrique Vieira Filho (representante oficial do Movimento Slow Art no Brasil) receberá grupos de até seis participantes na intimidade de seu estúdio, situado na região dos Jardins (São Paulo – SP).

     Os visitantes elegem as obras em exposição que mais lhe impactaram, passando a apreciá-las com conforto e TEMPO e ainda podem interagir com o Artista, seja conversando sobre as pinturas, seja experienciando uma vivência em Arteterapia ou Psicoterapia Holística!

RSVP: Clique e Acesse o Formulário Para Agendamento

Slow Art Week Brazil
de 06 a 12/04/2019

Conforto e tranquilidade na Slow Art
Conforto e tranquilidade na Slow Art

Galeria HVFARTES
Alameda Santos, 211 – São Paulo – SP
[email protected]
Whatsapp: 11 – 93800-1262

Saiba que será um prazer lhe receber!

Baixe o release no Google – Clique Aqui!

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Eis Que O Deus Pã Virou Santo Católico: A Origem Do “Valentine’s Day”

Projeto Carnaval - Series VooDolls e Fantasia - Fotografia e Arte Henrique Vieira Filho
Title: Accanto A Te
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2019
Versão personalizada de Romeu e Julieta
Título: Accanto A Te – Artista: Henrique Vieira Filho

A Igreja Romana, em excelente estratégia de marketing, cultivou o hábito da apropriação da datas comemorativas das culturas às quais objetivava assimilar.

Monumento “Fauno”, do Artista Victor Brecheret

Neste caso, a antiga festividade romana pré-cristã, a Lupercália, que era celebrada cinco semanas antes da primavera (naquela região, em 14 de fevereiro), foi sobrepujada pelas comemorações do dia de São Valentim, criado no século V d.C., pelo papa Gelásio.

Em sua versão original, a festa era de Pã, o Fauno Luperco (o que protege do lobo), no final de inverno, dando início ao ciclo de fertilidade vindouro.

Já a versão católica, celebra Valentim, do qual existe três versões, sendo a mais popular a de que realizou casamentos em ritos católicos, contrariando ordens do imperador, morrendo como mártir.

Associado aos jovens que desejam o matrimônio, a  data foi adotada por franceses e ingleses e, posteriormente, pelos EUA, popularizando mundialmente como “Valentine’s Day”.

Como curiosidade, em 1969, a igreja católica aboliu a data, oficializando suas dúvidas quanto à santidade e, até mesmo, quanto à real existência de Valentim.

Independente disto, as comemorações comerciais atreladas ao referido dia seguem pelo mundo, excetuando-se no Brasil!

Em nosso país, em 1949, o publicitário João Agripino Doria criou o Dia Dos Namorados, como forma de alavancar as vendas de junho, da loja que contratou a campanha.

A empresa nem mais existe… Contudo, o dia 12 de junho, véspera do Dia de Santo Antônio (santo católico tido como “ casamenteiro”…) consagrou-se entre os brasileiros!

Seja em nome de Pã, Valentim, Antônio ou dos publicitários, como Psicanalista, bem sei que é uma pauta constante nas sessões deste mês…

Já como Artista Plástico, ainda mais sendo retratista,  é um período de grande satisfação, pois, todo ano, sou desafiado a retratar fantásticos casais, conciliando o universo individual dos homenageados, com os arquétipos com os quais estão em sincronicidade, no momento da experiência de Arte!

Recentemente, tive o prazer de pintar o amor, a simpatia e a musicalidade do casal Marly e Ulisses Montoni, cantores líricos, tendo como inspiração extra sua canção “Accanto A Te”.

Title: Accanto A Te
Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas
Size: 80 x 120 cm
31,5 x 47,25 inches
Year: 2019

Title: Accanto A Te – Artist: Henrique Vieira Filho
Mixed media on canvas – Size: 80 x 120 cm – Year: 2019

Tomei como base gravuras utilizada nas capas das clássicas edições impressas do romance “Romeu e Julieta”. Estas, por sua vez, se basearam em pinturas a óleo de Hanz Makart (século 19)

Mantive a textura e opacidade, tal qual nas encadernações centenárias, bem como a pose e a famosa cena da sacada, personalizando com minhas cores, traços e, claro, incluindo os homenageados.

Marly Montoni e Ulisses Montoni
Marly Montoni e Ulisses Montoni

Outro grande prazer foi retratar um casal que muito admiro (Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha), em duas telas que se complementam, onde a atmosfera steampunk incorporou-se totalmente!

Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts
O Artista Plástico Henrique Vieira Filho homenageia o casal Fernando Jardim e Alessandra Iara Cunha com duas telas em estilo Steampunk, especialmente desenvolvidas para o Dia Dos Namorados

Telas Queen Of Hearts e King Of Hearts, do Artista Visual Henrique Vieira Filho,
Casal Henrique e Fabiana Vieira (nas pontas) e casal Alessandra Iara Cunha e Fernando Jardim (ao meio)
Casais Henrique e Fabiana Vieira (nas pontas) e
Alessandra Iara Cunha e Fernando Jardim (ao meio)

Completo este artigo com mais esta obra: “O Amor de Afrodite e Ares” (“The Love of Aphrodite and Ares”), um retrato meu, com minha esposa, Fabiana Vieira.

"O Amor de Afrodite e Ares" (“The Love of Aphrodite and Ares”) - Artista: Henrique Vieira Filho
Tela especialmente desenvolvida para o Dia Dos Namorados

Nesta tela, a composição baseia-se em escultura de Antonio Canova para a pose, sendo a textura de fundo composta por imagens das superfícies dos planetas Vênus e Marte e de constelações relacionadas ao mapa astral de cada um.

Henrique Vieira Filho - Arte e Terapia

www.henriquevieirafilho.com.br

Henrique Vieira Filho é artista plástico, escritor, jornalista e psicanalista.

Sua experiência de décadas como terapeuta, em especial, com a Psicanálise Junguiana, lhe possibilita uma familiaridade ímpar com a mitologia e as imagens oníricas, sempre presentes em suas telas.

Seu trabalho artístico se destaca no cenário contemporâneo ao questionar a posse cultural, o tempo e fronteiras, compartilhando culturas, miscigenando tradições, etnias e gêneros, em suas telas.

Enquanto gravurista, é ativista da adoção dos pincéis digitais, das matrizes eletrônicas em substituição às de madeira, pedra e metal e o entintar ecológico por técnicas mistas de tecnologia e intervenções manuais.

Escultor experimental, inovou ao transformar telas e fotografias em objetos de artes tridimensionais, resinando-as parcialmente para serem modeladas via técnicas similares às dos origamis.

Bastante solicitado como retratista, diferencia-se por valorizar a experiência de arte em si, tanto quanto a obra final. Ao incluir a participação do homenageado em seu processo criativo, que envolve fotografia, cenografia, psicodramatizações, figurinos, pinturas corporais, mesclados em exercícios lúdicos, acrescenta às telas valores emocionais que transcendem a apreciação puramente técnica.

Ingresso recente no mundo das Artes Plásticas, Henrique Vieira Filho é reconhecido como expoente em anuários e publicações especializadas, além de representar no Brasil, o Movimento Slow Art que busca ampliar a experiência da apreciação das Artes.

Extremamente ativo, em menos de dois anos, conta com cerca de quarenta Exposições em diversas capitais brasileiras, além de galerias da Europa, Ásia e Estados Unidos.


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